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Don’t Forget About Us

Mariah Carey está preparando um segundo retorno na nova década? A cantora indescritível revelou que começou a gravar seu novo álbum em maio em Las Vegas, durante sua bem sucedida residência no Caesars Palace.

No mês passado, Mimi recrutou Jermaine Dupri (seu fiel colaborador de composições), Johnta Austin e Bryan Michael Cox para irem até Capri e compor (e gravar) novas músicas em seu estúdio na cidade.

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Apesar de Mariah estar de férias descansando no iate de seu noivo, o bilionário James Packer, ela também encontrou tempo para ir até a sua casa em Capri e gravar novas músicas. Para quem não sabe, Mariah possui um casa em Capri  (I got a house in Capri and my own G4) e montou um estúdio lá (foi neste estúdio que ela gravou boa parte do ‘Charmbracelet’, ‘The Emancipation Of Mimi’ e o ‘E=MC²‘).

Junto com Johnta, Bryan e Jermaine Mariah fez ‘We Belong Together’ e ‘Don’t Forget About Us’, ambas canções foram número 1° no Hot 100 da Billboard entre 2005 e 2006.

Fonte: That Grape Juice

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Com 18 singles no topo da parada mais importante dos EUA, a Billboard Hot 100, Mariah Carey se consagrou a artista solo com o maior número de #1’s, ficando atrás, somente, de The Beatles (20 músicas em #1). Agora a Rainha da Billboard está consagrada, também, em seu mais novo seriado, a residência “#1 to Infinity” que começou em 2015 e já fez sucesso em 4 temporadas de shows.

Realmente a residência em Las Vegas, NV, EUA, é um verdadeiro seriado. A cada temporada uma história contada de forma diferente, ou seria cantada? Mariah Carey é o nome da grande personagem que só tem ganhado destaque e respeito pelos que são e pelos que não são fãs.

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Com mais de duas décadas de estrada, Mimi está consolidada na música internacional e não é preciso muito para ter esta certeza. Depois do sucesso da turnê “The Elusive Chanteuse Show” em 2014 que lotou nada menos que 5 estádios na China, Mariah passou pela sua primeira residência natalina “All I Want For Chistmas Is You: A Night of Joy and Festivity” no Beacon Theatre em Nova Youk, NY, EUA. Depois destes shows incríveis, Mariah recebeu o desafio de ir para o The Colosseum no Caesars Palace em Vegas, tendo um contrato de dois anos com a casa para shows temáticos. O tema? Sucesso! Os seus 18 #1’s na Billboard Hot 100 são, até hoje, a set-list perfeita para cada noite, mas juntos a eles, um bônus chamado “Infinity” que é single promocional da compilação lançada no ano passado, a que deu título à residência.

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Depois de duas temporadas bem-sucedidas em 2015 em que em cada uma delas algumas alterações aconteceram em figurinos e cenário, por exemplo, Mariah voltou aos seus shows em 2016 com uma terceira temporada ainda mais brilhante com vocais incríveis antes da “The Sweet Sweet Fantasy Tour” pela Europa e África, mas a sua última temporada foi um estouro.

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Mariah foi além do esperado! Ela fez da 4ª temporada de shows uma verdadeira turnê. A cada show estava melhor, mais confiante, incluiu performances de sua última turnê e ainda mudou figurinos, cenários, corpo de bailarinos e trouxe ao público novos vocais com belíssimos improvisos e ainda mudou o arranjo de algumas músicas.

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Terminou no último dia 25 mais uma temporada e a 5ª já está na nossa lista de espera de mais brilho vocal e surpresas. Seria a próxima leg o fim da série ou tanto sucesso no The Colosseum renderá mais shows em 2017? Perguntas à parte, os últimos três shows já valeram por todas as temporadas anteriores.


Set-list #1 to Infinity: 4ª Temporada – Shows 7, 8 e 9.

