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The Sweet Sweet Fantasy Tour

Como noticiamos aqui no começo do ano, Mariah Carey está sendo processada não só por não cumprir a agenda de shows na América do Sul em 2016, mas por também culpar os produtores do evento através de sua conta no Twitter. Na ocasião, a cantora traria a Sweet Sweet Fantasy Tour para o Brasil, Chile e Argentina.

Nós sabemos que a empresa contratante não cumpriu com o combinado, obrigando Mariah a quebrar o contrato e cancelar os shows devido ao não pagamento da produção do concerto.

Eles estão pedindo judicialmente pelo menos 500 mil dólares por cada show cancelado. A maior reivindicação vem de um tuíte de Mariah Carey, quando ela anunciou que os shows foram cancelados.

“Devastada por meus shows no Chile, na Argentina e no Brasil terem que ser cancelados. Meus fãs merecem mais do que alguns desses produtores têm os tratado”.

Nos autos do processo, os promotores afirmam que a declaração de Mariah foi  “complemente falsa e difamatória”. Eles também alegam que a declaração causou ‘”danos irreparáveis” à sua “reputação entre os espectadores e os artistas no meio musical”.

Agora, segundo o correspondente da ABC NewsAaron Katersky, através de seu perfil no Twitter, as acusações foram indeferidas pelo juiz:

“Violação de contrato, reclamações de difamação contra @MariahCarey trazidas por produtora musical sul-americana foram indeferidas por um juiz federal em Nova York”.

Parece que o jogo virou, não é mesmo?

A cantora multi-premiada se apresentou em Connecticut e levou o público à loucura.

“Estou tão feliz que vocês vieram de longe para me ver”, disse Mariah Carey, usando um vestido vermelho e saltos altíssimos. “Vamos ter um ótimo momento juntos esta noite”.

A hit maker do R&B subiu ao palco do Foxwoods Resort and Casino no dia 14 de outubro no Grand Theatre, marcando o primeiro concerto de Carey em Mashantucket desde sua turnê “Angels Advocate”, de 2010. Desta vez, ela nos trouxe o nostálgico show da “Sweet Sweet Fantasy Tour”.

O show começou com Carey sendo carregada para o palco em cima de um trono digno de seu título de “Rainha do R&B”. Ela anunciou que ela “veio para uma festa”, usando a frase de abertura de seu sucesso de 2005, “It’s Like That”.

O que veio a seguir foi uma set list que fez com que até os fãs mais comedidos se empolgassem. Carey acumulou 18 singles em primeiro lugar desde sua estreia em 1990, e seria difícil não ter boas lembranças de “We Belong Together” ou “Always Be My Baby” dominando as rádios no passado.

Apesar de uma carreira bem sucedida, Carey teve um passado tumultuado nos últimos anos, começando com seu período como jurada do American Idol em 2013. A partir daí, a superestrela sofreu um divórcio, uma grande lesão no ombro e duas performances catastróficas que foram televisionadas.

Com alguns de seus recentes fiascos em mente, era difícil não se sentir um pouco nervoso por Carey, especialmente antes de algumas das suas famosas notas agudas, mas cantora estava com tudo na noite de sábado – acertando todas as notas, brincando com o público e aparentando ter metade dos seus 47 anos.

Os destaques do show vieram quando Carey realizou seus sucessos mais icônicos, como “Emotions” e “Obsessed”. Antes de encerrar o show com “We Belong Together”, Carey cantou seu primeiro single, “Vision Of Love”, que também é uma das que mais exigem esforços vocais.

“Não deveríamos cantar esta música esta noite”, confessou Carey. “Mas foi o primeiro single, e vamos fazer isso apenas por diversão”.

Embora aparentemente não tenha sido planejada, a performance de seu single de estreia foi uma das experiências mais inesquecíveis de toda a noite. Ficou óbvio que Carey colocou todo o esforço necessário na música; Isso significa muito para seus fãs, e para a própria cantora. A nota final da canção foi tão ressonante e poderosa quanto em 1990.

Enquanto ela pode ter uma reputação de diva, a personalidade espirituosa e distintiva de Carey estava presente durante toda a noite. Ela fez uso frequente de suas muitas frases, perguntando ao público se eles estavam gostando da champanhe, tendo vários “momentos” e interrompendo o show para ter a maquiagem retocada pelo seu esquadrão de beleza.

