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James Packer

O bilionário James Packer, ex-noivo de Mariah Carey, deu uma entrevista pata o jornal australiano The Australian, e falou a respeito da cantora e como está dando a volta por cima depois de alguns anos turbulentos nos negócios e na família. Confira abaixo os trechos onde ele fala sobre a Mariah.

Ele se refugiou aqui contra a turbulência dos últimos anos, que o empurrou até o abismo. “Dois anos atrás eu estava aterrorizado. Eu tinha 2,3 bilhões de Dólares de dívida na CPH [Consolidated Press Holdings, sua empresa privada], mais de 3 bilhões de Dólares de dívida na Crown, eu acabei de nomear Rob [Rankin como presidente], Macau estava caindo e  Gretel (sua irmã) estava batendo na minha porta. Então, um ano depois, eu tenho a China desmoronando, os negócios do cassino australiano estavam com falta de grana em grandes quantidades, e Mariah terminou comigo, aí eu pensei: ‘que merda!'”.

Packer foi apresentado a Mariah Carey por Brett Ratner, um dos amigos mais próximos de Carey e produtor de muitos de seus vídeos. Depois de um romance turbulento, ele e Carey estavam com planos de se casarem em Bora Bora, na Polinésia Francesa, no dia 1º de março do ano passado. Mas nunca aconteceu. Packer interrompeu o noivado em outubro. Carey teria mantido seu anel de noivado de 10 milhões de Dólares e teria solicitado uma indenização de  50 milhões de Dólares.

“A resposta é complicada”, diz Packer quando pergunto por que ele se envolveu com Carey. “Eu estava em um ponto baixo na minha vida pessoal. Documentar as negociações com minha irmã estava levando mais do que o esperado. Brett Ratner nos colocou juntos. Ela era gentil, vibrante e divertida. Mariah é uma mulher intensa. Ela é muito brilhante. Mas foi um erro para ela e um erro para mim”.

Foi um momento de família para Mariah Carey como ela trouxe seus adoráveis gêmeos de cinco anos de idade, Moroccan e Monroe para a estreia do filme “Batman Lego”.

Carey, que faz a voz da personagem McCaskill no filme de animação, disse a Renee Bargh do “Extra” que seus filhos estavam “muito animados por estarem aqui”.

Mariah Carey e seus gêmeos. AFP/CHRIS DELMAS.

A cantora de 46 anos acaba de lançar um novo single na sexta-feira depois de provocar os fãs com uma prévia dele no episódio de seu reality show “Mariah’s World” no último domingo. O single, “I Don’t”, foi considerado uma balada de rompimento, escrita sobre o ex de Mariah, James Packer.

Mariah não negou ao “Extra” que há algumas semelhanças com sua própria vida nas letras da canção, dizendo que ela “percebeu que havia alguns paralelos”, mas “precisava fazê-lo”.

Claro, o “Extra” teve que perguntar sobre ela mostrando seu corpo com lingeries e stilettos (sapatos) enquanto trabalhava nas mídias sociais. A resposta épica de Mariah? “Existe alguma outra maneira de trabalhar, querida?

“Batman Lego” sai em todo o país no dia 10 de fevereiro.

Publicado por: Extra | Renee Bargh em 05/02/2017.

Mariah Carey já pode ser dona da temporada natalina com a onipresente “All I Want For Christmas Is You”, mas como os seus (muitos) registros na Billboard mostram, Mimi nunca foi de sair do topo enquanto ela está à frente.  É por isso que uma série de shows com temas festivos desde 2014 no Beacon Theatre de Nova York, em homenagem ao sucesso alcançado, está, rapidamente, se transformando em uma tradição, destinada a comemorar 20 anos de seu álbum-mãe, Merry Christmas, a uma instituição da Big Apple – de onde duas das maiores lambs da Billboard, Adelle Platon e Natalie Weiner, tiveram que assitir pessoalmente.