Ato 1/Abertura: O INÍCIO

O primeiro ato da noite conta o início da carreira trazendo os quatro primeiros singles que são os quatro primeiros sucessos de sua história. Todos são do álbum Mariah Carey de 1990.

  1. Vision of Love

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  1. Love Takes Time
  2. Someday

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  1. I Don’t Wanna Cry

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Ato 2: A PROVA

O show é composto por músicas que chegaram ao topo da Billboard Hot 100 nos EUA, mas não é só disso que a residência “fala”, mas também da versatilidade vocal de Carey que conseguiu provar com seu potencial vocal que é capaz de fazer música ao vivo quando laçou o álbum Emotions de 1991 e reuniu sucessos no MTV Unplugged de 1992.

  1. Emotions

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  1. I’ll Be There (participação de Trey Lorenz)

Ato 3: A CONSAGRAÇÃO

O álbum Music Box de 1993 é uma verdadeira caixa de música e foi com ele que Mariah foi conhecida mundialmente, principalmente, por ter músicas que a consagraram internacionalmente.

  1. Dreamlover/Dreamlover (The B.I.G. “Juicy” Mix)

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  1. Hero

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Ato 4: O MARCO

Neste ato Mariah traduz o que fez há anos e tantas outras cantoras conseguiram fazer depois. A mistura de gêneros por uma cantora tão romântica e pop até 1995 deu início aos featurings entre cantores e rappers, por exemplo.

  1. Fantasy (Bad Boy Mix)

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Ato 5: O SUCESSO

Assim como Music Box, o álbum Daydream é uma consagração em forma de música. Em 1995 nossa grande diva abraçou o mundo com sua voz e fez o recorde das paradas americanas ao manter One Sweet Day em parceria com Boyz II Men por 16 semanas no topo. Ao mesmo tempo o seu álbum era recebido por todos, tendo grande destaque pelas belas composições e ao arranjo de cada canção. Este ato traduz-se em sucesso pelas vendas e pelos bons desempenhos nos charts.

  1. One Sweet Day (participação de Daniel Moore e Trey Lorenz)

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  1. Always Be My Baby

Ato 6: A MUDANÇA

A linda borboleta voou, finalmente. O álbum Butterfly de 1997 é o preferido de Mariah e um dos mais ouvidos pelos fãs. Ele veio ao som chiclete de Honey e mostrou uma Mariah Carey mais jovem e comercial.

  1. Honey

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Ato 7: O AMOR

My All é uma das baladas mais puras de Mariah Carey e pode ser definida como a música que fala de amor da melhor forma.

  1. My All

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Ato 8: ANOS 2000

De despedidas à emancipação, Carey embala o 8º ato com sucessos dos álbuns Rainbow de 1999 e The Emancipation of Mimi de 2005.

  1. Heartbreaker (Remix)/Heartbreaker

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  1. Thank God I Found You

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  1. We Belong Together

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  1. Don’t Forget About Us

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Ato 9: O RECORDE

Ter mais sucessos no topo que Elvis Presley e estar atrás que The Beatles são motivos de muito orgulho do trabalho bem feito em duas décadas, porém o recorde foi, também, por ser a artista solo com o maior número de sucessos no topo (18 #1’s) nos EUA e por detê-lo por 8 anos (desde 2008 nenhum artista solo conseguiu o mesmo nível de Mimi na parada americana). Este é o ato do poder, da glória e do nome Mariah Carey, embalado pelo maior sucesso do álbum E=MC² de 2008.

  1. Touch My Body (com Blac Chyna – esposa de Rob Kardashian – no dia 25/06)

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Ato 10/Encore: A CELEBRAÇÃO

Gravadora nova, equipe nova, tudo novo! Com o álbum #1 to Infinity de 2015, Mariah celebra seus 25 anos de carreira e ostenta seus recordes sem ter que se importar com os outros. Mesmo que eles não durem para sempre, ela chegou primeiro que qualquer outra mulher na música e este é um dos maiores orgulhos dos seus fãs, nós, lambs!

