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Diva

Erika Goldring/Getty Images

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Introdução

O estilo de tapete vermelho de Mariah Carey, realmente, se parece com o som de sua música: É dramático, distintivo e apresenta uma variedade notável. E se ela está o enchendo de glamour com lantejoulas e brilhos ou exibindo seu corpo com lotes de tecido fino, a cantora de “We Belong Together” gosta de deixar seu interior “prima donna” brilhar sempre que ela tem a chance. Aqui, algumas das aparições no tapete vermelho mais sensacionalmente “diva-licious” de Mimi.

Ron Galella/WireImage

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1997

Talvez seja apenas a lente do nosso próprio carinho pelos anos 90, o obcecado look Calvin Klein no momento vintage da moda é muito, possivelmente, o melhor de Mariah de todos os tempos. A alta de fenda e o umbigo à mostra pedem atenção, mas a cor recatada do conjunto combinado com os saltos simples e os lindos olhos “smokey” (olhos pretos) deram o equilíbrio certo.

The LIFE Picture Collection/Getty Images

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2000

Diana Ross sabia uma coisa ou duas sobre como uma diva vestir-se, o que torna compreensível que Mariah iria puxar todas as paradas para seu desempenho em honra de Ross no show DIVAS 2000 VH1. Diana teria apreciado o top brilhante, quase mal emparelhado com jeans e saltos de tiras de Mariah.

Frederick M. Brown/Getty Images

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2005

Minimalismo? Que minimalismo? Para o Legend Ball de 2005, Mimi saiu com um vestido preto e branco volumoso emparelhado com luvas brancas envolvidas até os cotovelos que pareciam a indulgência alegre de uma fantasia de princesa de infância.

Daniel Zuchnik/FilmMagic

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2013

Em 2013, Mariah deslocou o ombro e quebrou uma costela durante a gravação de um videoclipe. Confinada a um elenco, uma “diva menor” pode ter ficado fora dos olhos do público, mas Mariah decidiu incorporar a tipoia ao seu estilo, tratando-a como um acessório. Aqui, ela ostenta uma versão de chifres na estreia do filme “The Butler“.

Steven Lawton/FilmMagic

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2015

Assim como as companheiras “glamourincríveisBritney Spears e Jennifer Lopez, Mariah Carey decidiu, recentemente, embarcar em uma residência em Las Vegas. No pontapé inicial para a sua residência, Mariah usou um vestido que combinava muita pele nua com uma ampla parte de brilho, provando que ela sabe que vai demorar para parecer fazer parte de Sin City.

Mark Robert Milan/GC Images

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2016

Ninguém diz “eu canto R&B sensual” indo até um evento com um casaco de pele maciça. Isto é apenas o que a cantora de “Don’t Forget About Us” fez na Arena O2 de Londres em março deste ano, provando que ela sabe como canalizar alguns graves “old-school” glamorosos.

Evan Agostini/Invision/AP

Evan Agostini/Invision/AP

2016

Beyoncé e Mariah Carey não se encontram com muita frequência nos dias de hoje, mas as suas escolhas indumentárias mostram que elas ainda têm algumas coisas em comum – como um amor para este vestido animal Balmain com lantejoulas impressas em que ambas foram vistas vestidas. Mariah usou o número cintilante com meia arrastão e peep toes Christian Louboutin para os Upfronts NBC, em 2016.

Evan Agostini/Invision/AP

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2016

A cantora de “Touch My Body” de longe nunca foi de recuar de seu próprio apelo sexual. Mariah mostrou que não precisa ser “muito baixa” para descobrir tudo aos 46 anos como ela apareceu com quase nada, de lingerie, saltos Christian Louboutin e uma jaqueta de couro para um show como DJ em Las Vegas na 1 OAK em junho deste ano.

