Mariah Now é a sua maior fonte brasileira sobre a Mariah Carey. O site é totalmente dedicado para os fãs da Mariah. Acompanhe notícias, vídeos, entrevistas, participe de promoções e eventos. Todo conteúdo divulgado no site é criado ou editado por membros da equipe, qualquer conteúdo retirado daqui, mantenha seus devidos créditos. Somos apoiados pela Universal Music Brasil e pela Sony Music Brasil.

Notícias

mariah-carey-idol-16x9
Mariah Carey e sua equipe celebrou o lançamento oficial de seu novo disco, “Me. I Am Mariah – The Elusive Chanteuse”, hoje, dia 27, em Mônaco. A festa foi organizada no “Le Sport Club Monte Carlo” e contou somente com convidados especiais.

Mariah subirá ao palco do World Music Awards para receber dois prêmios. A premiação será exibida amanhã, 28, no horário nobre da NBC.

MC_MIAM

Quando você atinge a marca de 18 singles na primeira posição da Billboard Hot 100 – mais do que qualquer artista solo, e qualquer ato parecido na história, com exceção dos Beatles – e você ve o cursor gráfico dos charts caírem com os singles de um álbum novo, é melhor se preocupar.

Deste modo, quando Mariah Carey lançou “You’re Mine (Eternal)”, e o single atingiu a 88ª posição, gerando especulações sobre o primeiro álbum de Mariah em 5 anos, “Me. I Am Mariah…The Elusive Chanteuse”. Duas canções anteriores, “#Beautiful”, com participação de Miguel (e chegou a 15ª posição) e “The Art Of Letting Go”, que faz parte da edição Deluxe do álbum e sequer chegou a chartear, também tiveram desempenhos ruins. Atrasos que levaram o lançamento do álbum para terça-feira, 27/05, não fizeram nada para acabar com essas especulações.

Mas quando “Me. I Am Mariah” foi liberado para streaming no iTunes Radio, na semana passada, foi recebido com as melhores críticas desses 25 anos que compõem a carreira de Mariah Carey. Jim Farber, do New York Daily News, deu 4 de 5 estrelas ao álbum, observando que esse trabalho “leva Mariah de volta às grandes baladas e melodias formais que a fizeram ser uma estrela”.

O diretor de entretenimento da Us Weekly, Ian Drew (que era estagiário da Sony Music no final dos anos 90), concorda que “esse novo álbum marca o retorno de uma fórmula antiga. Mesmo que o álbum não possua grandes hits, como os que marcaram a carreira de Mariah Carey, ele reforça a reputação que ela conquistou como ‘cantora que canta’, uma vez que hoje em dia um bando de popstar, na verdade, não sabe fazer isso”, disse Ian, que fará um review positivo do álbum essa semana.

Ele caracteriza as canções como “R&B de verdade”, em contraste ao “R&B misturado com Música Eletrônica”, que domina os charts hoje em dia. O colaborador de longa data de Mariah, Jermaine Dupri, que co- produziu e co-escreveu em “Me. I Am Mariah…The Elusive Chanteuse”, disse que era essa a idéia, citando “The Art Of Letting Go” como exemplo.

“Essa canção foi o ponto de partida”, disse Dupri. “Queríamos dar aos fãs um gostinho de como o álbum seria. A voz dela está exposta, mais do que esteve em muito tempo. Não é um álbum Dance. Ela não está fazendo o que todos estão – ela está fazendo o que te fez cair de amores por ela na primeira vez”.

“Thirsty”, lançado há 2 semanas atrás como uma faixa de destaque (um single oficial ainda não foi escolhido) é uma faixa mais dançante. Mas Keith Caulfield, diretor associado aos charts e vendas da Billboard, disse que “o sucesso de ‘Chanteuse’ pode depender menos de números dos charts do que Mariah sendo criativa com a promoção do álbum. Ela é sempre sensação quando está na TV (o especial dela na NBC irá ao ar no próximo sábado), e essa é uma ótima maneira de mostrar às pessoas que o CD já está à venda”.

Caulfield prevê que Mariah “terá uma primeira semana decente”, embora ele acrescente que isso não será um bloqueio para que ela atinja o primeiro lugar: “‘Me. I Am Mariah’ sairá uma semana após o lançamento do Coldplay, ‘Ghost Stories’, que será bem grande”, mas ele alerta que ninguém irá tirar Mariah da parada: “Ela estava muito em baixa em um certo período”, ele diz, se referindo ao fracasso comercial e duras críticas ao álbum “Glitter”, de 2001.

“Mas aí ela voltou com ‘We Belong Together’, em 2005 – provavelmente o maior hit de sua carreira”, ele salienta.

