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Tablóides

Mariah Carey está se recusando a entregar seus registros médicos privados para sua ex-empresária – que está à procura de evidências de abuso de drogas e álcool – dizendo que a mulher está em uma tentativa desesperada de envergonhá-la e importuná-la.

De acordo com os documentos judiciais obtidos pela The Blast, Carey está exigindo uma intimação de Los Angeles, feita por sua ex-empresária, Stella Bulochnikov, como parte de sua batalha judicial. A cantora está essencialmente pedindo que o juiz decida que ela não precisa entregar as informações e documentos solicitados por Stella.

Carey diz que as intimações buscam registros médicos privados de dois de seus médicos, que são “irrelevantes para o assunto” da batalha legal em questão.

A cantora diz: “Bulochnikov, uma ex-empresária de confiança de Mariah, tentou colocá-la em uma luta legalmente sem mérito em uma tentativa ultrajante de assediar e envergonhá-la, violar a privacidade dela e usar informações confidenciais de Mariah sobre sua saúde para alavancar uma solução favorável. As táticas de Bulochnikov são violativas”.

Ela acrescenta que “um processo não concede a Bulochnikov um direito irrestrito aos registros médicos privados de Mariah quando a saúde de Mariah não está em questão”.

Mariah está exigindo a sanção judicial Stella no valor de US$ 10.215.

Nas alegações de Stella, ela exigiu que sua ex-cliente entregasse todas as comunicações entre ela, a ex-assistente Lianna Shakhnazaryan, Nick Cannon e outras pessoas de sua equipe de 15 de setembro de 2015 a 21 de novembro de 2017.

Stella está procurando especificamente por qualquer discussão sobre “estado mental prejudicado de Mariah Carey, funcionamento cognitivo prejudicado, percepção prejudicada, episódios de psicose e/ou delírios”.

Ela também exigiu que Mariah entregasse todas as comunicações entre a equipe falando sobre “o consumo de álcool e/ou uso de maconha, drogas ilegais e/ou narcóticos” de Mariah Carey, juntamente com qualquer recusa em tomar medicamentos e qualquer informação sobre os “transtornos de bipolaridade de Mariah Carey”.

As intimações foram enviadas como parte do processo que Mariah apresentou contra seu ex-assistente.

Mariah originalmente processou Lianna Shakhnazaryan, acusando sua ex-assistente de tentar chantageá-la por US$ 8 milhões com “vídeos íntimos” filmados sem sua permissão.

A cantora disse que a contratou em 2015 para ser sua assistente pessoal. Ela alegou que Shakhnazarian “se revelou uma extorsionista”.

A cantora processou Shakhnazarian por US$ 3 milhões em danos.

Shakhnazarian, em seguida, acusou Mariah junto com a ex-empresária, Stella Bulochnikov, com seu próprio processo acusando a estrela pop de rescisão injusta, retaliação de denunciante e assédio.

Um advogado de Shakhnazaryan disse ao The Blast: “Essas alegações infundadas são uma tentativa de atacar o caráter de minha cliente e desviar a atenção de um assédio no local de trabalho e um processo de rescisão injusta que ela apresentou hoje contra sua ex-empregadora, Mariah Carey. Minha cliente nunca fez nada que não lhe fosse especificamente solicitado enquanto trabalhava no curso e no escopo de seu trabalho como assistente pessoal”.

Mariah Carey diz que foi traída de forma gigantesca por uma ex-assistente pessoal que ela contratou. Mariah diz que a tal assistente secretamente fez vídeos dela fazendo coisas “embaraçosas” e está ameaçando liberar o conteúdo se a cantora não pagar a bagatela de  US$ 8 milhões.

O TMZ obteve uma cópia de um processo que Mariah acabou de registrar contra Lianna Azarian. Mariah diz que contratou Azarian em março de 2015 como Assistente Executiva. A cantora afirma que não demorou muito para que Azarian fosse à cidade com seu cartão de crédito, comprando coisas pessoais e também dizendo nas lojas que ela estava comprando coisas para Mariah, para obter descontos significativos.

Carey diz que, sem o conhecimento dela, Azarian estava secretamente filmando suas “atividades pessoais”, o que seria “embaraçoso”, e extremamente prejudicial, tanto pessoal como profissionalmente, se o material fosse revelado.

Mariah diz que Azarian mostrou alguns dos vídeos para amigos, dizendo que se ela fosse demitida ela os venderia.

Carey alega que estava pagando a Azarian até US $ 327 mil por ano, mas acabou por demiti-la em novembro de 2017, que foi quando, ela afirma, a chantagem começou. Carey diz que Azarian exigiu US$ 8 milhões e, se não conseguir, divulgará os vídeos e outras informações prejudiciais.

O processo não diz o conteúdo dos vídeos, embora alguns sejam descritos como “íntimos”.