Rob Kim/Getty Images

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Iterações de vestidos “nude” tem sido a raiva de celebridades como Beyoncé, Jennifer Lopez e Kim Kardashian nos últimos anos. É um look difícil de usar, mas Mariah balançou-o com confiança característica em uma peça concebida por Mark Zunino em no GLAAD Awards de 2016.


Escrita por: Whitney Bauck (Billboard em 23/09/2016)

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Antes de Beyoncé e Adele, quando realmente existia uma diva, uma mulher reinou a sua supremacia na década de 90. O nome dela era Mariah

A música pop é como uma adolescente com um armário cheio de novos sutiãs para o seu primeiro emprego de verão, algo que está passando por muitas mudanças.

O autotune está sendo amplamente utilizado, playback não é apenas esperado, e cantoras, que tem muito que aprender, uma vez que elas usam poucas roupas e abrem as pernas com mais frequência que a porta da geladeira em um comercial da Frigidaire. No entanto, a maior mudança maior pode ser o desaparecimento das divas, um estilo de cantoras que reinou sua supremacia nos anos 90.

Mas o termo divo que me refiro, não é ter cabelos puxados pelos seus fãs ao cantar, ou ter exigências a coisas ridículas em seus ônibus de turnê ou ser uma pessoa difícil de trabalhar. O que estou me referindo é principal ingrediente que compõe uma verdadeira diva: a voz. Diva é definida por uma cantora celebre, que tem um talento excepcional tanto para o mundo da ópera, fazendo sua extensão para o teatro, cinema e a música popular. Talvez ,nós vimos isto mais nos anos 90 do que em qualquer década, era tudo sobre ser uma diva.

Sim, o Nivarna e o estilo dos rappers gangster também reinaram nesta década, mas ali também começava uma rejeição a um estilo de cantor da década de 70, que cantava pop nos anos 80, e que queria ser cantor e dançarino de hip-hop. Os anos 90 foi à época que celebrou o melisma, uma mulher que estava parada na frente do microfone com uma voz extraordinária. Uma voz tão fenomenal, que mesmo que os ouvintes não gostassem de som em particular, eles sabiam apreciar o talento inegável dela. Nos anos 90 havia uma diva que ficou acima de todas as outras.

É claro, estou falando de Mariah Carey. A década de 90 foi dela. Isso pode ser uma declaração polemica e talvez você possa me xingar no Twitter, mas eu estou certa. Deixemos de lado as nossas preferencias pessoais, pois a minha favorita era a Whitney Houston, e vamos olhar os fatos. Durante os anos 90, o incrível alcance das cinco oitavas de Mariah Carey era realmente o que tínhamos de mais próximos na música contemporânea do pop atual a incrível Minnie Riperton. Ela conquistou 14 músicas em primeiro lugar, quatro álbuns também em 1° (lembrando que ela lançou sete durante esta década, então que mais da metade de seu trabalho foi um sucesso massivo) e vendeu mais de 100 milhões de álbuns. Ela também criou uma natureza única nos bastidores de seu trabalho, era ela mesma que escrevia e produzia todas as suas canções, algo raro feito por uma cantora na época. Seu talento e seu legado continuam evidentes até hoje, mas o fato mais importante é, que tudo isto colaborou para ser a maior de todas as divas nos anos 90, algo que jamais as pessoas irão repetir. Mesmo que já tenham tentado.

Apesar de uma grande leva de artista tenham tentado imitar o seu estilo de cantar ou até mesmo o estilo de misturar os seus doces vocais com um rapper (tipo a tal de Ariana Grande), mas vimos que nenhum deles chegaram perto sequer de repetir o sucesso de Carey ou a sua qualidade musical. Então, é justo que ela volte a fazer música de qualidade em seu décimo terceiro disco de álbum de estúdio, MeI Am Mariah…The Elusive Chanteuse, que está disposto a recuperar a sua coroa de diva. Historicamente falando, é muito fácil achar um disco de pop-soul será um grande sucesso. Mas com loucura que está o cenário musical atual, talvez não estejamos tão certos assim. Como uma citação famosa do filme de 2005, Hustle & Flow: “Está muito difícil aqui fora até para uma diva”.