  1. Infinity

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Mariah Carey voltará ao Caesars Palace em Las Vegas, NV, EUA para a sua residência #1 to Infinity no dia 24 de Agosto com shows até o dia 11 de Setembro. Ingressos clicando aqui! A gente se vê na fan-page para a cobertura dos shows e por aqui para mais novidades.

O jornal The Stranger fez uma matéria equiparando as baladas clássicas de Mariah Carey, que falam sobre fim de relacionamentos, com o clássico do mestre do suspense, Alfred Hitchcock, “Um Corpo Que Cai”. Confira abaixo:

Mesmo em meio a uma conjuto de obra incrível, o filme “Um Corpo Que Cai”, de Alfred Hitchcock, lançado em 1958, destaca-se pela pura tragédia de sua história. Um detetive particular começa um caso obsessivo com a mulher que ele foi contratado para investigar. Ela comete suicídio. Durante semanas ele definha em uma névoa cinza da depressão, até que ele conhece alguém que poderia ser sua sósia. O que se segue é uma das sequências mais deprimentes em todo o cinema, como o detetive (interpretado com intensidade por Jimmy Stewart) com crescente desespero para refazer essa nova mulher (Kim Novak, com sedução desconcertante e confusa) em a imagem de seu amor morto.

Enquanto o amor não correspondido tem motivado uma vasta gama de filmes, livros e canções, “Um Corpo Que Cai” ilustra o tormento angustiante de amor correspondido e isolado. Por mais difícil que é querer o que você não pode ter, há algo ainda mais existencialmente frustrado em perceber que você tinha a coisa e depois a perdeu. A tentativa infrutífera para recapturá-la pode envenenar as relações sucessivas, deixando uma sombra no futuro. Na linguagem das drogas, isso é chamado de “perseguir o dragão”. Em termos musicais, isso pode ser chamado apenas de “dar uma de Mariah”.

Mariah Carey, a cantora de Pop e R&B que é abençoada com uma voz de cinco oitavas, visual de estrela de cinema, e empresária astuta, parece ser a última pessoa que você associaria com a famosa “fossa”. Mas, em seu melhor trabalho, Carey calcula com precisão o tipo de solidão adulta: os sentimentos persistentes de coisas de muito tempo atrás, para nunca mais voltar a passar por isso. Este ano foi o 20º aniversário da “Fantasy”, que tem samples de “Genius of Love”, do Tom Tom Club. Enquanto o som é bem animado, as letras retratam um amor que beira a obsessão: “Images of rapture, creep into me slowly as you’re going to my head, and my heart beats faster when you take me over, time and time and time again. But it’s just a sweet, sweet fantasy, baby”.

Aqueles não são os pensamentos de uma pessoa equilibrada. Eles foram a introdução do ciclo interminável de Carey de idolatria e queda. Ela pode soar como algo bem Pop, apaixonado, mas você também pode ouvi-la tomando as fixações românticas que permeiam abaixo da superfície de canções de clássicas de amor. Suas canções de término de relacionamentos doem da mesma maneira. Assim como o detetive particular de Jimmy Stewart em “Um Corpo Que Cai” exerce a sua obsessão com a obstinada persistência mesmo quando ele percebe a insalubridade das suas profundezas, Mariah Carey continua cantando para tudo o que vale a pena, nunca sendo capaz de conciliar totalmente a memória do que foi com a realidade do que é, e do que não é.

A dobradinha mais devastadora na discografia de Carey é composta pelos mega hits “We Belong Together” e “Don’t Forget About Us” de seu álbum de 2005, The Emancipation of Mimi. Em “We Belong Together”, Carey vem mais uma vez no estilo R&B, mas também é abjeta: “The pain reflected in this song, it ain’t even half of what I’m feeling inside”“When you left, I lost a part of me”. O refrão é uma exortação nua:  “Come back, baby, please”.

