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Bom, depois de uma grande maratona na última madrugada cobrindo o show, finalmente agora resolvemos sentar e fazer uma resenha escrita em 3 mãos, sim, por 3 pessoas da equipe do Mariah Now.

Como já tínhamos adiantado antes, o show de lá teria pouco recurso audiovisual (por parte dos fãs, claro), pois no Japão a fiscalização é barra pesada (sim, eles revistam até as roupas íntimas!), mas o iPhone nos salvou, então temos que nos contentar com vídeos e fotos feitos através dele.

Sobre o show, vimos que alguns portais de notícias elogiaram e outros criticaram, isto é normal, especialmente em um primeiro show de uma lenda da música que é reconhecida por ser a grande voz de toda uma geração e que passa por dificuldades na vida pessoal. Enfim, sempre terão um jeito de criticarem a Mariah, seja porque a voz dela não é mais a mesma de 1990,  ou porque tiveram bases em alguma canção, ou porque ela não está magra. Sempre terão um motivo para colocarem ela para baixo, mas quem liga? Nós, fãs, estamos felizes em vê-la realmente fazendo uma turnê.

Quando saíram os rumores das datas da China em julho deste ano, muitos não levaram a sério, pois Mariah não estava nem divulgando o novo disco, muito menos que seria possível ela fazer uma turnê mundial. Mas aconteceu e, de certa forma ela – e nós também – calamos a boca de muita gente por aí que falou besteiras durante este tempo todo. Não sabíamos o que de fato havia motivado a Mariah a desistir tão precocemente de um álbum (que foi tão aclamado pela crítica, assim como o “Butterfly”).

Bom, falemos sobre o que aconteceu no palco:

shake it off

O show começou com uma incrível homenagem ao falecido Bobby Womack, a banda da Mariah tocou uma instrumental do sucesso dele,“Across 110th Street” (Para quem AINDA não sabe disto, Mariah sampleou Bobby em “We Belong Together”), após isto Mariah Carey entrou ao palco cantando “Fantasy”, a versão remix com o saudoso O.D.B. A produção estava muito caprichada e inclusive rolou uma montagem bacana no telão, mesclando o clipe da canção com o famoso cartoon de Mariah.

Em seguida, Mariah falou com o público, desejou boa noite e agradeceu aos japinhas (e fãs do mundo todo que também estavam por lá) por serem tão leais e cantou “Don’t Forget About Us”, abusando das extensões vocais e whistles. Depois ela emendou com “Emotions”, um dos maiores sucessos dela por lá, animando a plateia e mostrando que ainda é a detentora nata da popularização do whistle na música contemporênea. Seguindo setlist, Mariah cantou “Honey”, porém, contudo, todavia, ela inovou e executou o So So Def remix no show. Na sequência ela cantou “Always Be My Baby”, que provavelmente é a música que mais faz sucesso durante os shows que Mimi já realizou no Japão.  Os japoneses adoram a brigde da música e até se arriscam a cantar em coro (o que é uma raridade acontecer por lá). Bom, para a nossa surpresa/alegria, Mimi cantou “Thirsty”, provavelmente a música do “Me. I Am Mariah” que será eternamente single em nossos corações (Migrate Situation II), depois cantou “Shake It Off”, com aquela intro que foi introduzida nos shows de 2012. Continuando a sequência de novas músicas, Mariah mostrou “Meteorite”, com os bailarinos fazendo a mesma dança apresentada no WMA.

Depois disso, Mariah surpreendentemente começou a cantar aqueles famosos melismas que conhecemos em 1990. Sim, era “Vision Of Love”, e não foi somente uma passagem ou uma instrumental, mas a música COMPLETA! Sim, Mariah ainda tem fôlego para cantar esse clássico! Aproveitando o piano, ela emendou com “Cry.”, a sua canção favorita do novo álbum (ela já tinha apresentado esta música em um show fechado que fez na França, este ano).

Encerrando “Cry.”, Mariah cantou uma música de Billie Holiday chamada “Don’t Explain”, música que ela citou durante o show ser uma de suas favoritas. A canção fala sobre uma mulher que foi traída pelo grande amor de sua vida, reza  a lenda que Billie gravou esta música quando foi traída e mais tarde ela teria sido regravada por Diana Ross, supostamente depois de passar pela mesma situação.

Depois disso, como de costume em todos os seus shows desde 1998,  Mariah cantou “My All”,  que apesar de muitos já acharem que a música está batida nos shows, ainda assim é um dos pontos altos. Seguindo a linha do “Butterfly”, Mariah cantou “Breakdown”, para alegria dos Lambs. Outra grande surpresa estava por vir, era  “I Know What You Want”, sucesso de 2003 em parceria com o Busta Rhymes. A música fez tanto sucesso na época que Mariah adicionou na Charmbracelet World Tour, e parece que decidiu repetir a dose Thugriah desta vez. Na sequência, Mariah fez aquele mashup que estávamos acostumados a ouvir na The Adventures Of Mimi, a junção de “Heartbreaker Remix” e a versão normal da canção (e aí pensamos, será que se realmente ela fizer shows nos EUA poderia chamar Missy, Da Brat e Jay-Z para subirem ao palco? SONHO!).

Continuando com um set-list inovador, Mariah cantou “The Roof” (também extraída do “Butterfly”), a música que foi muito injustiçada na época, é considerada uma das obras primas de suas composições. De volta ao verão de 2013, tivemos aqueles acordes fabulosos de“#Beautiful” executados novamente, mais de 1 ano sem cantar a música, Mimi contou com parceria de Trey Lorenz nos vocais substituindo Miguel (Trey deveria cantar a versão original, porque o Miguel ao vivo…). Na sequência veio  “I’m That Chick” (outra grata surpresa!), “Supernatural” e as nossas antigas conhecidas de outras turnês, “I’ll Be There” (também com Trey Lorenz), “We Belong Together”, “Hero” (com arranjos completamente diferentes), e encerrando o show com a famosa instrumental de “Butterfly”.

Pois é, Mariah nos surpreendeu! Quem diria 2 horas e meia de show com 23 músicas?! Chutaríamos no máximo 16 canções!

Sentimos falta de “Without You” (os Japas também citaram ela no Twitter) e das prometidas “Faded”, “Anytime You Need a Friend”,“Crybaby”, “Side Effects”, “My Saving Grace”, “Petals” e as esperadas “You Don’t Know What To Do”, “Make It Look Good”, “One More Try”, “Love Takes Time” e “Can’t Let Go”, mas ainda estamos no início e muito mais poderá vir por aí.

Particularmente, achamos que este show em si foi um teste, pois dava para perceber que ela está disposta cantar músicas diferentes em seus shows. Ela parecia estar  ainda muito nervosa e provavelmente o nervosismo e pressão de ser o primeiro show atrapalharam um pouco a produção e ela também. Além disso, outro ponto positivo foi ela ter fugido daquela mesmice que estávamos acostumados (“Touch My Body”, “It’s Like That”, “Make It Happen”), mesmo tendo mantido “My All”, “Always Be My Baby”, “We Belong Together” “Don’t Forget About Us”.

Saldo disso tudo? Estamos prontos e com sede de mais! Vamos torcer para que tenhamos novidades agradáveis nos próximos shows!

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