A seguir, as duas editoras discutem o show (eles assistiram ao show do dia 13 de dezembro), das melhores baladas de Natal de Mariah aos seus mais gratificantes momentos de diva.

Natalie Weiner: Então, o que você estava esperando encontrar no show?

Adelle Platon: Basicamente, um “país das maravilhas” festivo de Mariah com geleias e decorações de Natal.

NW: Bem, felizmente, sinto que isso foi exatamente o que nós tivemos – pessoalmente, eu não tinha certeza do grau da qualidade da breguice que ia ser. Estava, ligeiramente, preocupada que seria surreal para os verdadeiros fãs como para nós.

AP: Na verdade, não era tão brega. Ela colocou um monte de elementos tradicionais do natal, como bailarinas em Nutcracker-esque leotards, jubilante e extremamente talentosas crianças, um coral gospel, uma trupe de bailarinos adequados (e, ocasionalmente, sem camisa)… bem, talvez não tão tradicional quanto a esta última parte (Risos). Eu não estava preocupada, porque Mariah sempre faz isso com tudo o que ela faz.

NW: Você é uma fã mais verdadeira que eu – eu estava nervosa. Mas no final, minhas preocupações eram infundadas. De cima para baixo, foi uma explosão.

AP: Ela até jogou presentes na plateia, então, realmente, era tudo sobre #festa.

NW: Uma coisa que, também, me surpreendeu mesmo foi a plateia fora do comum. Era, realmente, diversa: jovens, idosos, homens, mulheres, todas as etnias… e todo mundo estava tão animado! Literalmente, em seus pés a partir do número de abertura até o grande final.

AP: Sim! Eu não esperava que fôssemos ficar de pé o tempo todo.

NW: Eu teria usado sapatos diferentes, para ser, perfeitamente, honesta.

AP: Mas os saltos nos ajudaram a ver acima das pessoas à frente, então acho que valeu a pena.

NW: Verdade – nós nos interagimos muito mais facilmente com MC.

AP: Eu não esperava que ela compartilhasse os holofotes com as crianças (que eram, absolutamente, dançarinas insanas) e Trey Lorenz (que cantou uma música gospel arrebatadora com o apoio do coral Sounds of Victory), mas ela precisa disto para entreter a multidão durante suas trocas de roupa (Risos).

NW: Com certeza – foram quatro, afinal. A segunda música, “Charlie Brown Christmas”, foi intrigante – ela, realmente, tentou reencontrar a cena de Natal de Charlie Brown, onde todos os personagens do Peanuts dançam para “Linus e Lucy”, mas… mais sexy. Foi, também, um momento muito “Mãe”, com Mariah perguntando a todas as crianças no palco o que o Natal significava para eles. Além disso, ela provou sua fluência meme – uma das crianças referenciou a hash tag #UNameItChalleng em sua resposta…

AP: Ela estava, apenas, mostrando que ela estava com a juventude – eu tenho certeza que tinha a intenção de deslumbrar Roc, Roe e seus momentos de brincar. Esse segmento animado durante “When Christmas Comes” também foi um pouco estranho. Era a versão dos desenhos animados de Mariah em “Heartbreaker”, mas em um terno skimpy de Papai Noel… Em que ela vai da neve para a praia com um cara forte animado. Eles também usaram isso na encenação.

NW: Eu senti que o momento em que ela, realmente, se mostrou para as pessoas, vocalmente, no entanto, foi em “Joy to the World” – ela começou com apenas o piano (gritou para Big Jim Wright, que combinou em branco com Mariah), em seguida, foi grandiosa.

AP: Sim! Eles foram um ótimo par.

NW: Ela soa tão bem nessas músicas clássicas de Natal… como elas são, realmente, muito difíceis de cantar, especialmente, de uma maneira interessante, mas ela as torna tão evocativas. E minimiza o fator brega.

AP: Sua voz adiciona um tom abafado aos favoritos sazonais, também. Ela ter seus peitos para fora não é, totalmente, destinado para as crianças, mas ela mantém esse aspecto de sua marca intacta, juntamente com todos os dançarinos de cintas amarradas carregando-a em torno do palco.