Com menos poder em suas capacidades vocais, cantoras solos como a Lisa Stansfield ou grupos como En Vogue e Xscape sabiam cantar. Elas não encantavam, mas cantavam. No melhor estilo ‘Senhora negra possuída pelo Espirito Santo’, mas pelo menos cantavam. E não apenas cantavam estúdio, elas podiam também cantar ao vivo. Nos dias de hoje, saber cantar ao vivo é realmente um brinde. É capaz de alguém mesmo não conseguir exercer sua função de cantar e passar um grande escândalo do playback, assim como aconteceu com Ashlee Simpson ou Milli Vanilli. Na verdade, hoje em dia as coisas só facilitam para serem assim. Com tanta tecnologia nos computadores, hoje em dia qualquer cantor por soar com o talento incrível igual Carey, Houston, Celine Dion e até mesmo, porque não, igual à Christina Aguilera.

Enquanto isto, a música está operando como nicho, assim como a televisão e cinema. Não há apenas o básico como: pop, rock, música clássica, gospel, country, R&B e o hip-hop. Agora temos um tal de rap-rock, EDM (música eletrônica), cantores de country rappers, trance, pop cristão, punk rock, neo-soul, ska, este são apenas alguns que posso citar. Porque há uma infinidade de estilos musicais, então existe uma enorme opção para os ouvintes escolherem, e o mais importante é que as atrações musicais não precisam ser universal, elas simplesmente tem que apelar para que sejam escolhidas como favoritas de um grupo. Então, hoje em dia é mais fácil romper a barreira musical. O disco de maior sucesso de Taylor Swift, o Fearless, vendeu 8.6 milhões, e foi comemorado como um sucesso massivo, porém o disco de 91 de Mariah Carey, o Emotions, vendeu isto e foi considerado um fiasco após o enorme sucesso de seu álbum de estreia ( o disco de maior sucesso da carreira de Carey é o Music Box de 1993, que vendeu mais de 32 milhões de cópias mundialmente).

As vendas dos discos também não estão tão grandes como costumavam ser, e hoje em dia os artistas estão tornando-se artistas de singles somente, as gravadores estão percebendo que é mais lucrativo investirem somente em uma música do que um álbum inteiro, que as pessoas preferem ouvir aquela tal música na rádio e depois comprá-la. E graças à estra indústria musical atual, que está investido muito em vídeo clipes tentadores e a música popular estão sendo mais focada na dança do que na música em si, artistas como Fergie e Nicole Scherzinger são os mais recentes exemplos que a indústria está mais focada em lançar música pop grudenta e medíocre para se ter uma carreira de sucesso duradoura.

Então o que sobrou para as divas em 2014? Elas estão em algum lugar entre serem relíquia ou serem relevante. Celine Dion e Shania Twain, que também fizeram muito sucesso nos anos 90, agora estão apelando por residência em Las Vegas. Não que isto seja ruim, é muito lucrativo, mas é nítido que artistas como Dion estão sendo tratadas pelo público como aquela calça jeans que temos no armário e não nos servem mais: só mesmo bêbados que talvez usaríamos aqueles jeans novamente. Mas não tenham medo, mesmo que sua obra prima tenha ficado nos anos 90, elas tem algo novo. Bem, isto é até que sejam inspecionadas novamente.

Apesar da popularidade de Katy Perry, ela é relativamente nova, tem apenas três álbuns e em tem seu currículo marcado por sua incapacidade de saber cantar. O pré-requisito de ter uma boa voz também anulam outras grandes sobreviventes como Rihanna, Shakira ou Miley Cyrus, que atualmente ganham mais atenção por suas palhaçadas no cenário musical do que por terem realmente algum talento.

