Mariah Now é a sua maior fonte brasileira sobre a Mariah Carey. O site é totalmente dedicado para os fãs da Mariah. Acompanhe notícias, vídeos, entrevistas, participe de promoções e eventos. Todo conteúdo divulgado no site é criado ou editado por membros da equipe, qualquer conteúdo retirado daqui, mantenha seus devidos créditos. Somos apoiados pela Universal Music Brasil e pela Sony Music Brasil.

Jornal

Mariah Carey tenta inovar em novo disco, mas continua açucarada.

Trabalho que será lançado esta semana tem um dos piores títulos da história da música: ‘Me. I Am Mariah… The Elusive Chanteuse’

Javier Herrero – EFE

mariah292Mariah Carey publica esta semana um dos trabalhos mais árduos de sua carreira, ampliado e adiado várias vezes até sua publicação, com um dos piores títulos da história da música.

Me. I Am Mariah… The Elusive Chanteuse, algo como “Eu. Sou Mariah… A cantora que se esquiva”, devolve ao primeiro plano a artista feminina que mais vendeu na história, a única a conquistar o primeiro lugar sem esforço aparente nos Estados Unidos, e que desde We Belong Together anda mais do que distante de acertar.

Junto do cantor Miguel, esteve muito perto de alcançá-lo com #beautiful, provavelmente uma das melhores faixas do novo álbum, no que conseguiu atingir a virtude de algo que lhe falta, simplicidade, a partir de solos de soul, reminiscências costeiras e relaxadas, sem estridências vocais.

Depois do lançamento de seu segundo disco natalino, Merry Christmas II You (2010), a artista deu à luz a gêmeios, fruto de seu casamento com Nick Cannon  — filhos que, certamente, interviram no álbum — e logo espalharam-se notícias de que a cantora workaholic estava começando a trabalhar no próximo trabalho.

Triumphant (get’em), surgiu em 2012 como primeiro aperitivo, mas teve uma recepção fria, apesar de seu título. Não tardou para que viessem, então, sua participação falida e milionária como jurada do reality show American Idol, e outra tentativa frustrada de relançamento em julho de 2013 de Almost Home, que incluía a trilha sonora do filme Oz.

#beautiful enfim conseguiu entrar nos top 20 da lista norte-americana, abrindo caminho que se desenhou para outro possível título do disco, The Art of Letting Go, nome de uma balada clássica que chegou a ser apresentada oficialmente, mas que nem entrou no repertório do disco.

Sem seu eterno colaborador, Randy Jackson, Mariah o substituiu por Jermaine Dupri, trabalhando até o último momento e tentando, sem conseguir, atingir a alquimia de sucessos como Hero, Always Be my Baby ou My All.

Alguns meses depois, estreou sem pena ou glória You’re Mine (Eternal) e, na semana passada, o r&b Thirsty, o melhor da nova safra, ainda que careça da pegada dos antigos.

Com a exceção de sua interpretação de One More Try, de George Michael, é preciso reconhecer sua insistência em entregar material novo e não apostar apenas na fórmula manjada de versões que, em seu caso, seriam provavelmente um trabalho com standards de soul e, ao menos, lhe dariam menos dores de cabeça.

Em Me. I am Mariah…, é louvável o esforço de amadurecer e realizar um exercício que conduza sua música nefra, com menos corantes e menos naif que Charmbracelet (2002) ou Memoirs of an Imperfect Angel (2009), mas seu estilo está tão marcado que é difícil (e talvez contraproducente) tentar esquecê-lo.

Basicamente, Mariah substitui o açúcar branco pelo mascavo, que é mais natural e mais fácil de digerir, mesmo que siga acrescentando três colheradas em quase tudo. Isso pode ser visto na aproximação de estruturas clássicas do soul dos anos 1960 (Make it Look Good) e do disco-funk dos anos 1970 (na linha de You Don’t Know What to Do), revisitadas pelos produtores que as trazem para seu terreno urbano e lhes dão um ar de modernidade.

Encontramos ainda canções mais desnudadas, como Cry, um tema de piano atípico, sobretudo para inciar o disco, e outros mais elaborados, com ideias interessantes, como Money.

Ainda assim, falta imediatismo e consistência ao resultado final, um pouco mais de melodias diretas e menos arranjos, que são seu pior vício. Menos rizos supérfluos e gritos de golfinho.

E há ainda o título do disco, como autorretrato de alguém que sempre se conheceu como artista de sucesso: trata-se de um sintoma da honestidade, fruto de um exercício de introspecção ou mais um elogio narcisista?

O jornal britânico, The Sun, dedicou uma página inteira para falar sobre o novo álbum de Mariah Carey. A crítica do álbum foi feita pela cantora britânica, Pixie Lott, que é uma grande fã de Mariah e concedeu cinco estrelas para disco.

pixiemariah

O novo álbum de Mariah, Me. I am Mariah … the Elusive Chanteuse, traz a cantora de volta fazendo o seu melhor. Chanteuse significa cantora em francês, então interpretei o subtítulo “indescritível” com algo que ninguém possa tocar, nem mesmo as cantoras novatas.

Com a alma R&B, inspirada nos estilos antigos e colaborações com os artistas mais quente do momento, ela é muito mais que uma lenda viva. Aqui está minha opinião sobre o seu novo álbum, faixa por faixa.