A lenda do hip-hop estará bem ocupada nos próximos meses. Em novembro, ela embarcará com sua turnê “All I Want For Christmas Is You”, que passará por cidades da América do Norte e da Europa, incluindo Nova York. Além disso, ela está planejando o lançamento de um álbum ainda sem título em algum momento antes do final de 2017, pelo seu novo selo Butterfly MC Records, uma parceria com a Epic Records que foi fundada no início deste ano.

Depois de um estrondoso aplauso da multidão, Carey fechou a noite com uma performance de seu oitavo single #1, a ternamente inspiradora “Hero”. Enquanto ela cantava seu sucesso de 1993, as lágrimas começaram a escorrer pelo rosto perfeitamente maquiado da cantora . E por um momento, a diva era tão humana como o mar de fãs leais que vibravam com ela da plateia.

“Eu já acordo dessa maneira, natural – eu juro”, brinca Mariah Carey enquanto é maquiada. A vencedora do Grammy disse que estava pronta para lançar seu próprio programa porque, “Não tenho certeza se as pessoas realmente me conhecem”.

Agora, a Variety conversa com Carey sobre “Mariah’s World”, “Keeping Up With the Kardashians”, “American Idol” e mais …

Variety: Porque esse era o momento certo para lançar o documentário?
Mariah Carey: Porque estávamos nos preparando para a turnê, ensaiando, viajando… ia ser hilário. Mentira, eu não pensei que seria hilário – eu só queria fazer isso porque eu pensei que seria muito divertido.

V: De quem partiu a ideia? De você ou do (canal) E!?
MC: A ideia foi minha, pois sabia que sairia em turnê e queria documentá-la.

V: Você já pensou em fazer um programa como esse antes?
MC: Eu tinha pensado no passado, mas agora, me pareceu o momento certo, por causa do que estávamos fazendo criativamente com as apresentações e tudo mais.

V: Eu imagino que outras redes de TV já quiseram fazer isso com você. Você já teve outras ofertas?
MC: Eu definitivamente tive, mas nesse caso foi diferente, era nos meus termos. Tudo estava nas minhas mãos. A percepção de como filmar e que caminho seguir foi minha.

V: O que mais vamos ver no programa, além de sua turnê?
MC: Há tanta coisa que rola nos bastidores. Vale a pena sintonizar para não perder nada.

V: Quanto vamos ver da sua vida profissional com a tour vs. sua vida pessoal com seus relacionamentos e seus filhos?
MC: É um bom equilíbrio. Eu acho que você vê um pouco de tudo.

V: Quando o programa foi anunciado, ele foi descrito como os “sendo sobre os bastidores de sua turnê e casamento”. Houve alguma reedição dadas as mudanças em sua vida pessoal?
MC: Eu não tenho certeza, mas acho que podemos estar filmando algumas dessas reedições hoje [risos]. É difícil, porque eu não posso falar por alguém que está envolvido na minha vida pessoal. Queremos que todos sejam felizes, mas não é assim.

V: É estranho pôr sua vida inteira nas telas?
MC: Bem, eu não diria que é toda a minha vida [risos]. Foi um pouco estranho, mas, novamente, foi a minha escolha que é a forma como é.

V: Você esteve no centro das atenções por décadas e o mundo tem te seguido a cada passo. Este programa é uma maneira para você dizer: houve tantas coisas inverídicas escritas sobre mim, mas isso é realmente quem eu sou?
MC: Acho que sim, mas estou curtindo tudo. Mas quero que as pessoas pensem “ela é exagerada, ela é isso, ela é isso, ela nem sempre é séria”. Não sei o que as pessoas pensam de mim. Eu tive essa conversa com Ellen [DeGeneres] e eu estava tipo, “Eu não sei qual o maior equívoco sobre mim, porque eu não sei o que as pessoas pensam sobre mim.” Eu não sei.

V: Quando as pessoas sintonizarem a TV, o que você quer que eles aprendam sobre você?
MC: Eu realmente adoro diamantes e jogar os cabelos e passar muita maquiagem, mas, honestamente, não sou só isso? Sim, parte disso sou eu. Quero dizer, eu ficaria louca se alguém me desse um novo bracelete de diamantes? Sim. Mas isso não significa que só isso me interesse. Na verdade, eu sei o que é ser extremamente pobre, vivendo sozinha em Nova York – ou realmente viver com mais cinco meninas, todas dormindo em colchões no chão. Mas essa é a parte que as pessoas realmente não veem. Mas eu também não quero dizer, “Olhe para a minha vida. Veja o quanto sofri “. Eu não sou assim.