Ela vai ainda mais longe em “Don’t Forget About Us”, em que a notícia de que seu ex está “em um novo relacionamento” leva-a a revelar o que pode ser uma visão um pouco delirante: “You’ll always be in my heart, and I can see it in your eyes, you still want it, so don’t forget about us”. (Não é difícil ver como essas letras podem representar um problema e uma nova pressão para esses homens sem nome, se eles são ou não corretos).

Claro, essas músicas fluiram a partir de “Always Be My Baby”, lançada em meados dos anos 1990, que, apesar de seu título sentimental, é a mais atraente de todas as baladas de Carey. Vindo de Daydream (do mesmo álbum que deu origem a “Fantasy”), “Always Be My Baby” é o primeiro e mais potente hino de Carey, uma ode resignada ao amor eterno que mescla com o reconhecimento de que isso nunca mais voltar, com uma pitada de ameaça. “You’ll always be a part of me” (consegue ver uma tendência?). “I’m part of you indefinitely. Boy, don’t you know you can’t escape me. Darling, ‘cause you’ll always be my baby”.

Em “Um Corpo Que Cai”, a vontade de Kim Novak é progressivamente quebrada pela loucura do desejo de Jimmy Stewart. Ela percebe que Stewart está lentamente transformando-a na imagem de seu amor falecido. Quando ele compra-lhe o vestido verde igual o que sua amada costumava usar, ela finalmente se impõe, implorando-lhe: “Se eu deixar você me mudar, isso vai acontecer? Se eu fizer o que você me diz, você vai me amar?” E eis que o detetive responde, assustadoramente, “Sim, sim”.

A convicção de que ninguém nunca vai se comparar é o que condena o protagonista destas canções de Carey, da mesma forma que condena Stewart. A fome tudo consome, porque eles parecem com o que eles estão ansiando, e não importa o quão desesperadamente tentam, eles sabem que nunca vão prová-lo novamente.

“We both know nothing comes close to what we had, it perseveres”, canta Carey em “Don’t Forget About Us”, implorando que seu amante volte: “We can’t let the fire pass us by, forever we’d both regret”. Antes de a música terminar, ela tentou de tudo, desde o casual (“Just let it die, with no good-byes, details don’t matter, we both paid the price”), experiente (“I’m just speaking from experience, nothing can compare to your first true love”), desonesta (“And if she’s got your head all messed up now, that’s the trickery”), imponente (“I bet she can’t do like me, she’ll never be MC”). Mas, das muitas abordagens que ela toma, a verdadeira voz da canção é uma das súplicas implacáveis: “Don’t, baby, don’t, baby, don’t let it go. No, baby, no, baby, no, baby, no. Don’t, baby, don’t, baby, don’t let it go”.

Assim como o desejo insano e a paixão destruiram o protagonista de “Um Corpo Que Cai” (e o objeto de seu desejo), a mulher nas canções de término de ralacionamentos de Mariah Carey está bloqueada, uma missão impossível e perpétua para recapturar o passado. Esse é o problema com a obsessão: Para quem está obcecado, isso parece com o amor. E como o amor que Carey fala nas canções, quando é real, é para sempre.

Sucesso absoluto por onde passou a turnê The Elusive Chanteuse Show está no fim. Antes de ontem, quinta-feira (13), Mimi esteve em Auckland, Nova Zelândia pela primeira vez e foi aclamada pelo público que esteve na Vector Arena.

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Os atrasos de Mariah já não são novidade alguma para nós, nem para os lambs de lá, mas quem disse que isso foi ruim? A arena estava preparada para receber a artista feminina mais bem sucedida de todos os tempos naquela noite e os atrasos e até mesmo as más impressões dos shows no início de outubro foram esquecidos ao início do show com as firulas de Mimi no início de “Fantasy (Remix feat. O.D.B.)”.

