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Por David T. Farr

Vindo de longe: O álbum de Mariah Carey valeu a pena esperar

Oops! Aqui esta… Mariah Carey finalmente lançou seu mais novo álbum esta semana no maior silêncio, sem fazer nenhum pio barulho com suas oitavas por aí.  Apropriadamente intitulado de “Me. I Am Mariah … The Elusive Chantuese,” Carey seguiu os passos de Beyoncé.

Carey é uma diva suprema, mas ela resolveu seguir o exemplo de Beyoncé e lançar seu novo álbum sem muito alarde. O truque parece ter funcionado bem para Bey, mas o que será que está reservado para Mimi? Somente o tempo dirá. Eu posso dizer o seguinte: Carey mudou a data de lançamento deste disco várias vezes, esperando lançá-lo no momento certo. Ele era para ter sido originalmente lançado no verão passado, quando o primeiro single, #Beautiful, fez sua aparição nas paradas.

Mas valeu a pena a espera? Eu vou dizer que SIM. O disco era exatamente o que Carey precisava e foi lançado no momento certo.

Carey estava com sua imagem saturada na mídia e a sua credibilidade estava em risco como artista viável, mais especificamente depois de sua desastrosa participação no American Idol ao lado de Nicki Minaj. Ela era alvo de piada, e muitas vezes, no fundo, tudo o que nós queríamos ver era ela cantar novamente, como ela costumava fazer.

Felizmente no “Me. I Am Mariah” encontramos novamente aquela mulher que fez cocegas em nossos tímpanos ao som de baladas clássicas como “Vision Of Love,” “Hero,” “Without You, e “Love Takes Time.”

Se você ouvir, verá que o novo álbum remete as suas antigas reflexões, do começo de sua carreira, algo que estava faltando em seus discos da última década. A faixa de abertura, “Cry,” pode atrair fãs que a pararam de seguir no meio do caminho. É uma doce balada no piano, no  melhor estilo Mariah Carey de ser.

Ela continua a seção nostálgica em “Faded,” canção que apresenta arranjos no estilo de I’m Caught Up (In A One Night Love Affair)” e “Let Me Make Love To You?”. É uma música ótima e completa.

“Supernatural” carrega batidas lentas, com barulhos de harpas dedilhadas e a estreia risonha de Roc N’ Roe (como seus filhos, Moroccan Scott e Monroe, são conhecidos).

Stevie Wonder aparece de forma clássica com a gaita na mão em “Make It Look Good,” enquanto o rapper Nas se junta a ela na canção que possui sample de Wu-Tang em formato de tributo aos tempos de ouro do hip-hop, “Dedicated.”

“#Beautiful”, com a sensação do R&B, Miguel, ainda é a minha favorita por aqui – mesmo que só tenha um ano que foi lançada, a música possui um sinal de uma grande canção.

Mas quando Mariah volta às suas raízes, nós a vemos fazer o seu melhor. “Heavenly” é aquela Mariah que me apaixonei há anos atrás. Acompanhada por um coral gospel épico, ela ressoa mostrando o quão bonita e poderosa sua voz pode ser – esta música te deixa nas nuvens.

Então, se você quer uma consolação Mariah… Estou muito orgulhoso de você ser quem é, indescritível ou não.

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