V: Qual a coisa que você acha que ninguém sabe sobre você?
MC: Eu espero que haja mais de uma coisa, porque seria muito triste se todos soubessem tudo sobre mim. Não tenho certeza se as pessoas realmente me conhecem.

V: Eu sei que você está chamando o seu programa de docu-série (junção das palavras documentário e série) – não um reality show – mas você é fã de algum reality?
MC: Não, eu não sou! Acho que só vi um na minha vida, e foi por isso que eu disse que não faria isso, a menos que fosse um documentário. Se as pessoas querem chamar disso (reality) porque isso os torna felizes, então isso é com eles, mas, para mim, é estilisticamente tão diferente.

V: “Keeping Up With the Kardashians” também é do E!. Você já assistiu?
MC: Talvez uma ou duas vezes. Mas isso é porque eu não assisto TV e, quando assisto, eu prefiro assistir a uma série que eu realmente gosto.

V: Você já teve experiências anteriores ao “Mariah’s World” – seu infame episódio do “Cribs” e o “American Idol”.
MC: Que é o pior.

V: Você trabalharia em outro reality musical?
MC: Eu teria que saber com quem estarei trabalhando. Nesse ponto, eles me colocaram com alguém que eu, realmente, não sabia e eu sei que a química era horrível e, basicamente, sendo que acabou agora, estou muito feliz. Eu faria isso de novo com alguém como Simon Cowell, talvez.

V: Obviamente, no momento em que você estava no “American Idol”, haviam toneladas de matérias sobre você e Nicki Minaj. As matérias eram verdadeiras?
MC: Sobre Nick Cannon?

V: Não, não, não – Nicki Minaj.
MC: Hummm, do reality. Bem, como eu poderia dizer isso? Eu não disse nada durante o programa, então continuarei a não dizer nada. Não vale a pena gastar tempo para lembrar desse horrível momento em que meus advogados me “obrigaram” a assinar o contrato (para o American Idol) apenas para ganharem suas comissões. Mas, tirando isso, foi bom pra caral…! [Risos]

V: Você já pensou em fazer mais episódios de “Mariah’s World” após os primeiros oito episódios?
MC: Sim. Se as pessoas gostarem, vou pensar melhor sobre isso. Depende do que eu estiver fazendo no momento – se estiver em turnê ou estiver em estúdio. Quando eu estou em estúdio eu não gosto de muitas pessoas a minha volta. Eu prefiro ficar sozinha ou com meu engenheiro (de som). Então vamos ver. É por isso que estou dizendo que é um docu-série. Cobre um momento específico, e muito importante, da minha vida.

V: Você já fez muitas coisas durante sua carreira. Qual os planos para o futuro?
MC: Oh meu Deus, eu tenho tantos (planos)! Eu tenho um monte de coisas diferentes que estou tocando agora, mas eu não tenho certeza se ainda posso falar. Estou muito ansiosa para dividir tudo com vocês, mas no momento certo.

V: Eu vi você em “Empire”, foi muito divertido.
MC: Oh, obrigada. Eu amo Jussie [Smollett]. Ele é um bom amigo. E, claro, Lee Daniels.

V: Existem outros programas dos quais você gostaria de participar?
MC: Na verdade não. Estou feliz por estar fazendo meu próprio programa. E há um outro programa que estamos planejando, mas te digo quando eu puder.

V: Então você está planejando algo?
MC: Sim, é muito emocionante.

V: Estão nos seus planos continuar dividindo seu tempo entre a música e a atuação?
MC: Honestamente, eu gosto de ambos, mas eu sempre amarei estar no estúdio, compor, gravar… Mas eu adoro fazer filmes e, é por isso que continuo dizendo a Lee Daniels: “É melhor você voltar e fazer um filme logo! Apresse-se! “Eu o amo como diretor, e outros diretores também, mas fazer “Precious” com ele (Lee Daniels) foi emocionante… Eu só tive um dia para me preparar, então foi exaustivo, mas muito gratificante.