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Após fazer muito bem feito um show em Sydney, Austrália, as expectativas para o show de Auckland eram altas, pois quem não espera o melhor de Mariah Carey? Ela deu o seu melhor e emocionou o público com seus clássicos whistles e seu beltings estrondosos:

A introdução do show da Nova Zelândia foi mantida com a “Across 110th Street (Intro)” que nós simplesmente amamos, bem como nos demais shows da turnê, pois usar James Bond de 007 como inspiração para as coreografias de abertura enquanto Bobby Woomack interpreta a trilha do filme “Across 110th Street” de 1972 é demais. Melhor ainda a reação de euforia do público como em Auckland! Na sequência Mariah entrou soltando suas firulas em “Fantasy (Remix feat. O.D.B.)” após o rap do O.D.B. usando aquele vestido preto de renda, deixando à mostra um pouco do seu belo corpo, atiçando a nossa mente com pensamentos pra lá de quentes, mas o que gostamos mesmo foi da atitude bem “Mariah” ao centro do palco com aquele sorriso lindo na paradinha no início da música que continua na lista das melhores para ela abrir um show e parece ter dado certo. Dançar não é o forte da nossa Diva, mas os lambs amam dar aquela rebolada com “Touch My Body” e não é que ao vivo ela tem soado tão boa que a vontade de sair dançando grita? Com vocais cada vez melhores, em Auckland Mimi nos presenteou mais uma vez com este hit. Para fechar o primeiro ato, Mariah fez a introdução de “Emotions” como no MTV Unplugged de 1992. Ela mantém àquela mesma habilidade dos seus beltings agressivos, uma voz que soa suavemente forte ainda hoje e que fica cada vez mais bonita com os incríveis whistles. Em seguida foi feita a “Singer Intros”.

Assista ao vídeo de “Across 110th Street (Intro)” e “Fantasy (Remix ft. O.D.B.)”:

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Assista aos vídeos de “Fantasy (Remix ft. O.D.B.)”:

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Assista aos vídeos de “Touch My Body”:

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Assista aos vídeos de “Emotions”:

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Assista aos vídeos de “Fantasy (Remix feat. O.D.B.)”, “Touch My Body” e “Emotions”:

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Mariah abriu o segundo ato cantando “Cry.” Sobre o piano de calda, na companhia incrível de Big Jim Wright e a energia dos movimentos pra lá de quentes de um de seus bailarinos. Ela começou a música completamente sem base pré-gravada e fez o público ficar estático com seus vocais bem crus. Como de costume, Mariah improvisou bonito, mas desta vez com snippets de “Circles” e “I Wish You Knew” dando início à espiritualíssima “Fly Like a Bird” que nos impressiona cada vez mais e mais com a forma performática na qual ela canta uma das mais lindas músicas do álbum “The Emancipation of Mimi” de 2005. Para a nossa alegria, é claro, Mimi cantou a sua balada preferida do álbum “Butterfly” de 1997: “My All”. O que foi o final desta música em Auckland? Indescritível! Ela tem nos deixado sem palavras, pois seus vocais só melhoram, mesmo com uma falha aqui, outra ali, mas ninguém consegue fazer como ela faz. Para nos deixar ainda mais eufóricos, Mimi manteve o “Car River Medley: Heartbreaker (Remix feat. Da Brat & Missy Elliot)/Heartbreaker(feat. Jay-Z)/#Beautiful/Breakdown (feat. Krazie Bone & Wish Bone)/I Know What You Want (feat. Busta Rhymes)/It’s Like That/Crybaby (feat. Snoop Dogg)/The Roof (Back In Time)/Obsessed/Don’t Forget About Us” em Auckland. Os 18 minutos de performance reuniu sucessos que não caberiam em um show normal, mas com carinho Mimi conseguiu nos dar este momento incrível e lá vai o nosso “pitaco”. De forma inteligente ela faz de “Heartbreaker (Remix feat. Da Brat & Missy Elliot)/Heartbreaker (feat. Jay-Z)” a melhor forma de abrir o medley que segue com “#Beautiful” mesmo sem o Miguel, mas ainda poderia ser um pouco mais longa, quem sabe com o Trey Lorenz na próxima leg? Em seguida veio “Breakdown (feat. Krazie Vone & Wish Bone)” com a dancinha fofa na cadeira acompanhada de suas bailarinas que manda muito bem na sensualidade e na coreografia. Depois foi a vez dela continuar balançando os quadris com “I Know What You Want (feat. Busta Rhymes)” que antecede a incrível “It’s Like That”, o que fez a arena sacudir ainda mais. Para acalmar os ânimos, Mimi continuou o medley com “Crybaby (feat. Snoop Dogg)” e logo puxou “The Roof (Back In Time)” que faz fãs dos anos 90 irem à loucura, pois a música sempre soou tão “Mariah” e na turnê não tem sido diferente. Mantendo o bom ritmo entre baladas e mid-tempo song, Mimi cantou a gostosíssima “Obsessed” com seus bailarinos a fazendo mais diva do que antes. Para fechar este momento nostálgico, Mariah cantou seu 17º #1 “Dont Forget About Us” extraído do álbum “The Emancipation of Mimi” de 2005 com vocais ainda mais fortes, uma final de tirar o fôlego e uma prova verdadeira de que ela canta e muito (mas nem precisa provar mais coisa alguma). Sem perder tempo, Mimi foi logo anunciando que ia cantar “I’m That Chick” que se manteve forte na turnê até hoje e sem fazer mais que o normal, o que nem é necessário para nós, a música seguiu no ritmo em sua versão estendida para a “Band Intros” enquanto a Diva Mor Mariah Carey se retirou para mais uma troca de roupa.