Mariah diz que exigiu de volta os vídeos e outras provas de atividade criminosa, porém, sem sucesso. Ela está processando Azarian por danos não especificados, mas quer mais de US$ 3 milhões em indenização.

Mariah Carey não começou o ano passado muito bem após passar por problemas técnicos em sua apresentação de ano novo na Times Square em Nova York na virada de 2016 para 2017. Ela foi muito criticada por pessoas do mundo todo, tendo sua credibilidade abalada e sua imagem bem manchada por comentários negativos e opiniões tendenciosas dentro e fora da mídia (como se ela fosse a culpada). O que o mundo esqueceu foi da grande artista que Mariah Carey sempre foi, principalmente, da incrível arte de se reerguer que ela sempre mostrou ter. Uma artista que venceu preconceitos, a pobreza e a indústria musical, tornou-se a maior artista feminina de todos os tempos pelo seu alcance e potencial vocal, pelos seus hits e por suas incríveis vendas de singles e álbuns em todo o planeta, não seria morta por uma apresentação com sinais de boicote. Infelizmente o mundo é muito cruel, ainda mais com artistas de longa data como Mariah Carey, Céline Dion e Madonna que não são tão bem queridas pelas rádios como antes. Mimi se viu diante de uma nova missão: provar que canta ao vivo. Mas por que ela ainda teria que provar isto sendo que tantos artistas usam bases pré-gravadas ou só dublam, mas não perdem a credibilidade? Por que ela faz parte da trindade vocal ao lado de Whitney Houston e Céline Dion? Por que ela é uma das maiores influenciadoras do R&B? Por que ela sempre esteve no topo das paradas? NÃO! Ela sempre teve que provar que canta, pois ela influenciou uma geração a cantar desde seu primeiro singleVision of Love‘, bem como sempre foi conhecida pela sua voz versátil, potente e angelical. Claro que nada justifica as críticas duras que ela recebeu, mas Mimi é uma artista ativa e forte, ainda faz música e quer voltar ao mercado com um álbum novo que, de acordo com a Forbes, é um dos mais aguardados deste ano, então como lançar algo com a imagem ruim por menos culpa que ela tenha? Ela voltou à luta.

Em janeiro de 2017 depois de um show privado em Londres, Mimi preparou-se para lançar uma nova música. Mariah lançou um buzz single com o rapper YG (I Don’t) ao final do Mariah’s World exibido pelo canal E! e lançou uma versão remixada da faixa com a rapper Remy Ma. Infelizmente não houve uma promoção que levasse a música a um nível alto de performance na parada americana, mas a música chegou ao #89 da Billboard Hot 100 nos EUA. Ela fez uma performance com o rapper na TV americana depois de cantar ‘Vision of Love‘ e a versão sozinha da música em Dubai, nos Emirados Árabes Unidos, onde também cantou a regravação de ‘One More Try como homenagem a George Michael pela primeira vez (a música faz parte da lista de faixas do álbum Me. I Am Mariah…The Elusive Chanteuse de 2014). Antes de retornar a Vegas, MC realizou um show em Baku, no Azerbaijão após o Grande Prêmio de F1.

Logo ela retornou a Las Vegas para a sua última temporada de shows com a residência Mariah #1 to Infinity no The Colosseum no Caesars Palace. Em seguida embarcou com Lionel Richie em uma turnê realizada em arenas, a All The Hits Tour, apresentando-se antes de Mr. Richie (Mimi o chama desta forma com muito respeito e carinho), passando por 22 cidades sendo 19 nos EUA e 3 no Canadá.

Em meados da turnê, Mimi teve suas colaborações com French Montana lançadas em duas versões, sendo uma acústica, presenteando aos lambs com mais uma música e dando a Montana reforço comercial ao single original ‘Unforgettable‘ que chegou ao top 5 na Hot 100.

Na sequência, Mariah apresentou-se em Mashantucket, EUA e anunciou sua primeira turnê natalina, a All I Want For Chritsmas Is You Worldwide Tour que chegou a 11 apresentações, sendo 3 no Beacon Theatre em Nova York, EUA, 1 em Paris na França, 2 no Reino Unido, sendo um em Manchester e um em Londres, além de 5 datas no Caesars Palace em Las Vegas, EUA.

Logo após o anúncio, foi divulgada a assinatura de Carey com a Roc Nation (empresa de Jay-Z) como sua nova agência de carreira, o fim da gestão de Stella Bulochnikov e dois anos de residência com shows mais intimistas no The Venetian Las Vegas, um casino premiado pela Forbes Travel Guide em 2016. Mariah ainda apresentou-se na festa de comemoração dos 30 anos da AHF em Los Angels, EUA, uma das entidades mais respeitadas do mundo.

