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Apesar das fracas vendas em seu período de pré-venda, o disco Me. I Am Mariah… The Elusive Chanteuse superou as expectativas em vendas na Austrália.

A quantidade de discos na versão deluxe que foi encomenda para o primeiro mês, foi vendidas em poucas horas, sendo 85% já comercializado. A Universal está lutando contra o tempo e encomendando novas cópias.

No iTunes o disco se encontra em segundo lugar na parada geral, somando as vendas da versão deluxe com a versão standard.

O que se pode dizer para uma estrela que consegue se manter como novidade aos 25 anos de carreira? Mariah pode ter dado alguns passos falsos nos últimos dois anos, mas quando se trata de seu décimo quarto disco de estúdio, que ficou sendo preparado por quatro anos,  isto é diferente. Isto não diminuiu em nada o interesse na diva que mais vendeu disco no mundo.

Talvez o título possa ser um pouco ridículo, Me. I Am Mariah… The Elusive Chanteuse, em partes é uma descrição precisa do novo corpo de sua música. Carey revisitou seu extenso catalogo no processo de criação deste novo projeto, ela precisou de uma ajuda de um amigo que fez uma lista com mil gravações suas. Isto pode parecer um pouco petulante para algumas pessoas, porém Mariah conseguiu recapturar alguns de seus grandes momentos de ouro do passado aqui.

A faixa de abertura, Cry, possui todas as características de uma balada de Mariah: pianos gospels, vocal sussurrado, que vão ganhando força ao longo da faixa, transmitindo o sentimento sincero da canção. O órgão escala juntamente com suas notas musicais, nos deixando boquiabertos e nos recordando daquela incrível voz que conquistou o mundo no inicio dos anos 90. Outro ponto positivo é a música #Beautiful, um dueto bacana e sensual com Miguel, que foi lançado no verão do ano passado. A música mostra uma Mariah confiante com o seu corpo, extremante sensual e poderosa. Quando pensou em fazer este disco, ela resolveu retratar o que aconteceu desde que lançou o Memoirs of an Imperfect Angel  em 2009 até agora. A evolução disto tudo é mostrada por aqui com muita transparente.

A arte de reconhecer os seus dias de glória que foram colocados no Me. I Am Mariah possui uma consideração. O seu fiel companheiro e produtor de longa data, Jermaine Dupri, está de volta em ação, participando desde os números mais pessoais, como nas musicas mais animadas. Supernatural conta com a participação dos Dembabies (os seus filhos gêmeos, Moroccan e Monroe), com irresistíveis vocais infantis e risadinhas, que foram inteligentemente colocadas ao longo desta balada de R&B, com a mamãe Carey cantando uma linda serenata para eles, mostrando todo o seu amor. Novamente na canção You Don’t Know What to Do, Dupri serviu para ajudar a sua diva a regressar a era da discoteca, colocando um piano em sua introdução para sentirmos muito bem o som do retrocesso.

Já em outra atmosfera do álbum, Hit-Boy ataca com Thirsty, uma música de hip-hop sarcástica, que possui um órgão orgânico, seguindo o mesmo exemplo de outro sucesso produzido por ele, Nigga in Paris de Jay Z e Kanye West. Q-Tip foi encarregado de trazer a barulhenta Metorite, que faz uma mistura de percussão com sintetizadores dos anos 70, como se tivessem vindo de outro mundo, casando de forma uniforme com os vocais de Mariah. Ambos são grandes destaques do álbum, pois possuem uma letra mais atual, que apesar de Mariah ter encontrado recentemente a sua felicidade pessoal e fraterna, a grande diva ainda não amadureceu e ficou mais séria.

Enquanto a maior parte do Me. I Am Mariah ainda é exageradamente fabulosa, ela não escapa de ter um ou dois erros. A balada Heavenly é uma típica música de alto ajuda, que parece ter ajuda dos finalistas do X-Factor no coral. Enquanto a versão sentimental de One More Try do George Michael, que mais parece a pertencer a um futuro álbum de cover de Mariah Carey, que talvez não demore muito tempo para ser lançado. E também, ‘Camouflage’, que talvez seja salve por um sentimento idiota de nostalgia, soando com o clássico dueto que ela fez com Whitney Houston em When You Believe.

