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Hit The Floor

Depois de alguns anos relativamente mal sucedidos nas paradas de sucesso, severas críticas com seus vocais ao vivo e uma vida pessoal turbulenta, recentemente, a cantora icônica Mariah Carey parece estar destinada a fazer um grande retorno em 2015.

Com a sua vida pessoal de volta aos trilhos, novo contrato com a Epic Records, uma nova gestão na sua carreira com L.A Reid, uma residência em Las Vegas e uma nova compilação com seus 18 sucessos em 1° lugar nas paradas, batizada de ‘#1 to Infinity’‘, Carey estreou seu novo single para promover tudo isto que ela está fazendo por agora.

‘Infinity’ é a única música a ser incluída em sua próxima compilação, que definitivamente é um passo certo em sua carreira. Uma música cativante, com uma boa batida mesclando o Pop com R&B, além do som da orquestra ao fundo e letra e vocais incríveis, esta é provavelmente a gravação mais suave e atual que Carey lançou em anos. Mesmo que seja uma obra de arte divertida, ela é despreocupada, sem grandes expectativas, embora estivéssemos esperando algo um pouco mais selvagem!

A faixa é apropriada para uma cantora de 45 anos, mas também pode ter um certo apelo entre o público mais jovem. E, é claro, não seria uma típica canção de Carey senão tivesse aquele seu famosa nota aguda no final, que serve como lembrete de o porquê ela é uma das maiores superstar na história da indústria da música. Este som adulto contemporâneo com uma pitada do pop é definitivamente a direção que ela deve prosseguir a partir de agora.

Enquanto esperamos para ver o vídeo oficial da música sair, que será dirigido por Brett Ratner, foi adicionado na conta oficial do Youtube de Carey um lyric vídeo, que já ganhou mais de 1,1 milhões de visualizações em apenas 24 horas (o vídeo já ultrapassou a marca de 3 milhões até o momento).

Confira abaixo ‘Infinity’, que já está disponível no iTunes mundialmente:
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Coincidindo com o lançamento de seu novo, Me. I Am Mariah… The Elusive Chanteuse, o  site Hit The Floor separou as 10 melhores baladas do vasto catálogo de Mariah Carey.

Confira abaixo:

10 – Close My Eyes – Uma das favoritas dos fãs, ela faz alusão com o seu fracassado casamento com o presidente da Sony, Tommy Mottola e também sobre os problemas que enfrentou ao crescer. É descrita por Carey como a história de sua vida retratada em uma canção.  Música demorou quatro anos para ser escrita. Cantada em falsetes e acompanhada por uma batida de dedos estalando, ela é um despojada e uma raridade em comparação com suas outras baladas. A música é inteiramente cantada em notas baixas, mostrando o seu registro médio. Nós adoramos quando Mariah mostra suas notas que atinge aos céus, coisa que ninguém faz, mas nesta canção vemos que ela pode trazer aquelas notas de volta e manter as coisas simples, e ainda assim mostrar toda a emoção passada.

9 – There For Me – Escrita em colaboração com Diane Warren durante a sessão de gravações de seu sétimo álbum, Rainbow (1999). Esta balada é inspiradora e mostra alguém que está passando por tempos difíceis e finalmente encontrou a luz no fim do túnel. A música foi lançada como b-side do single Never Too Far/Hero de 2001.

8- Butterfly – Outra canção do mesmo álbum, que leva o mesmo nome. Desta vez o foco está concentrado no fim de seu casamento com Mottola. Ela escreveu esta balada narrando como se estivesse presa, sendo controlada e, finalmente, abriu as asas para alcançar seu potencial, sem algemas.

7 – We Belong Together-  Aclamada como a canção que redefiniu sua carreira, We Belong Together é uma das baladas mais poderosas que Carey já escreveu. Depois de passar 14 semanas no topo da parada de singles dos Estados Unidos e ser coroada como a canção da década, não há dúvida que existem milhões de pessoas em todo mundo conectadas com esta canção de Carey, como nenhuma outra.

6 – Cry – Abrindo o seu novo disco, ela balada gospel que foi muito inspirada em tudo que nós fãs de Carey conhecemos e amamos. Um piano, vocais sinceros, as famosas notas agudas e harmonias perfeitas. Foi citada em todos os lugares que marca um retorno a sua antiga forma, lembra demais os seus primeiros trabalhos e foi muito elogiada por fãs e críticos.

5 – Looking In – Ela está incluída no Daydream e é a faixa que fecha o álbum. Carey detalha como sua vida pode parecer perfeita do lado de fora, mas olhando por dentro, não é bem o que se parece. Baseada em suas experiências da infância, seu primeiro casamento, qualquer pessoa que se sentiu roubada ou oprimida é capaz de se relacionar profundamente com esta música. ”You look at me and see the girl, who lives inside the golden world/ But don’t believe, that’s all there is to see. You’ll never know the real me. She smiles through a thousand tears.”

4. ‘H.A.T.E.U.’ – Apesar de não ter conseguido um grande sucesso comercial, mesmo tendo sido lançada como single de seu álbum de 2009, Memoirs of na Imperfect Angel, ela possui uma letra que ficou coberta por baixo de um excelente desempenho vocal no falsete. “oh this was a life phenomenal no one could explain, and I wish I could press reset and feel that feeling again. I sit and press rewind and watch us every night/ Wanna pause it but can’t make it stay.”

3. Love Takes Time – Apesar de esta música ter lhe dado o seu segundo single em primeiro lugar nos Estados Unidos, ela quase não foi incluída em seu álbum de estreia. Ela foi adicionada de última hora, e é uma das primeiras canções clássicas de Carey, que mostra seus alcances vocais que atinge aos céus. “Love takes time, to heal when you’re hurting so much. Couldn’t see that I was blind to let you go.”

