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Entertainment Focus

Foi um longo período, 13 anos desde que Mariah Carey fez turnê no Reino Unido. Com sua turnê de 2003, a Charmbracelet, naquela época a sua popularidade no Reino Unido tinha diminuido. Eu a vi na Manchester Arena e colocaram cortinas na metade da arena devida as  fracas vendas de ingressos. Desde então, vimos Mariah fazer o maior retorno da música em 2005 com seu álbum The Emancipation Of Mimi, onde ela marcou mais dois singles em 1° lugar, We Belong Together e Don’t Forget About Us. No entanto, seu último single em 1° lugar foi Touch My Body, de 2008, fazendo uma impressionante escala de 18 canções em 1° lugar.

Desde então, Mariah lançou mais três álbuns e retornou em 2015 para Sony Music e lançou mais uma coletânea de sucessos, batizada de #1 To Infinity. A estrela também fechou um acordo milionário com Caesars Palace, onde vem realizando com sucesso uma residência de shows nos 12 últimos meses.

Após o Reino Unido ter ficado injustamente ausente em suas últimas turnês, com a bem sucedida The Adventures Of Mimi Tour, Mariah finalmente anunciou seu retorno por aqui no fim do ano passado com a Sweet Sweet Fantasy Tour.

Antes da chegada de Mariah Carey no Reino Unido, os críticos já estavam perguntando se a sua voz estava impecável como costumava ser. É justo dizer que a incrível cantora teve algumas apresentações ruins nos últimos anos, e ela passou por anos ruins, já que está há décadas cantando. Foi na noite passada que evidentemente vimos que Mariah está em sua melhor forma vocal em anos. Chegando no palco em torno das 21:15, Mariah foi carregada pelos seus bailarinos e fez um mash-up com as versões Def Club Mix e Bad Boy Mix de seu icônico hit Fantasy. Imediadamente todas as dúvidas de que Mariah poderia atingir aquelas famosas notas de apito foram silenciadas, ela pode ainda cantar as mesmas notas de anos atrás.

O setlist da noite não foi uma repetição de Las Vegas, optando por misturas com clássicos menos famosos de seu catálogo. Porém, todas as músicas que os fãs queriam ouvir estavam presentes, desde Emotions de 1991 e até mesmo o seu mais recente hit, Obsessed de 2009 estava no conjunto. Houveram algumas surpresas na noite com Mariah Carey cantando o seu lead single do Glitter de 2001, Loverboy, que nunca foi performado anteriormente, e também uma apresentação no telão de Michael Jackson em I’ll Be There e Whitney Houston em When You Believe.

No intervalo das músicas, Mariah estava muito falante, algo que não a via fazer há muito tempo. Ela também não ficou fazendo a imagem muito de diva no palco, embora ela tenha feito referência a sua fama de diva díficil. Grande parte do tempo, ela ficava expressando a alegria de estar cantando novamente no Reino Unido, e ela agradeceu emocionada os seus fãs (mais conhecidos como Lambs) pelo amor e apoio incondicional. Mariah também cantou um pedacinho de uma música de seu álbum Butterfly, 4th Of July, depois de ver um fã pedindo na plateia. Ela também tentou fazer sotaque inglês ao falar, e tenho que dizer que realmente não era tão ruim assim, ela manda bem!

Os destaques do concerto foram a interpretação emocionante de One Sweet Day, que ela cantou com Trey Lorenz e Daniel Moore, uma versão surpreendentemente emocional de Always Be My Baby e a sua canção de assinatura, Hero, que ela admitiu que não se sentia tão apegada a música quando escreveu. E We Belong Together foi recebida com fortes aplausos da plateia, que cantou com ela cada palavra da canção.

O concerto chegou ao fim com uma impressionante apresentação de Without You. Mariah estava em sua melhor forma vocal em anos, e executava a canção com uma clareza incrível. Foi definitivamente o momento que todo mundo ficou arrepiado e deu “aquele toque de nostalgia”, frase clássica de Mariah.