NW: Sim, Mariah, definitivamente, ama um pouco de sedução, como evidenciado em todos os movimentos que aconteceram no palco durante sua performance de Natal.

AP: Também: ela ainda segura a orelha e o dedo meneia toda vez que ela emite os whistles.

NW: Eu sei – tão perfeita.

AP: #marcante

NW: Nós conversamos um pouco depois sobre como ela meio que faz um esforço para parecer relacionável de uma forma que estrelas de seu calibre, geralmente, não. Como quando ela estava falando sobre como ela só tem “olhos secos”, e repreendendo a mídia em geral para relatar que ela estava chorando durante um dos shows: “Nós não precisamos de uma festa de piedade, não há nada de errado”. Então ela falou sobre querer comprar lenços da Louis Vuitton, que mata meu argumento de relatabilidade (Risos).

AP: Eu acho que foi, também, para responder à mídia que tem insinuado que ela está em um estado emocional pós-James Packer – ter pedido o lenço da Louis V. foi o melhor.

NW: Voltando à música, seu desempenho em “O Holy Night” também foi caótico – ela trouxe o tradicional calor natalino. As luzes do Norte no cenário estavam no ponto.

AP: Sim, muito estelar – meio que um trocadilho.

NW: Eu não posso superar isso.

NW: Eu não entendo como as pessoas podem brincar que Mariah não é mais a mesma – mesmo que, talvez, 15% menos poderosa do que ela estava em seu auge, ela ainda é cerca de 9 milhões de vezes melhor do que a concorrência. Qual foi sua parte favorita?

AP: Eu sei que isso não está relacionado ao natal, mas o medley de “Emotions”, “We Belong Together” e “Hero” foi, verdadeiramente, um presente. Não me lembro da última vez que a vi cantar “Emotions” e “Hero”.

NW: Foi perfeito – eu, definitivamente, não tinha visto essas músicas. Ela estava em seu elemento: a energia estava certa, ela estava em seus brilhos…

AP: Sim! E ela estava, realmente, cantando. Sem material de sincronização labial.

NW: Desde quando eu a vi, toda vez que ela entra no palco ela se apresenta como se ela ainda tivesse algo para provar, sabe? Ela trabalha mesmo.

AP: Sim, concordo – ela ainda faz um show.

NW: As pessoas falam, mas é uma incrível quantidade de trabalho, apenas, para manter sua voz da maneira que ela tem. Ela foi tão, perfeitamente, equilibrada sendo um pouco religiosa, mas não religiosa, um pouco inautêntica, mas não muito inautêntica – apenas diversão, coisas boas e entretenimento. Além disso, acho que é importante notar que o elenco foi quase, inteiramente, negro – e um bom momento de Mariah andando a pé.

AP: Oh sim – definitivamente, um show que agrada os pais com seus filhos, casais, fãs de Mariah, adoradores do natal, etc.

NW: De qualquer forma, Mariah foi, provavelmente, o melhor presente que eu vou conseguir neste Natal. Algum último pensamento?

AP: O mesmo. Eu a amo ainda mais agora (Risos). Mais do que isso… Fico feliz que ela ainda trabalhe com os mesmos backing-vocals, Trey Lorenz e Mary Ann Tatum. Ela manteve sua equipe principal com ela por décadas, parece – até mesmo Bryan Tanaka voltou a dançar com ela no dia. Além disso, fico feliz por ela não ser uma estátua, e ficar escorada através do palco em seus ajustes apertados, glamourosos. Quando podemos ir novamente?

Publicação: Billboard em 15/12/2016.

Uma diva continua sendo uma diva se finge ser uma diva?

