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A Billboard fez uma matéria falando sobre o por quê os cantores veteranos deveriam cantar no máximo três canções novas em seus shows ou em suas turnês.

Na matéria, Mara Reinstein deixa claro que ama Mariah Carey, mas que alguns artistas deveriam apostar mais em hits antigos do que em músicas novas. Confira abaixo:

Primeiras de tudo: eu adoro Mariah Carey. Eu costumava ouvir o Greatest Hits no meu Discman toda vez que eu pegava um vôo porque a música dela me acalmava! É por isso que fiquei feliz em vê-la em um concerto no Radio City Music Hall, em março.

Mimi estava em sua melhor forma naquela noite, atravessando o palco como uma chefe. “Always Be My Baby”. “Fantasy”. “Dreamlover”. Seus fãs – ela ainda os chama de “Lambs” – cantavam todas as músicas. Então, durante sua interação com o a plateia, entre as canções, ela falou uma frase que me desmotivou.

“Essa aqui é do meu novo álbum …”.

Ok, claro, isso era inevitável. Ela lançou o Caution em novembro. Ela seria uma tola por não promover seu mais recente trabalho, e Mariah Carey não é boba. As músicas, no entanto, são um som quieto e intimista e não combinam exatamente com uma multidão exuberante que amadureceu durante o auge dos anos 90. E a mudança de clima foi palpável. O público que tava cantando todas as músicas junto com ela, emudeceu. Todos estavam de volta nos confortáveis ​​bancos de veludo. Eu vi pessoas suficientes circulando pelos corredores dando deixas de que talvez não voltassem. Que alívio quando ela trocou de roupa para interpretar uma versão elevada de “Vision of Love”. Estávamos de volta.

O desvio da set list me tirou tanto daquele momento anterior, que me sentei no luxuoso assento de veludo e concluí que certos artistas deveriam aderir a uma regra estrita: Três novas músicas por concerto, no máximo. Tem um álbum que acabou de ser lançado? Legal. Nada de novas canções, mas ainda muito orgulhoso do seu último novo álbum de alguns anos atrás? Excelente. Três músicas. O poder de três permite que o artista introduza apenas material novo o suficiente para educar e entreter o público, sem perder a boa vontade dele. Parece justo o suficiente, não?

Eu estou chamando isso de Regra das Três. E agora que institui a Regra das Três, deixe-me ser clara sobre os critérios. Obviamente, isso não se aplica a todos os que estão prestes a sair em turnê neste verão. Há uma avalanche de cantores que estão experimentando o primeiro (ou o segundo) gosto de sair em turnê por aí. Esses artistas são populares por causa do novo material. Vá lá e divirta-se, Billie Eilish, Luke Combs e Post Malone.

Cantores no melhor momento de suas carreiras, que podem estrear um novo álbum na 1ª colocação sem suar a camisa, não precisam se preocupar com a Regra das Três. De fato, os fãs de Ariana Grande provavelmente prefeririam que ela passasse por “7 Rings” e “Thank U Next” em vez de seus confetes pop mais antigos. Taylor Swift, Halsey, Drake, Jonas Brothers e Imagine Dragons também podem se aventurar.

No outro extremo do espectro, alguns veteranos sabem que não se afastam do material que os transformou em lendas. Como Elton John, Bob Seger, KISS e Cher, todos atualmente em suas extensas turnês de despedida. Seger lançou um álbum recentemente, em 2017. John’s Wonderful Crazy Night foi lançado em 2016. Mas eles são lendas em parte por causa de seus shows. As pessoas estão clamando para ouvir “Night Moves” e “Your Song”, respectivamente, e esses artistas entregam os produtos. Esses cantores antigos não estão apenas evitando faixas dos últimos álbuns, eles raramente se aventuram fora do século XX.

Mas artistas como Carey, Green Day, Pearl Jam e Eminem? Aqueles que não são gerações fora do seu auge, mas cujos singles não se elevam mais nas paradas? Atenha-se à Regra de Três. Por favor, eu estou te implorando. Quando Madonna lançar seu novo álbum este ano e continuar a sair em turnê, eu vou fazer uma oração para ouvir quatro faixas do Like a Prayer. O mesmo vale para Like a Virgin, Ray of Light e Music. Eu não bebo álcool durante os shows. Eu não preciso da famosa “pausa para banheiro” quando entra uma nova música.

Olha, eu entendi. Neste ponto de suas carreiras, esses artistas devem estar cansados ​​de regurgitar o mesmo material toda hora. Eles não querem ser relegados ao terrorismo do Oldies Act, e eu respeito isso. Bryan Adams está pronto para lançar um novo álbum chamado Shine a Light no próximo mês. Tenho certeza de que ele está feliz em tocar suas faixas no concerto – ao contrário de “Summer Of 69”, um hino lançado no verão de 1985 e escrito em algum lugar entre esses dois anos. Essas músicas clássicas não envelhecem necessariamente porque as novas gerações se interessam por elas…mas os artistas sim.

Exemplos como Carey, Adams e Madonna poderiam facilmente seguir seus sucessos icônicos por mais uma década. Para seu crédito, muitos ainda gostam de deixar sua criatividade fluir na forma de um novo álbum. Para isso, aplaudimos seus esforços. Nós simplesmente não estamos inclinados a aplaudir as músicas em um concerto.

Quanto a Mariah Carey? Tenho uma visão de amor por ela e seus colegas: siga a Regra dos Três de agora em diante. Nós já conhecemos as letras. Você só tem que cantar junto.

E você, o que acha?

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