2. ‘Can’t Let Go’- Lançada como segundo single de seu segundo álbum, Emotions, esta faixa apresenta Carey desejando voltar com seu antigo e duradouro amor . “Here I am, still holding on. I can’t accept my world is gone. Even though I try, I can’t let go.”

1-  My All – Uma das fãs favoritas dos fãs, especialmente em seus concertos, ela é inspirada nas canções latinas, e mostra como uma mulher daria tudo de si para passar somente uma noite com o seu amante. “I’d give my all to have, just one more night with you. I’d risk my life to feel, you’re body next to mine, ’cause I can’t go on living in the memory of our song.”

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Depois de muito tempo, finalmente a diva voltou em grande estilo, o décimo quarto álbum de Mariah Carey, Me. I Am Mariah… The Elusive Chanteuse, finalmente chegou as lojas, depois de uma série de adiamentos.

Excluindo o seu CD de Natal, de 2010, este é o primeiro álbum Pop a ser lançado por Carey há 4 anos e meio, o maior período de sua carreira sem lançar um novo disco. Neste meio tempo, ela foi mãe de gêmeos, teve o prazer de ser jurada do American Idol, ao lado de sua ‘amiga’, Nicki Minaj. Lançou algumas canções como ‘Triumphant (Get ‘Em)’, ‘You’re Mine (Eternal)’ e ‘The Art of Letting Go’, que não tiveram muito sucesso.

Carey foi inspirada em fazer um álbum que levasse as pessoas ao bom e antigo Hip-Hop e R&B, assim como ela fez em seus dois primeiros discos, Mariah Carey e Emotions. Julgando por estas influências, parece que o álbum tem potencial para ser o seu melhor neste século.

O disco abre com a emocionante balada ‘Cry’. Ela começa com uma introdução quase acústica, sendo simplesmente a voz de Mariah acompanhada por um piano. Quando a música começa a tocar, seu ritmo começa gradualmente subir e construir cada gota de emoção embalada por seus famosos melismas. Soa como uma interpretação moderna de seu single de 1990, I Don’t Wanna Cry, quando Carey canta os versos: “I don’t wanna break down and cry.” A música é seguida pela balada dançante, ‘Faded’, que embora não haja nada de errado com ela, é uma música agradável e gostosa de ouvir, as batidas lentas vão acabando por aqui.

O seu dueto com Nas, na música ‘Dedicated’, é uma faixa de R&B com uma batida charmosa, que dá vontade de cantar junto, sendo uma forte candidata para o clima deste verão. ‘#Beautiful’, o pré-single desta era, foi lançado há um ano, possui vocais discretos, sem excessos, o que sem dúvida alguma, tem apelo para as rádios.

As coisas mudam quando vamos para o Hip-Hop na faixa ‘Thirsty’. Esta canção é uma produção de Hit-Boy, que emprestou o seu estilo usado na faixa ‘Niggas In Paris’ de Jay-Z e Kanye West. Carey canta sobre como o seu namorado está com sede de sua fama e estrelato, e quer usá-la para se tornar uma celebridade, que acaba se afogando em sua própria miséria. Stevie Wonder faz uma aparição não creditada tocando gaita na música ‘Make It Look Good’. A gravação é uma típica música clássica de Carey, com um excelente instrumental harmonizado com seus simpáticos vocais.

‘You’re Mine (Eternal)’ preenche um espaço entre  ‘Make It Look Good’ e a parceria com Wale na faixa ‘You Don’t Know What To Do’, que é uma faixa retrô para era disco, começando com uma introdução quase acapella de Mariah, que é interrompida por uma batida dançante.

‘Supernatural’ tem a participação das risadas dos gêmeos de três anos de Mariah Carey,  Monroe e Moroccan. A música fala sobre como sua vida se tornou melhor depois que os seus filhos nasceram.

‘Meteorite’ é outra música dançante, que usa metáforas do espaço para descrever o que ela realmente sente sobre o seu amado. Produzida por Q-Tip (que trabalhou pela última vez com  Mariah em 1997, na canção ‘Honey’). É uma canção com batidas comuns e vocais simples.  ‘Camouflage’ é uma canção gospel, acompanhada por um piano. ‘I told myself you needed time for your heart, that’s fine/ I camouflaged my tears.”

A faixa interessante batizada de ‘Money ($ * / …)’ é bizarra e cativamente ao mesmo tempo por isto que realmente não faz muito sentido. Ela é precedida do cover que Carey fez da canção do George Michael, ‘One More Try’. Como de costume em suas regravações, Carey tira completamente os aspectos originais da canção e a reinventa, fazendo com que ela pareça ser uma nova canção gravada por ela.

O álbum termina com ‘Heavenly (No Ways Tired/Can’t Give Up Now)’, que é uma balada inspiradora, que te incentiva a não desistir de seus sonhos.

De modo geral,  Me. I Am Mariah… The Elusive Chanteuse, é o disco mais completo e impressionante de Carey, desde o The Emancipation Of Mimi, de 2005.

Embora, sua voz não seja mais a mesma, ela ainda oferece vocais que ninguém antes ou depois de sua estreia pode se igualar. Ela ainda pode atingir as suas famosas e incríveis oitavas, mas não com a mesma facilidade de 24 anos atrás. Mesmo que sua música não agrade a todos, ninguém pode negar o seu incrível talento vocal. Mas o melhor de tudo, é que ela não ofusca a emoção e o conteúdo lírico do álbum. Ela conseguiu evoluir a sua musicalidade em sentimento e não em uma declaração.

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