Fontes dão conta que nem todos da equipe de Mariah Carey estavam felizes quando a esquiva cantora assinou para estrelar o documentário Mariah’s World no canal E!. Alguns membros da equipe de Carey aparentemente, temiam que o programa pudesse manchar a reputação da cantora: “Alguém da estatura de Mariah não deveria estar fazendo isso”, disse um deles à Page Six em março. A Page Six relatou que a empresária de Carey, Stella Bulochnikov, respondeu a essa pergunta de maneira bem “sutil”: “Foda-se e não me ligue mais. Você é um idiota.”

A fonte anônima não deveria ter ficado com medo. Não há nada embaraçoso ou preocupante sobre Mariah’s World, que finalmente estreia no canal E! neste domingo. Isso não faz de Carey um alvo de piadas cruéis como aconteceu com Paula Abdul por causa de Hey Paula; Ele (o programa) não a descreve como alguém à beira de um colapso como com Whitney Houston em Being Bobby Brown ou, aliás, a própria Mariah em seu infame episódio no MTV’s Cribs – que foi exibido poucos meses depois de Mariah fazer uma aparição bizarra no T.R.L antes de ser internada por exaustão.

Quando ainda engatinhava, o gênero era muito mal falado e ninguém ainda tinha estabelecido regras de como se fazer um bom reality – as celebridades pós-Kardashian de hoje, sabem como jogar o jogo.

O que nos leva ao Mariah’s World, um reality show que ultrapassa as barreiras: Ele (programa) começa com uma introdução de “Bianca“, a arqui-inimiga de Carey – que é, naturalmente, apenas Carey, com uma peruca marrom e um sotaque britânico auto-conscientemente terrível. “O mundo não sabe o quão terrível [Mariah] realmente é”, ela diz, preparando o palco para uma hora deliciosa de comportamento “exagerado” da diva.

E o show faz o seu melhor para nos mostrar isso. Mariah salta para o mar do iate do seu noivo bilionário, usando um vestido e um colar de diamantes; Ela aparece duas horas atrasada para um ensaio de dança; Ela dá suas entrevistas esparramada em uma espreguiçadeira, vestida com um corpete de couro envernizado e sem calças. Em um certo ponto, ela agita seus cílios enquanto dois assistentes lhe calçam uma sandália altíssima. “Oprah me disse, não deixe ninguém pensar que você não sabe como colocar seus sapatos mais,” Carey suspira enquanto seus assistentes “lutam” com o sapatos. “O problema é que esses sapatos são muito difíceis de calçar. Eu não consigo colocá-los sozinhos. Não vou mentir sobre isso.”

Nesse momento você tem a ideia exata do que se trata o programa. Mariah’s World não é um reality sobre Mariah Carey – é um programa que apresenta a cantora no papel de “Mariah Carey“. Em certo momento, depois de explicar que está prestes a visitar a Europa pela primeira vez em 10 anos, acrescenta, secamente, que isso não pode ser verdade, porque ela nem sequer tem 10 anos.

Os coadjuvantes do reality são, além de Stella Bulochnikov, a nova assistente aterrorizada, o cabeleireiro simpático, os dançarinos – que são totalmente esquecíveis com a possível exceção do dançarino que Carey seria fotografada beijando meses após o programa ter sido gravado. (o relacionamento de Packer e Carey ainda estava de pé quando Mariah’s World estava sendo filmado e, aparentemente, será uma sub-trama ao longo do programa. De acordo com a TMZ, eles terminaram, em parte, porque ele odiava a ideia de ela estar participando de um reality show. Talvez o próximo álbum de Mariah devesse se chamar Ouroboros).

Essa história da Page Six sobre o drama de Mariah com James não é mencionada no primeiro episódio de Mariah’s World. A estreia, entretanto, dá espaço para outra manchete do Page Six piscar na tela: “Por que a empresária de Mariah Carey é chamada de ‘ditadora’?”. “Stella é a coisa mais distante de uma empresária. Ela é produtora de TV “, disse uma das fontes. Se assim for, ela, certamente, sabe como fazer Mariah’s World dar certo… muito certo.

Fonte: Vanity Fair
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