Mariah Carey tenta inovar em novo disco, mas continua açucarada.

Trabalho que será lançado esta semana tem um dos piores títulos da história da música: ‘Me. I Am Mariah… The Elusive Chanteuse’

Javier Herrero – EFE

mariah292Mariah Carey publica esta semana um dos trabalhos mais árduos de sua carreira, ampliado e adiado várias vezes até sua publicação, com um dos piores títulos da história da música.

Me. I Am Mariah… The Elusive Chanteuse, algo como “Eu. Sou Mariah… A cantora que se esquiva”, devolve ao primeiro plano a artista feminina que mais vendeu na história, a única a conquistar o primeiro lugar sem esforço aparente nos Estados Unidos, e que desde We Belong Together anda mais do que distante de acertar.

Junto do cantor Miguel, esteve muito perto de alcançá-lo com #beautiful, provavelmente uma das melhores faixas do novo álbum, no que conseguiu atingir a virtude de algo que lhe falta, simplicidade, a partir de solos de soul, reminiscências costeiras e relaxadas, sem estridências vocais.

Depois do lançamento de seu segundo disco natalino, Merry Christmas II You (2010), a artista deu à luz a gêmeios, fruto de seu casamento com Nick Cannon  — filhos que, certamente, interviram no álbum — e logo espalharam-se notícias de que a cantora workaholic estava começando a trabalhar no próximo trabalho.

Triumphant (get’em), surgiu em 2012 como primeiro aperitivo, mas teve uma recepção fria, apesar de seu título. Não tardou para que viessem, então, sua participação falida e milionária como jurada do reality show American Idol, e outra tentativa frustrada de relançamento em julho de 2013 de Almost Home, que incluía a trilha sonora do filme Oz.

#beautiful enfim conseguiu entrar nos top 20 da lista norte-americana, abrindo caminho que se desenhou para outro possível título do disco, The Art of Letting Go, nome de uma balada clássica que chegou a ser apresentada oficialmente, mas que nem entrou no repertório do disco.

Sem seu eterno colaborador, Randy Jackson, Mariah o substituiu por Jermaine Dupri, trabalhando até o último momento e tentando, sem conseguir, atingir a alquimia de sucessos como Hero, Always Be my Baby ou My All.

Alguns meses depois, estreou sem pena ou glória You’re Mine (Eternal) e, na semana passada, o r&b Thirsty, o melhor da nova safra, ainda que careça da pegada dos antigos.

Com a exceção de sua interpretação de One More Try, de George Michael, é preciso reconhecer sua insistência em entregar material novo e não apostar apenas na fórmula manjada de versões que, em seu caso, seriam provavelmente um trabalho com standards de soul e, ao menos, lhe dariam menos dores de cabeça.

Em Me. I am Mariah…, é louvável o esforço de amadurecer e realizar um exercício que conduza sua música nefra, com menos corantes e menos naif que Charmbracelet (2002) ou Memoirs of an Imperfect Angel (2009), mas seu estilo está tão marcado que é difícil (e talvez contraproducente) tentar esquecê-lo.

Basicamente, Mariah substitui o açúcar branco pelo mascavo, que é mais natural e mais fácil de digerir, mesmo que siga acrescentando três colheradas em quase tudo. Isso pode ser visto na aproximação de estruturas clássicas do soul dos anos 1960 (Make it Look Good) e do disco-funk dos anos 1970 (na linha de You Don’t Know What to Do), revisitadas pelos produtores que as trazem para seu terreno urbano e lhes dão um ar de modernidade.

Encontramos ainda canções mais desnudadas, como Cry, um tema de piano atípico, sobretudo para inciar o disco, e outros mais elaborados, com ideias interessantes, como Money.

Ainda assim, falta imediatismo e consistência ao resultado final, um pouco mais de melodias diretas e menos arranjos, que são seu pior vício. Menos rizos supérfluos e gritos de golfinho.

E há ainda o título do disco, como autorretrato de alguém que sempre se conheceu como artista de sucesso: trata-se de um sintoma da honestidade, fruto de um exercício de introspecção ou mais um elogio narcisista?

Mariah Carey compartilhou em suas redes sociais um vídeo onde lambs do mundo todo cantam seu último single, You’re Mine (Eternal).

Ela também escreveu a seguinte mensagem:

“Muito obrigada a todos os fãs que cantaram You’re Mine (Eternal) comigo. Eu amei, espero que apreciem’

Confira ao vídeo abaixo:

[youtube id=”xYEq_bZYBVY” align=”center” mode=”normal” autoplay=”no” maxwidth=”400″]

Copy Protected by Chetan's WP-Copyprotect.