Mariah Carey é tão indescritível como a cultura de hashtag, que foi criada pela cultura moderna popular, especialmente por sua participação com grande estilo no American Idol ano passado – mas é ainda é muito difícil de acreditar que o título é um recadinho para sua personalidade pública. Me. I Am Mariah… The Elusive Chanteuse possui um equilíbrio de dois momentos distintos, seja ele um toque mais pessoal, misturado com altos picos do pop da melhor qualidade.

Nós tivemos que aguardar MUITO tempo até que o décimo quarto álbum de Mariah Carey chegasse a nossas mãos. E nós temos uma coisa para avisar para a sua legião de fãs, que realmente valeu a pena esperar, sim confie em nós, valeu a pena…

Após o passo falso dado em 2009 com o disco, Memoirs of an Imperfect Angel, ela realmente dedicou o seu tempo e ainda teve ajuda de Fabolous, Mary J. Blige , R. Kelly entre outros.

Conheça abaixo os sete motivos pelos quais te deixarão empolgados:

1- O título:
Me. I Am Mariah… The Elusive Chanteuse pode ser o título com mais estilo de Mariah de todos os tempos. Superando Rainbow, Butterfly e E=MC2.

 

2- A contra capa:
Talvez ela seja indescritível, mas Mariah nos deu espaço para olharmos um pouquinho em seu mundo privado com estas obras de artes no álbum, que inclui um desenho feito por ela mesma aos 3 anos de idade na contra capa. Ela o descreveu com um auto-retato, onde ela está segundo um maço de cigarros (Vamos lá, Mariah…você não sabia que um maço de cigarros é um algo terrível para quem tem um alcance incrível de cinco oitavas?)

3. Fazendo-nos CHORAR litros:
O disco começa de forma estrondosa. A balada chorosa Cry dá o pontapé inicial no álbum, mostrando a qualidade rara que Mariah Carey tem para chorar com moderação. Em vez ir às alturas logo de cara com suas famosas notas, Carey se coloca um pouco atrás da balada tocada o piano, sem fazer muito barulho. A música tem um toque gospel, como se tivéssemos ouvindo algo antes de ir para igreja.

4. #Beautiful
A parceira com o Miguel já foi lançada há um tempo, então o que mais podemos falar sobre? Não precisamos falar mais nada sobre ela.

4-Oh, Hey Nas, não vejo você lá…
O Hit-Boy produziu Dedicated, com participação de seu antigo amigo, Nasir Jones como uma espécie de programa sentado-com-os-amigos cantando um típico hino de verão com Mariah. Mas desta vez, a música abre com o um sample de ODB e Nas chama todo mundo, desde o Master P, Doug E. Fresh, Run-DMC, Heavy D and Slick Rick, Fat Boys e Pee Wee Herman, dedicando esta canção a velha guarda.

5 –Wale fala para ela o que realmente fazer
Na canção “You Don’t Know What To Do,”, o trecho do rap diz: “É melhor que você mesmo cante, garota”, e ele tem razão.

6- Dem Babies
Os filhos de Mariah com Nick Cannon, os gêmeos Monroe e Moroccan, fazem a sua estreia na risonha e alegre “Supernatural “.

7 – Com muita sede
Uma parte do álbum tem um toque mais atual, graças a ajuda, sem brincadeira alguma, do Hit-Boy. Thirsty dá uma chance para Mariah ficar um pouco mais suja, falando sobre bebidas e um amante que quer aproveitar de sua fama. É Mariah, queridinho e só tem espaço para um estrela brilhar, e ela não é você.

De acordo com a fanpage do DJ Paul S, Faded é o novo single de Mariah Carey. Thirsty seria apenas um buzz single.

Mariah Carey continua promovendo o seu décimo quarto álbum de estúdio, ‘Me. I Am Mariah…The Elusive Chanteuse‘, que foi lançado no mercado digital no dia 23 de maio pela Def Jam Records.

Seguida da faixa buzz, Thirsty, produzida por Hit-Boy, a rainha resolveu que tinha que promover mais um single do álbum.

Finalmente, Faded, foi confirmada como quarto single, sendo o quinto no total, lançado desta era. A música foi escrita por Carey com Denisia “Blu June” Andrews, e Mike Will Made-It, que também a produziu.

A música terá impacto nas rádios norte-americanas em junho.

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