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O portal de entretenimento Stuff.co.nz, fez um review sobre a apresentação de Mariah Carey com a “The Elusive Chanteuse Show”, que aconteceu hoje, 13/11, na cidade neo-zelandesa de Auckland. Foi a primeira vez que a cantora realizou um show na Nova Zelândia. Confira abaixo:

Por Siena Yates

Existem dois lados da Mariah Carey:  A Mariah Clássica e a Neo Mariah.

A Neo Mariah desajeitadamente perambula ao redor do palco com um olhar desconfortável, constantemente ajustando seu cabelo e verificando os ângulos da câmera nos telões, enquanto canta músicas que são apenas…da nova Mariah.

A Mariah Clássica, porém, é facilmente linda e despreocupada, andando no palco, com as mãos no ar, sorrindo largamente.

Ela é a única que une os versos de rap, gasta muito tempo falando sobre Marmite (uma espécie de geléia inglesa, mais grudenta e com o sabor bem acentuado) e revela no palco o seu dia-a-da como mãe.

Sua mera presença trouxe uma multidão em um show em que todos se levantaram, começando com “Fantasy” e logo em seguida, “Emotions”, onde o famoso whistle rolou solto e os gritos em resposta eram ensurdecedores.

As mãos do público permaneciam no alto todas as vezes em que Mariah falava. Parecia até um culto religioso. Logo depois, porém, Mimi reapareceu com seu jeito desajeitado em cima de um piano e começou a cantar, enquanto um vídeo que parecia ter saído dos anos 90 rolava no telão ao fundo.

As músicas tiveram um bom desempenho, os vocais foram bons, mas depois de uma abertura tão forte, parecia que estávamos apenas esperando Mimi se tornar Mariah novamente.

Valeu a pena esperar.

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Mariah logo voltou com um medley épico das antigas, com faixas de Hip-Hop e remixes, que transitava entre o clássico “Heartbreaker” e a versão remix de Missy Elliot, antes de entoar sucessos como “I Know What You Want”, “It’s Like That” e “Crybaby”; “The Roof” e o remix de “Honey”.

Isto é o que o público veio ver : A Clássica e Old School, Mariah.

Uma pausa bem-cronometrada trouxe um frescor para a banda, que inclui o compositor, pianista e diretor musical do show, ‘Big Jim’ Wright, que também trabalhou nas campanhas de divulgação do espetáculo, e, claro, o cara que tem acompanhado Mariah nas turnês desde o início de sua carreira, Trey Lorenz.

Os gêmeos de Mariah, Monroe e Moroccan, subiram ao palco para dizer um “oi”, antes de sua mãe terminar o show com “Always Be My Baby” e “We Belong Together”, momento em que muitos derrubaram lágrimas de nostalgia na platéia.

Sobre o show, os comentários ao redor do mundo não foram maravilhosos. A voz de Mariah não é o que as pessoas estão acostumadas porque não está tão perfeita quanto uma gravação – da mesma forma que ela sempre fez seus remixes, as músicas foram re-trabalhadas para o ambiente ao vivo.

Sim, ela deu uma escorregada aqui e ali, principalmente durante a preparação para grandes momentos, notas agudas e whistles, e para esse fim de show, mesmo nos seus piores dias, o concerto foi superior ao de algumas estrelas da música Pop contemporânea nos seus melhores momentos.

A superstar foi carismática, ela ainda tem cartas escondidas nas mangas e ela essencialmente, nos levou à uma viagem do novo ao velho, para os seus maiores sucessos, cantando para uma multidão elétrica em Auckland, que estavam literalmente chorando com a alegria de finalmente ver Mariah ao vivo.

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