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A cantora fala sobre política de identidade, Black Lives Matter e acesso à assistência médica

“Votar é muito importante porque é uma forma de nos mostrarmos para nós mesmos e nossas comunidades. É uma oportunidade para homenagear nossos ancestrais – aqueles que não puderam votar por causa do racismo e sexismo – e eleger pessoas que podemos responsabilizar. Tenho muito orgulho dos jovens que estão se organizando, principalmente os negros, que estão liderando este movimento. Tudo parece tão desesperador, mas quando vejo o poder organizador e as pessoas que estão liderando este movimento, fico esperançoso porque este é o futuro do nosso mundo.”

“Uma das razões pelas quais escrevi minhas memórias foi para‘ emancipar ’minha identidade racial – ela tem sido uma fonte de mal-entendidos e dor quase debilitante. Não havia ‘uma maneira’ de falar sobre isso. É muito complexo. Não se trata apenas de preto e branco, que nem sempre é apenas preto e branco. Para mim, também tem a ver com classe e abandono. A política de identidade é tão pessoal e tão difundida – não é apenas a sua aparência, é sobre como você é capaz de – ou incapaz de – mover-se pelo mundo. Cresci como uma estranha, mas ainda há muitas pessoas que procuram um espaço que as aceite e honre como são. A ampliação do movimento pela justiça racial, com o apoio de um mosaico de origens e identidades, já era necessária.”

 

“Fomos socializados para acreditar que a pobreza é um fracasso pessoal, e não nossos sistemas falhando. Minha educação não foi convencional, para dizer o mínimo. Tínhamos pouca estrutura e pouco dinheiro, e pouco apoio social para nos sentirmos aterrados. Há momentos em que não consigo acreditar que era uma menina que morava em barracos, que sempre se sentiu insegura, pouco cuidada, solitária e perpetuamente assustada. Há uma vilanização daqueles que têm necessidades não atendidas, seja o acesso a cuidados de saúde (incluindo cuidados de saúde mental), ajuda financeira, moradia acessível, sem falar da oportunidade de rir e encontrar alegria além do trabalho.”

“Em 2016, quase metade dos eleitores qualificados não votou. A cada dia, desde aquela eleição, vivemos com as consequências dessa inação. Precisamos de uma liderança pronta para avançar. Temos que lutar uns pelos outros e por nossos futuros compartilhados. ”

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