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Faz 13 anos desde que Mariah Carey visitou o Reino Unido para realizar uma turnê com seu álbum Charmbracelet, a artista feminina que mais vendeu no milênio volta ao país com a sua nova turnê Sweet Sweet Fantasy. Conseguimos assistir o concerto da cantora indescritível na sua parada em Manchester.

Este é uma época que a diva está passando por testes nesta turnê, depois de algumas apresentações ruins durante os últimos anos e alguns cancelamentos generalizados, o maior erro desta vez com a Mariah foi a falta de tour books para o público presente, que parece que foi apenas uma falta de planejamento.

Feita inspirado completamente em seus singles, a turnê é um passeio em seus grandes hits, embora ela não entregue da mesma forma pedestal de Vegas. Mariah Carey está claramente em uma boa forma vocal e feliz até mesmo quando dá seus famoso ataques de diva – ela abre o o show sendo carregada por seu harém de dançarinos que dançam obscenamente de forma bonita, é claro – e, felizmente, ela evita aquela desinteressante rota cronológica em seus famosos singles em número #1.

Para alguns camponeses, ela pode até ser rigorosamente uma cantora de baladas supremas, mas o show faz um bom trabalho e misturar vários ritmos evitando que ele se torne uma grande maratona de baladas. No entanto algumas escolhas de músicas inclusas e omissões de algumas parece ser um pouco estranho Obsessed está presente, mas não I Want to Know What Love Is (ambos os singles são do mesmo álbum, porém I Want To Know What Love Is fez muito mais sucesso no Reino Unido que Obsessed). E a colaboração com Busta Rhymes, I Know What You Want está lá, mas o seu mais recente single de muito sucesso, #Beautiful não foi cantada, e Loverboy de sua trilha sonora infame Glitter também foi cantada, e talvez a mais notória ausência de todas, o master hit Honey.

Apesar destes aborrecimentos com algumas adições e outras omissões, a famosa cantora festiva prova que ainda tem um sólido material de sucesso para realizar um concerto só de greatest hits.

Além da diversão não intencional de observá-la sendo escoltada pelo palco quando ela se esforça para fazer uns passos de dança usando aqueles saltos enormes, destaque para apresentação incrível de My All, onde ela fez uns improvisos melódios impressionantes, e também a comovente apresentação no dueto com Whitney Houston em When You Believe, e seu clássico atemporal Always Be My Baby. No meio show, para facilitar que Mariah fizesse uma outra troca de roupa, Trey Lorenz (que cantou com Mariah o hit “I’ll Be There”), fez uma performance fantástica de Rock With You do Michael Jackson, mesmo que algumas pessoas na plateia estivessem ignorando ele e reclamando que pagaram para ver a Mariah cantando e não o seu backing vocal. O concerto teve 90 minutos e muitas notas agudas – um sinal que Mariah fez um grande trabalho.

Talvez, a única critica real para o concerto é a música que foi escolhida para o bis – Without You – que não ajudou muito deixar o público animado. Apesar da música ter sido um hit massivo no Reino Unido, ficando em por semanas em 1994, a balada é muito emocional e não incentiva exatamente o público a ficar animado, e sim ficando o sentimento oposto, de tristeza pelo fim do show. A música Thank God I Found You do disco Rainbow, foi número 1 nos Estados Unidos e Top 10 no Reino Unido seria uma melhor escolha para encerrar o concerto.

A discografia de Mariah tem um catálogo muito bom e pouco explorado nos últimos 25 anos de carreira – e não estamos falando de Triumphant (Get ‘Em), para unir um setlist completo para agradar os fãs, que se opõe as canções pessoais favoritas dela não estarem presentes neste show. Esperamos que Mariah crie uma dinâmica e um presença internacional antes de lançar o seu décimo quarto disco. Mariah provou que ainda pode viajar por várias noites e cantando suas músicas se fazer esforço algum que a sua voz ainda está lai. Agora, se um dia ela quiser fazer uma turnê tipo a Anti Tour da Kylie, onde ela só cantaria as músicas mais distintas e profundas de seus álbuns e algumas b-sides, isto realmente deixaria os fãs muito animados.

Nota: 5/5 estrelas

Fonte: Gay Times

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