Mariah superou as minhas expectativas na noite passada, entregando um concerto com performances vocais fantásticas. Os críticos estão sempre tentando puxar ela pra baixo, porém ela provou mais uma vez que ela tem tudo para impressionar em cima do palco durante anos. Foi uma alegria ver tantas músicas clásscias e a reação do público foi incrível, talvez uma das mais elétricas que eu já vi na história da O2 Arena, eles sabiam cantar cada palavra de todas as músicas (e eu também). Eu só espero que a Mariah, não demore mais 13 anos para retornar para o Reino Unido!

Pontos altos:
– A voz de Mariah estava no ponto;
– A setlist foi embalada com grandes sucessos;
– A interação do público foi fantástica;

Ponto negativo:
– A falta de telões para quem estava no fundo da arena.

Nota: 5/5

Set List:

1. Fantasy

2. Emotions

3. My All

4. Always Be My Baby

5. I’ll Be There

6. Rock With You (Trey Lorenz solo)

7. Touch My Body

8. I Know What You Want

9. Obsessed

10. It’s Like That

11. Shake It Off

12. Loverboy

13. Heartbreaker

14. Against All Odds (Take a Look at Me Now)

15. One Sweet Day

16. When You Believe

17. Hero

18. We Belong Together

19. Without You

Fonte: Entertainment Focus

Quando se trata de álbuns natalinos, o clássico álbum de 1994 de Mariah Carey, o Merry Christmas é sempre um forte candidato. Desde o seu lançamento oficial, há 21 anos, o Merry Christmas já vendeu mais de 15 milhões de cópias no mundo todo e ainda continua a ser um grande vendedor a cada Natal. O álbum é responsável pelo grande clássico natalino, All I Want For Christmas Is You, que foi escrita originalmente por Mariah Carey com Walter Afanasieff, que não é somente a maior canção de Natal já feita, mas também é uma das faixas mais importantes do catálogo de Mariah Carey. A música retorna todos os anos as paradas de sucesso, graças a introdução dos downloads pagos no começo da década da passada. Dez anos após seu lançamento, foi lançado um DualDisc do Merry Christmas, e agora ele está sendo reeditado novamente, mas desta vez em vinil.

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O vinil do Merry Christmas Deluxe Edition foi impresso em vermelho opaco e dispõe de todas as faixas originais da versão de 1994. Dividida em dois lados, o Merry Christmas soa melhor com este relançamento em vinil. Há um clima agradável e aconchegante nas canções deste compacto que se perdem quando são comprimidas em CD, e esta nova versão possuem estas particularidades da versão original.

O álbum abre com a versão incrível de Carey para Silent Night. Esta versão define o tom do álbum, que vemos Carey mesclando entre a música pop e o gospel nas 11 faixas. As músicas originais escritas por Mariah são – All I Want For Christmas Is You, Miss You Most (At Christmas Time) e Jesus Born on This Day – que se encaixam perfeitamente na harmoniosa tracklist. All I Want For Christmas Is You é sem sombra de dúvida a melhor faixa do álbum, o que muitas vezes deixa a incrível Miss You Most (At Christmas Time) apagada, sendo ela uma das mais belas canções de Natal já gravada.

Um dos compactos mais vendidos e muito celebrado de Mariah Carey, o álbum natalino Merry Christmas’ de 1994 será relançado em vinil na próxima semana no Reino Unido, dia 23 de outubro de 2015. O disco é o lar para a canção natalina de sucesso massivo, ‘All I Want For Christmas Is You’, que faz aparição todos os anos nas paradas de sucesso quando chega dezembro. Até hoje, o ‘Merry Christmas’ já vendeu mais de 15 milhões desde o seu lançamento, tornando-se o álbum natalino mais vendido de todos os tempos.

O ‘Merry Christmas’ foi produzidor Mariah Carey em parceria com Walter Afanasieff e Loris Holland. Além de possuir algumas canções tradicionais de natal, o álbum também tem composições originais de Mariah. O vinil será lançado na cor vermelha, diferente do formato tradicional. Além de lançar um livro natalino batizado de ‘All I Want For Christmas’ em novembro, Mariah está atualmente dirigindo um filme natalino batizado de ‘A Christmas Melody’, que terá Lacey Chabert (de ‘Party Of Five’) no elenco.

