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Notícias

De acordo com site Hits Daily Double, o novo disco de Mariah Carey, Me. I Am Mariah…The Elusive Chanteuse, deve vender em torno de 65-70 mil cópias em sua semana de lançamento nos Estados Unidos, baseando-se em seu primeiro dia de vendas.

Seu álbum anterior, “Memoirs of an Imperfect Angel“, de 2009 abriu com 168 mil cópias em sua semana de lançamento nos Estados Unidos. Já o disco de 2008, “E = MC2”,  abriu com com 463 mil.

As fracas vendas seriam por conta do Memorial Day, porém Carey está em 2° lugar no iTunes, sistema mais popular de vendas digitais, e a edição limitada da loja de departamento, Target, já vendeu 80% do seu estoque estipulado para a primeira semana somente no primeiro dia.

Os outros lançamentos da semana estão com vendas muito inferiores a Mariah Carey, a previsão é que o cantor adolescente Austin Mahone venda entre 50 e 55 mil no seu debut, já a cantora britânica, Cher Lloyd, venda pifas 17 mil cópias.

Mariah também concedeu algumas entrevistas na noite de hoje, durante o World Music Awards e também na festa de lançamento do cd, em Monaco. É certo que ela não fará muitas aparições na TV nos próximos dias, somente um especial para o canal norte-americano, NBC (exibido neste sábado).

Apesar de o projeto ainda não ter um single de carro chefe definido, Mariah tem apresentado as canções de forma paliativa, testando como termômetro com o publico.

Em tempo, no novo chart criado na Billboard, batizado de Çbillboard Chart!,Mariah Carey está em #119 com It’s a Wrap e em #136 com Thirsty.

Acreditando também na divulgação online, a equipe de Mariah tem investindo em pequenos aplicativos para divulgar o projeto. Hoje foi divulgado em suas redes sociais um aplicativo onde é possível colocar uma foto dentro do frame com a arte da capa do cd. (Veja o aplicativo AQUI)

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Confira abaixo críticas de alguns dos principais jornais norte-americanos  para o “Me. I Am Mariah – The Elusive Chanteuse”:

Crítica do Los Angeles: A nova música de Mariah Carey está seu novo álbum Me. I Am Mariah – The Elusive Chanteuse”, ela seria duramente criticada por este título. Mas ela realmente fez valer todas as palavras que tem nele – o disco está  de verdade indescritivelmente  divertido. Ninguém realmente duvida da habilidade de Carey de saber cantar, mas com este novo disco, ela está modestamente perfeita, com a sonoridade contemporânea, sem a aquela necessidade de mostrar suas notas que quebram as janelas. Dedicated com o Nas tem um toque daquela Nova York do anos 90, com uma incrível produção. O seu dueto com Miguel em #Beautiful, é realmente muito mais atemporal do que a infeliz hashtag no título sugere. You’re Mine (Eternal) é um dos destaques do álbum, com sintetizadores nervosos, dando a sonoridade macia a música. Como uma grande geração de novos cantores do pop nos dias, como Ariana Grande, cresceram idolatrando Carey, ela voltou com seu som antigo na melhor forma. Este álbum é um deleite para aqueles que acham o título dele ruim, realmente é afirmação de uma identidade musical que ainda é muito relevante.

Crítica do Boston Globe: Sob a mão orientadora de seu antigo amigo, o produtor Jermaine Dupri, Mariah Carey teve ajuda de alguns de seus amigos – incluindo o rapper Nas,Wale, com o cantor de baladas românticas do soul, Miguel e com o a incrível gaita de Stevie Wonder. Me. I Am Mariah…  oferece  para nós desde as canções rítmicas de pop com hip-hop, baladas poderosas com pitadas gospel, e também muita música na linha old-school com uma pitada da época da discotecas.

Miguel injeta todo glamour e calor na batida antiga de #Beautiful, já a elegante Meteorite é uma canção irresistível, que deixaria Donna Summer com inveja, e Cry que mostra todos os altos e baixos de sua voz, mostrando que a voz de Carey ainda é poderosa. A sua voz comanda a canção.

KENTUCKY COURIER-JOURNAL: Me. I Am Mariah… The Elusive Chanteuse dá tudo aos fãs de Carey o que eles realmente queriam. O disco mostra a vibe muito forte de suas músicas dos anos 90, mostrando que a sua voz ainda é aquela. Ele ainda tem a participação dos excelentes produtores Rodney Jerkins e Jermaine Dupri. Às vezes é muito bom voltar ao passado.

The Daily Beast: Sentimo-nos um pouco decepcionados com o novo álbum de Mariah Carey. O disco que começa soando como as músicas antigas de Mariah, mas é apenas uma preliminar de que o projeto não vai a lugar algum. Estas mudanças são fundamentais para os órgãos que definem as baladas clássicas de Mariah. Porém aqui apenas constrói, constrói até não dar mais prazer de ouvir nada. O que é um lamento para o êxtase vocal de Mariah Carey, que estão longe de serem encontradas por aqui.