Assista aos vídeos de “Fly Like a Bird”:

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Assista ao snippet de “Circles”:

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Assista ao snippet de “I Wish You Knew”:

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Assista Mariah falando com o público de Auckland:

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Assista aos vídeos de “My All”:

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Assista ao vídeo de “Heartbreaker (feat. Jay-Z)” e “#Beautiful”:

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Assista ao vídeo de “Heartbreaker (Remix ft. Da Brat & Missy Elliot)/Heartbreaker (feat. Jay-Z)”, “#Beautiful”, “Breakdown (feat. Krayzie Bone & Wish Bone)”, “I Know What You Want (feat. Busta Rhymes)”, “It’s Like That” e “Crybaby (feat. Snoop Dogg)”:

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Assista ao vídeo de “Obsessed”:

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Assista aos vídeos de “Don’t Forget About Us”:

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Assista ao vídeo de “Breakdown (feat. Krayzie Bone & Wish Bone)”, “I Know What You Want (feat. Busta Rhymes)”, “It’s Like That”, “Crybaby (feat. Snoop Dogg)”, “The Roof (Back In Time)”, “Obsessed” e “Don’t Forget About Us”:

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Para o terceiro ato, Mariah voltou ao palco após a introdução de “Honey” no telão, mas cantou de fato “Honey (So So Def Remix feat. Mase” vestida com seu vestido azul com calda de sereia mesmo com as bases pré-gravadas, mas na vibe da música que até hoje agita a noite nas boates do mundo todo. Depois ela cantou “Thirsty” que mesmo não fazendo Mimi ir para o meio do público como em Melbourne e Sydney, fez com que ela se soltasse mais, e olha que isso não tem sido difícil pra ela. A música continuou com a introdução feita por ela e o público conforme os shows desde Singapura, o que nos anima ainda mais para o lançamento da música como single no mês seguinte. Até então tudo normal, mas Mariah voltou a cantar “Meteorite” que é uma das surpresas do novo álbum lançado neste ano. Na sequência ela saiu do palco para uma troca de roupa e os seus dançarinos voltaram a fazer a “Dances Intros” com a versão estendida da música.