V: Existe alguém com quem você queira gravar?
MC: Oh sim, mas eu não posso te contar! [Risos] Existem alguns e estamos trabalhando nisso agora.

Fonte: Variety

Uma diva continua sendo uma diva se finge ser uma diva?

Fontes dão conta que nem todos da equipe de Mariah Carey estavam felizes quando a esquiva cantora assinou para estrelar o documentário Mariah’s World no canal E!. Alguns membros da equipe de Carey aparentemente, temiam que o programa pudesse manchar a reputação da cantora: “Alguém da estatura de Mariah não deveria estar fazendo isso”, disse um deles à Page Six em março. A Page Six relatou que a empresária de Carey, Stella Bulochnikov, respondeu a essa pergunta de maneira bem “sutil”: “Foda-se e não me ligue mais. Você é um idiota.”

A fonte anônima não deveria ter ficado com medo. Não há nada embaraçoso ou preocupante sobre Mariah’s World, que finalmente estreia no canal E! neste domingo. Isso não faz de Carey um alvo de piadas cruéis como aconteceu com Paula Abdul por causa de Hey Paula; Ele (o programa) não a descreve como alguém à beira de um colapso como com Whitney Houston em Being Bobby Brown ou, aliás, a própria Mariah em seu infame episódio no MTV’s Cribs – que foi exibido poucos meses depois de Mariah fazer uma aparição bizarra no T.R.L antes de ser internada por exaustão.

Quando ainda engatinhava, o gênero era muito mal falado e ninguém ainda tinha estabelecido regras de como se fazer um bom reality – as celebridades pós-Kardashian de hoje, sabem como jogar o jogo.

O que nos leva ao Mariah’s World, um reality show que ultrapassa as barreiras: Ele (programa) começa com uma introdução de “Bianca“, a arqui-inimiga de Carey – que é, naturalmente, apenas Carey, com uma peruca marrom e um sotaque britânico auto-conscientemente terrível. “O mundo não sabe o quão terrível [Mariah] realmente é”, ela diz, preparando o palco para uma hora deliciosa de comportamento “exagerado” da diva.

E o show faz o seu melhor para nos mostrar isso. Mariah salta para o mar do iate do seu noivo bilionário, usando um vestido e um colar de diamantes; Ela aparece duas horas atrasada para um ensaio de dança; Ela dá suas entrevistas esparramada em uma espreguiçadeira, vestida com um corpete de couro envernizado e sem calças. Em um certo ponto, ela agita seus cílios enquanto dois assistentes lhe calçam uma sandália altíssima. “Oprah me disse, não deixe ninguém pensar que você não sabe como colocar seus sapatos mais,” Carey suspira enquanto seus assistentes “lutam” com o sapatos. “O problema é que esses sapatos são muito difíceis de calçar. Eu não consigo colocá-los sozinhos. Não vou mentir sobre isso.”

Nesse momento você tem a ideia exata do que se trata o programa. Mariah’s World não é um reality sobre Mariah Carey – é um programa que apresenta a cantora no papel de “Mariah Carey“. Em certo momento, depois de explicar que está prestes a visitar a Europa pela primeira vez em 10 anos, acrescenta, secamente, que isso não pode ser verdade, porque ela nem sequer tem 10 anos.

Os coadjuvantes do reality são, além de Stella Bulochnikov, a nova assistente aterrorizada, o cabeleireiro simpático, os dançarinos – que são totalmente esquecíveis com a possível exceção do dançarino que Carey seria fotografada beijando meses após o programa ter sido gravado. (o relacionamento de Packer e Carey ainda estava de pé quando Mariah’s World estava sendo filmado e, aparentemente, será uma sub-trama ao longo do programa. De acordo com a TMZ, eles terminaram, em parte, porque ele odiava a ideia de ela estar participando de um reality show. Talvez o próximo álbum de Mariah devesse se chamar Ouroboros).

Essa história da Page Six sobre o drama de Mariah com James não é mencionada no primeiro episódio de Mariah’s World. A estreia, entretanto, dá espaço para outra manchete do Page Six piscar na tela: “Por que a empresária de Mariah Carey é chamada de ‘ditadora’?”. “Stella é a coisa mais distante de uma empresária. Ela é produtora de TV “, disse uma das fontes. Se assim for, ela, certamente, sabe como fazer Mariah’s World dar certo… muito certo.

Fonte: Vanity Fair
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