Seja como for, este novo álbum de Mariah é o melhor que ela tem feito em anos, mas longe chega ser tão bom quanto o que ela fez nos melhores anos de sua carreira. Tudo o que queremos em um disco de Mariah é uma celebração de seus talentos clássicos e também um toque moderno, histórico e discreto, e também autointitulado com seriedade e não com este nome. Nas como artista convidado, seus gêmeos cantando, e explorar o sex appeal, que acaba em uma viagem gospel a igreja? É o que encontramos dela aqui.

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O novo álbum de Mariah Carey, “Me. I Am Mariah…The Elusive Chanteuse”, FINALMENTE chegou e está melhor do que poderíamos imaginar.

Tem sido uma longa jornada para o lançamento do 14º álbum de estúdio de Mariah Carey. Ela se tornou mãe de gêmeos, frutos de seu relacionamento com o marido Nick Cannon, que enfrentou problemas de saúde. No verão passado, Mariah sofreu um grave acidente, quebrando suas costelas e pulso. E atraso após atraso, era incerto quando e o que exatamente poderíamos esperar de um novo álbum de Mariah Carey. Mas a espera valeu a pena.

Em seu novo álbum, Mariah soa mais forte, mais confortável e mais renovada do que ela tem sido nos últimos 10 anos. Em faixas como a de abertura do álbum, “Cry.” (uma belíssima balada acompanhada do piano) e “Camouflage”, que tem um coro Gospel lindo, ela eleva sua voz às alturas com mais poder do que ela demonstrou em seus últimos álbuns.

“#Beautiful”, com participação de Miguel, foi o hit perfeito do verão passado. Foi mal, “Blurred Lines”. E ela continuou com esse frescor em “You Don’t Know What To Do”, com Wale. O álbum todo é uma explosão de sentimentos.

Então, os haters já podem vazar! Clique AQUI para ver os 27 motivos que fazem com que Mariah Carey ainda seja a verdadeira diva da música.

Deixando o título de lado, Me. I Am Mariah – The Elusive Chanteuse, é algo de costume para Mariah Carey. Ela que sempre usa títulos muito estranhos (The Emancipation Of Mimi ou  Memoirs of an Imperfect Angel). Mas aqui a diva está completamente radiante, algo que não a víamos fazer há muito tempo. Ela deixou a sua música no centro do palco.

“The Elusive Chanteuse” chegou às lojas nesta terça-feira, e é o trabalho mais forte de Carey anos, o seu mais poderoso desde o seu grande retorno com o ‘Mimi’ em 2005. Na verdade, este álbum tem uma forte semelhança com o seu retorno anterior. É uma grande vitrine para sua voz que está exuberante. As músicas são nostálgicas e familiares, sem parecer que usou samples simples e recauchutados.  Ela está tendo um grande momento e sem esforço algum, um dos melhores álbuns do ano.

Liderando o time de Mariah Carey está o produtor Jermaine Dupri, que está em diversas canções, novamente ele trouxe o melhor para ela como performer, equilibrando entre o pop, músicas fortes do R&B e o sua pegada ao hip-hop, sem deixar que o disco perca a direção.

Carey reafirma os eu poder na poderosa balada Cry, a empolgante balada que abre com um piano gospel. Esta música passa uma sensação boa, é como se estivéssemos ouvindo clássicos antigos de Mariah Carey, como Vision Of Love ,Love Takes Time ou Can’t Let Go. Outros momentos de destaque para o disco são Camouflage, Heavenly (No Ways Tired/Can’t Give Up Now) e cover maravilhoso de One More Try de George Michael.

Inicialmente ficamos com muito medo em ver o produtor Mike Will Made-It na lista de créditos (Afinal, foi este homem aí que conseguiu fazer com que Miley Cyrus voltasse a fazer sucesso). Mas graças a Deus, Carey não estava interessada em se tornar a rainha do twerk.

Em vez disso, eles fizeram juntos Faded, uma balada dançante inspiradora, que se encaixa perfeitamente ao lado de seu mais recente hit, #Beautiful, uma colaboração com Miguel e também de seu mais recente single, You’re Mine (Eternal), que merecia ter feito muito mais sucesso.

Carey mergulha fundo no hip-hop em canções como Dedicated com o Nas e Thisty, que são um convite para pista de dança. Ela sussurra junto com os seus gêmeos, Moroccan e Monroe em Supernatural, que é uma doce canção de ninar cantada pela super estrela. Ela atinge as pistas de dança com a fluante e retro, You Don’t Know What to Do e também com Meteorite, começa com um trecho do pensamento mais famoso de Andy Warhol.

“Todo mundo será famoso mundialmente por 15 minutos,” fala Carey na canção. Ela conseguiu durar mais do que isto, obviamente. E com o “The Elusive Chanteuse”, ela ainda vai fazer um passei mais longo pela fama.

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