Até então, muitos feitos para quem foi “dada” como acabada e de carreira enterrada, mas estamos falando de Mariah Carey, uma verdadeira heroína que canta sua verdade até mesmo no natal, sua época preferida. A rainha do natal (ela não gosta do título, mas os fãs amam) voltou às paradas mundiais com seu super hit natalino chegando ao #1 no Spotify dos EUA, Reino Unido e Global, #3 na iTunes Mundial e registrando novas posições na iTunes americana, chegando ao #7 (chegou ao #11 em 2017) e #9 na Billboard Hot 100 dos EUA (seu pico era #11). 23 anos depois, ‘All I Want For Christmas Is You‘ não bastava ser o mais novo top 10 de Mimi (o último foi Obsessed que chegou ao #7 em 2009) nos EUA, voltou ao #2 na parada de singles britânica (o pico do single à época de seu lançamento em 1994) e fechou a véspera de natal com mais de 8 milhões de execuções pelo Spotify no mundo todo.

Mariah ainda lançou mais músicas como ‘The Star‘, tema da animação The Star (A Estrela de Belém – título do filme animado no Brasil) que é uma das nomeações ao Globo de Ouro de melhor canção original e ainda incluiu ‘Lil Snowman‘ como uma das faixas da trilha da animação ‘Mariah Carey: All I Want For Christmas Is You“, lançada em DVD e Blu-Ray, animação que rendeu à Mariah Carey o prêmio de reconhecimento “Angel for Animals” da PETA por promover a adoção de animais e destacar a responsabilidade de cuidar de um cachorro.

Então veio a grande notícia: Mariah Carey voltaria à Times Square para se apresentar na virada de 2017 para 2018!

Ela voltou, mas voltou dignamente maravilhosa e radiante. Com o tempo frio (-12° C) e com o mundo inteiro de olho em sua performance (alguns esperando um novo desastre), na dúvida de seu potencial, de sua voz, de sua capacidade de cantar ao vivo, Mimi foi anunciada por Ryan Seacrest 15 minutos antes de 2017 terminar como a atração principal do programa 2018 Dick Clark’s New Year’s Rockin’ Eve with Ryan Seacrest pela ABC. Ela brilhou e muito. Mariah Carey fez acontecer, fechou o seu ano cheio de vitórias e conquistas com uma performance linda de dois grandes hits mundiais: Vision of Love, conhecida e reconhecida com uma das músicas com mais melismas de todos os tempos e Hero, o tema de Carey no mundo todo. Uma paradinha em Vision of Love como um sinal de deboche fez muita gente pensar que ela iria falhar de novo, mas tudo foi muito bem cuidado e ensaiado para que ela executasse bem o seu primeiro single apesar do frio (que pode ter congelado um pouquinho a diva) e na sequência confortasse o mundo com carinho e amor ao som de Hero que é a assinatura de Mariah Carey onde ela vai (um show da Mariah Carey sem Hero não é um show da Mariah Carey).

Mariah foi notícia no mundo todo mais uma vez, mas de forma justa, sendo reconhecida e aclamada, inclusive pela Billboard que a intitulou “Queen“! De fato ela é mesmo a rainha de todos nós, lambs ou não, ela é Mariah, a cantora indescritível que sabe voltar ao topo e emocionar corações com sua voz. Muitos ainda continuarão maldizendo seu nome, desmerecendo seus feitos, sua voz, sua música, mas os fatos estão aí, os recordes provam sua relevância, os charts e os prêmios dizem quem é Mariah Carey, então deixem a rainha fazer o que ela sabe fazer: reinar!

BALANÇO TOTAL:

-> 48 shows (incluindo as performances de ano novo e no Jimmy Kimmel)
-> 6 músicas novas (incluindo o remix de I Don’t e as duas versões de Unforgettable)
-> 3 temporadas de shows, sendo 2 turnês (33 shows) e 1 residência (6 shows)
-> 2 prêmios recebidos
-> 2 animações natalinas

-> 1 indicação ao Globo de Ouro
-> 1 música no top 10 dos EUA e do Reino Unido

Desejamos a todos um incrível 2018 com muitas realizações e conquistas.
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Mariah Now Team

Kevin Fallon, do The Daily Beast, fez um texto para defender Mariah Carey dos haters e dos comentários do ex-coreógrafo e diretor criativo dela, Anthony Burrell. Confira abaixo:

Curvem-se para as realizações de uma das maiores estrelas pop do nosso tempo. Os Singles em primeiro lugar. A fênix que surgiu das cinzas de um colapso público com um dos maiores retornos da história da música. A estrela que aperfeiçoou a arte performática e fabulosa de ser Diva. A menina que tinha o alcance vocal- e ainda tem a maior parte dele.