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De preto, mas deslumbrante, Mariah cantou a música que marcou a sua carreira em todo o mundo: “Hero”. Este foi o ponto mais alto do show em Auckland, pois a arena inteira cantou a música que inspira corações até hoje, mesmo a Mariah não a considerando tanto quanto outras músicas da sua carreira. Continuamos sentindo falta da cascata no último refrão da música, mas Mariah nos deixa ainda mais fissurados por ela com vocais limpos e notas bem sustentadas pelos seus vocais magníficos, pois se ela cantar “Hero” muito bem, ela canta tudo muito bem. Confessamos que sentimos ela um pouco cansada e abatida, mas logo sua alegria veio ao palco após cantar “Supernatural (feat. DemBabies)”, pois ela ama os seus filhos que inclusive foram para o palco e encheram nossos olhos de lágrimas com tamanha “fofura” e carinho para com Mariah. Roe cantou sua parte da música mesmo depois da performance e Roc… ah Roc é um fofo! Juntos os gêmeos são incríveis! Então Mariah cantou “Always Be My Baby” de forma impecável e finalizou a noite com o seu hit inegável: “We Belong Together/We Belong Together (Remix)” sem fazer o encore.

Assista aos vídeos de “Hero”:

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Assista ao vídeo de “Supernatural”:

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DemBabies no palco:

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Assista ao vídeo de “Always Be My Baby”:

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Assista ao vídeo de “Emotions”, “Fly Like a Bird”, “My All”, “Heartbreaker (feat. ft. Da Brat & Missy Elliot)”, “Don’t Forget About Us”, “I’m That Chick”, “Honey (So So Def Remix fear. Mase)”, “Thirsty”, “Hero” e “Always Be My Baby”:

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Assista aos vídeos de “We Belong Together/We Belong Together (Remix)”:
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Assista ao vídeo de “We Belong Together (Remix)”:

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Assista a um resumo do show com “Across 110th Street (Intro)”, “Fantasy (Remix feat. O.D.B.)”, “Fly Like a Bird”, “Crybaby (feat. Snoop Dogg)”, “The Roof (Back In Time)”, “Don’t Forget About Us”, “I’m That Chick”, “Honey (So So Def Remix feat. Mase)”, “Hero”, DemBabies no palco, “Always Be My Baby” e “We Belong Together”:

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Mariah mostrou aos críticos que ela é a dona da voz e que consegue impressionar ao seu público com vocais, não com performances. Seu show em Auckland foi um dos melhores de toda a turnê com seus pontos mais altos em “Hero”, “My All”, “Emotions” e no “Car River Medley”. Amanhã (domingo, dia 16/11) Mariah fará o seu último show desta leg da turnê The Elusive Chanteuse Show em Mount Cotton, de volta à Austrália. O show começará às 07h (Horário de Brasília-DF) na Sirromet Wines com a abertura feita pelo cantor australiano Casey Barnes às 04h20min (Horário de Brasília-DF), depois o também australiano Nathaniel às 05h30min e na sequência a super Mariah Carey. Nós já estamos prontos para o último show e você?

Confira as fotos do show de Auckland clicando aqui!

Set-list de Auckland:

Across 110th Street (Intro)
1. Fantasy (Remix feat. O.D.B.)
2. Touch My Body
3. Emotions
Singers Intros (Emotions Extended)
4. Cry.
5. Circles (Snippet)
6. I Wish You Knew (Snippet)
7. Fly Like a Bird
8. My All
Car River Medley:
9. Heartbreaker (Remix feat. Missy Elliot & Da Brat)/Heartbreaker (feat. Jay-Z)
10. #Beautiful
11. Breakdown (feat. Krazie Bone & Wish Bone)
12. I Know What You Want (feat. Busta Rhymes)
13. It’s Like That
14. Crybaby (feat. Snoop Dogg)
15. The Roof (Back In Time)
16. Obsessed
17. Don’t Forget About Us
___
18. I’m That Chick
Band Intro (I’m That Chick Extended)
19. Honey (So So Def Remix feat. Mase)
20. Thirsty
21. Meteorite
Dances Intros (Meteorite Extended)
22. Hero
23. Supernatural (feat. DemBabies)
24. Always Be My Baby
25. We Belong Together/We Belong Together (Remix)

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