Fonte: Entertainment Focus

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A estrada para perfeição é longa demais e ninguém sabe isso melhor do que Mariah Carey. A super perfeccionista começou o processo de seu mais recente álbum em 2012, com a música “Triumphant (Get’Em)”, com a participação dos rappers Rick Ross e Meek Mill. A faixa foi seu primeiro single novo desde que ela se tornou mãe e era originalmente o carro-chefe do novo CD. Durante os próximos 18 meses, o álbum passou por uma série de retoques, desde a mudança do nome de “The Art Of Letting Go” para “Me. I Am Mariah…The Elusive Chanteuse”, até a data de lançamento, que foi alterada diversas vezes.

Bem, o álbum está finalmente pronto e, apesar das premonições prematuras de alguns críticos de que seria um desastre, “Me. I Am Mariah…The Elusive Chanteuse” é um tipo de triunfo para a cantora que mais vendeu discos na história. Não há dúvidas de que o processo de divulgação do álbum começou meio confuso, com datas de lançamento falsas e má escolha dos singles, com exceção de “#Beautiful”, com participação de Miguel, mas Mariah nos deu um álbum coeso, que vai do retrô ao contemporâneo e se encaixa perfeitamente no que está rolando hoje nos charts.

Mostrando que ela entende da coisa, Mariah abre o álbum com “Cry.”, que te surpreende logo de cara. A faixa é uma balada que vem acompanhada do piano e deixa o R&B um pouco de lado, focando mais na voz de Mariah. É um truque de mestre, porque a canção remete aos trabalhos mais clássicos dela e é o tipo de balada grandiosa que os fãs vem esperando por anos. A canção também dá o tom de que muitas supresas estão vindo por aí.

A maioria das canções do álbum são muito mais fortes do que as escolhidas para singles anteriormente. Mesmo que “You’re Mine (Eternal)” seja realmente muito boa, fomos surpreendidos que “You Don’t Know What To Do”, que é uma faixa arrebatadora, não tenha sido escolhida como primeiro single. A canção, que é claramente retrô, abre o caminho para as pistas de dança e poderia facilmente dar à Mariah mais um número 1 para adicionar à sua impressionante lista.

A palavra do dia para “Me. I Am Mariah…The Elusive Chanteuse” é variedade e Mariah explora os seus pontos fortes ao longo do disco. De faixas dançantes, como “Thirsty” à canção Gospel “Heavenly (No Ways Tired/Can’t Give Up Now)”, há algo para todos os tipos de fãs de Mariah. “Dedicated” tem sample do Wu Tang Clan e conta com a participação de Nas, “Make It Look Good”, que tem acordes de gaita, deveria ser escolhida com um futuro single e “Meteorite” é um deslumbrante momento dos anos 70 e fica ótima quando se aumenta o volume. Mariah também coloca sua personalidade no clássico de George Michael, “One More Try”, que ficou surpreendentemente comovente.

Os momentos de destaque do álbum vem na balada dançante “Faded” e na simplicidade de “Camouflage”, que tem um dos melhores vocais do álbum. Não tem pra ninguém quando se trata de uma balada de Mariah acompanhada do piano e ninguém faz isso melhor que ela.

A Deluxe Edition do álbum vem com “The Art of Letting Go”, que foi lançada como single no ano passado e dois remixes de faixas do álbum “Memoirs of an Imperfect Angel”, com Mary J. Blige e R. Kelly.

Uma coisa que deve ser salientada em “Me. I Am Mariah…The Elusive Chanteuse” é o quão Mariah soa incrível na gravação desse álbum. Suas habilidades vocais tem sido infinitamente analisadas nos últimos anos, mas é óbvio que ela não perdeu o principal, que a fez dela uma estrela. Ela até pode ser seletiva na hora de utilizar seu alcance vocal nos dias de hoje, mas quando ela o usa, soa tão forte como sempre.

“Me. I Am Mariah…The Elusive Chanteuse” é um álbum surpreendente que as pessoas simplesmente não estão esperando. As primeiras previsões de um desastre estão longe de se tornarem realidade, uma vez que Mariah lançou seu álbum mais consistente desde “The Emancipation Of MiMi”, de 2005. Nos deixou impressionados e prontos para declarar que MiMi voltou com tudo.

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