Mas nunca antes houve mais motivos para adorar a rainha Mariah Carey do que agora que ela está fazendo o mínimo. Adorei Mariah Carey, essencialmente, por todas as três décadas da minha vida. Mas nunca antes me identifiquei com ela.

Como relatos do comportamento extravagante de Carey – o último deles sendo um grande chilique no set de filmagens do filme – flopado – The House, ainda sendo notícia, ela novamente se reinventou nas asas de um desejo universal: ganhar a vida com o mínimo de esforço.

Parece que 12 anos depois que seu álbum premiado com o Grammy foi lançado, a verdadeira Mimi finalmente foi emancipada. De saco cheio sobre o burburinho sobre sua voz, se ela continua a mesma, o quanto ela faz ou não playback, e o quanto ela ainda vale como uma estrela pop e artista ao vivo – especialmente após o desastre de Ano Novo – Carey não vai mais se irritar para te impressionar. Ela vai ouvir tudo isso e ainda sair na vantagem.

Meu novo momento favorito e que viralizou com um vídeo nas redes sociais é durante a coreografia de “Honey”, em que ela, digamos, faz bem cuidadosamente os passos de dança do vídeo da canção. Em uma tentativa remota de recriar a vitalidade de seu icônico videoclipe de 1997 para “Honey”, duas décadas depois, Carey da uma risadinha nervosa para o público.

Ela então não gosta tanto de dançar com a música – o que, vamos encarar, é que toda essa coreografia realmente requer – como ela se inclina ligeiramente, como quando você está ouvindo música em seus fones no escritório e balança sutilmente os braços, esperando que ninguém o veja. Mas, neste caso, milhares de pessoas pagaram muito dinheiro para vê-la. As batidas rapidamente diminuem e, em seguida, a expressão facial de Mariah se transforma gloriosamente para refletir um monólogo interno que eu gosto de imaginar: “Foda-se essa parte da música”.

É fácil traçar uma linha da desastrosa performance de Ano Novo de Carey – com um problema nos pontos eletrônicos, ela culpou questões técnicas por sua incapacidade de cantar o sucesso “Emotions” e sua saída do palco em vez de continuar dublando “We Belong Together”.

Outro vídeo que mostra Carey como se ela estivesse prestes a começar a cantar uma música e ao invés disso ela aponta o microfone para o público, duplica as alegações de mínimo esforço. A legenda do vídeo: “Mariah Carey está prestes a tirar uma soneca no palco”.

Carey demitiu seu coreógrafo de longa data e diretor criativo Anthony Burrell após a calamidade do Ano Novo, e agora Burrell está falando sobre a heroica falta de ética de trabalho de Carey, Em uma entrevista à Complex Magazine. “É típico da Mariah”, disse Burrell. “Mariah é clara: quando ela não quer fazer algo, ela não faz. Ela está se apresentando desconfortável e ta tocando o foda-se”.

Desculpe, Sr. Burrell! Essas performances não estão tirando o brilho dela, tanto que ela está brilhando mais do que nunca. “Tocando 0 foda-se”, você diz? Você está ciente, Sr. Burrell, dos tempos em que estamos? É a era do “Estou pouco me fodendo”. A capacidade de existir na sociedade sem dar a mínima é o padrão da existência humana.

Todos nós estamos trabalhando em empregos que não gostamos ou aquém do que merecemos, semanas e semanas intermináveis de trabalho, além de salário miserável. Estamos todos prisioneiros pela necessidade de realmente estar pouco se fodendo para sobreviver.

A icônica turnê de 2017 de Mariah Carey é uma inspiração para todos nós. É o pote de ouro no final do arco-íris. (Não é por acaso que os arcos-íris foram tão significativos na carreira de Carey). Por sinal, vimos Mariah Carey em turnê no último ano. Ela ainda é uma alegria no palco. Ela tem um senso de humor desenfreado e uma auto-consciência, algo que lhe permite personificar a diva tão grandiosamente, mantendo uma carreira viável.

Por sinal, alguém já cometeu a blasfêmia de chamar Mariah Carey de dançarina? Deixamos um show de Adele irritados por ela não dançar em “Rumor Has It”? Carey é um vocalista com um toque para o espetáculo. Um pouco de brilho e alguns passos de dança. Isso é tudo o que devemos esperar, e a energia que Carey investe nisso está além do ponto.

Estamos neste estágio estranho de música pop, onde os fandoms de alguma forma estão se envergonhando. É essa combinação estranha e feia, onde vamos aos concertos dos maiores artistas do mundo, ligamos as câmeras do iPhone no zoom máximo, e então simulamos as imperfeições performativamente.

Como é adequado, depois de anos de whistles afinadíssimos, o glamour minucioso e os movimentos de carreira cuidadosamente gerenciados, que as imperfeições me fazem amar Mariah Carey muito mais agora. Você faz absolutamente esse esforço mínimo, gata. Faça isso por todos nós.

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