Mas ainda existe alguém que saiba cantar, mesmo que tenha conseguido fazer sucesso por ter feito algo bizarro em sua carreira. A vencedora do primeiro American Idol, Kelly Clarkson, tem uma voz fantástica e alguns hits ao longo do caminho, apesar de que desde 2004, nenhum de seus álbuns tenham vendido mais de 1,5 milhões de cópias.  A cantora britânica e vencedora do primeiro X-Factor, Leona Lewis também tentou ser uma nova Mariah Carey, mas infelizmente ela foi engolida por seu material medíocre, que só conseguiu fazer sucesso com Bleeding Love. Enquanto isto temos a Pink, que até que lança músicas boas e discos de qualidade, porém ela não tem apelo para atingir uma ampla faixa etária de publico. Independente se as pessoas eram velhas ou novas quando Whitney Houston lançou I Will Always Love You, a música atingia qualquer faixa etária. Não podemos dizer o mesmo de canções de Pink como Who Knew ou Get The Party Started.

Nós também temos algumas divas em que ainda estão tentando. Essas cantoras tem bastante talento, mas não décadas de carreira. É o caso de Carrie Underwood, a vencedora de maior sucesso do American Idol, que é conhecida por grandes apresentações ao vivo, como fez com Blown Away durante o CMA em 2012, e ela entrou no Hall da Fama da música country, porém as vendas de seus discos estão em declínio desde 2005.

Provavelmente a mais interessante das divas que ainda estão tentando ser alguém é a Lady Gaga. Ela que começou de forma extraordinária, seu disco de estreia vendeu incríveis 15 milhões de cópias, mas o seu disco seguinte, Born This Way vendeu muito menos que a metade disto e a sua popularidade está em um grande declínio, a febre passou. Isto sem citarmos grandes nomes como Patti LaBelle, Tony Bennett ou até mesmo Elton John, que também  está lançando um novo disco este ano. Todos estes já trabalharam com Gaga de alguma forma. Parece que além de Beyoncé (falaremos dela aqui também), Lady Gaga ainda tem chance de manter a sua carreira por décadas. No entanto, o seu último disco, Artpop, foi um grande erro comercial.

Finalmente, temos aqui Beyoncé e Adele, que podem representar as divas em 2014. Claro que isto pode ser ainda um pouco prematuro, não sei se ainda podemos incluir Adele como uma diva, talvez ela tenha apenas um sucesso momentâneo. Ela pode ter menos experiência que a Sra. Carter, porém ela vendeu apenas um milhão de discos a menos que Beyoncé  (Adele vendeu 35 milhões com apenas dois discos, Beyoncé vendeu 36 em sua carreira solo, e ela tem cinco discos). Além disso, o seu talento vocal, assim como de Beyoncé, é inegável. Ambas possuem talento e respeito da indústria música apesar delas terem estilos completamente diferentes.

Adele é aquela cantora/compositora clássica e indescritível. Não sabemos muito sobre a sua vida pessoal, mas sabemos que suas músicas são sobre sua vida amorosa e que agora ela está feliz, com um filho e casada. Ela não tem uma vida social ativa nas redes sociais (ela nem tem conta no Instagram). Enquanto isto, Beyoncé representa muito mais que apenas a sua música nos dias de hoje. Ela que co-escreveu alguns de seus sucessos, tem contratos milionários com a H&M e a Pepsi. Ela possui mais de 12 milhões de seguidores no Instagram e outros 13.4 milhões no Twitter. Claramente, elas são estilos diferentes de divas.

Então, enquanto as divas estão representadas em um número menor em 2014, elas estão longe de serem extintas. Adele e Beyoncé podem ainda carregar o manto que Mariah Carey será sempre lembrada. E se Mariah ainda não tem nada a dizer sobre isto, é certo que ela estará ao lado delas no futuro seja cantando ou andando por ai. Enquanto houver fãs, elas ainda estarão por aí.

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Mariah compartilhou em seus canais das redes sociais um vídeo da pequena Monroe, mais conhecida como Roe, cantando Supernatural no carro.

Confira ao vídeo abaixo:

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