Cry – É uma das minhas favoritas. A música não se limita em mostrar somente a capacidade vocal de Mariah, mas também é realmente possível ouvir todo o significado e emoção que é colocada sobre ela. Ela consegue contar a história alinhada com seus truques vocais. Esta faixa me lembra de seus os vocais sensacionais, que eu não posso viver sem. Eu fico de cabelos arrepiados quando ouço esta música e me recordo daquele som clássico da antiga Mariah.

Faded – A bela sequência de acordes abre esta música. Mariah teve ajuda do produtor do momento, Mike WILL Made It, que ficou famoso por seu trabalho com Miley Cyrus. O que mais gosto nesta canção é a harmonia dos arranjos nos versos da canção com os vocais impecáveis de Mariah, aqueles mesmo que a fizeram ficar famosa. É também nesta música que encontramos pela primeira vez, ao decorrer do disco, as suas famosas notas agudas que finalizam a canção.

Dedicated – Mariah foi uma das pioneiras a fazer o mix entre o R&B/Pop com o hip-hop, e ela usou isto ao seu favor novamente. Esta música  que familiarmente me faz rir,  e ao mesmo tempo lembrar a antiga Mariah que conheci e comecei amar, fazendo uma combinação com uma linha que gruda na cabeça. O trecho “La,da,da,de,da,da,da,da”, que se repete a longo da faixa, fazendo com que cantemos juntos com ela. Para mim, é um dos destaques do álbum, mesmo que você não queira a batida dela fica grudada na sua cabeça.

#Beautiful – Miguel e Mariah fizeram um trabalho excepcional juntos com suas incríveis habilidades vocais nesta faixa. Esta foi uma grande canção de R&B/Soul/Pop de verão e tenho certeza que ela tem o poder de permanecer aí por muitos verões, festas e viagens que estarão por vir, graças a sua boa batida e também pelo apelo retro que possui.

Thirsty – A atrevida Mariah está de volta com muita atitude infectada pelo casamento perfeito do R&B/Pop com o hip-hop, fazendo com que recordemos da verdadeira diva que ela ainda é. A música tem uma letra divertida, que fala sobre Hollywood, Instagram e a cultura das celebridades, fazendo um apelo para os jovens e para os baladeiros de plantão.

Make It Look Good – Começa com uma introdução única tocada apenas por uma gaita, que te prepara da melhor maneira para mais uma faixa incrível e exclusiva do álbum. Esta é umas minhas músicas favoritas, pois ela possui vibrações incríveis do R&B com vocais que ecoam como nos dias do The Emancipation Of Mimi… A única coisa que supera isto para mim é o fato que Mariah teve a ajuda de Stevie Wonder para tocar a gaita! Ela fez acontecer!

You’re Mine (Eternal) – O barulho de fósforo riscado no começo desta música nos deixa intrigados, até se envolver com o som único de Mariah que estamos acostumados desde o dia que ela surgiu. Esta é definitivamente uma gravação emocional e suave, contrastando com um com um gancho oriental que se sobressai do resto do disco.

You Don’t Know What To Do – Começa com introdução incrível, com vocais que lembram as batidas do soul dos anos 80, como em  Somebody Else’s, clássico de Jocelyn Brown, mas com estilo.

Supernatural – Conta com a estreia adorável dos filhinhos de Mariah, mais conhecidos como Dembabies. É emocionante que temos a oportunidade de ouvir potencial de futuros talentos, caso queriam trilhar o mesmo futuro de seus pais. Não há nada mais agradável para ouvintes, do que ouvir uma música pessoal com este recurso, que mostra um novo capitulo na vida de Mariah, que é o imenso amor que ela tem por seus filhos.

Meteorite – Uma canção para as pistas, muito interessante e criativa, que usa as frases de Andy Warhol. É uma canção muito divertida para as pistas de dança, que termina com vocais incrivelmente poderosos.

Camouflage – Eu estava em êxtase ao ouvir um coral gospel logo no segundo verso, no meio de harmonias angelicais. A letra também é de apertar o coração, mas ela se alinha a doce melodia da canção.

Money – Esta música é muito cativante desde principio, que tem um começo que gruda na cabeça. Eu sinto que esta música tem um grande potencial para ser single, como uma incrível colaboração de Mariah e Fabolous. É uma legitima canção de alto astral com uma pitada moderna e batidas retro, que fazem você querer dançar.

One More TryA introdução do órgão se encaixa perfeitamente  com as notas frágeis de Mariah, fazendo que com ela deixe a música de George Michael parecer uma gravação original dela. A sua voz soa tão incrível como no inicio de sua carreira. Mariah, que ficou famosa por fazer regravações no passado, pois ela sempre consegue colocar sua própria personalidade nas canções.

Heavenly – Uma canção inspiradora e edificante no melhor estilo Mariah, soa como algo que ela já fez anteriormente em Can’t Take That Way (Mariah’s Theme), mas desta vez com um grande desabafo também acompanhado por incríveis vocais. É um final perfeito para álbum de Mariah, que com esta familiaridade sonora impressionante nos faz lembrar do inicio de sua carreira, mas com o toque de novidade.

 

Mariah Carey aposta em alimentos de cor roxa para emagrecer.

Mariah Carey aposta em alimentos de cor roxa para emagrecer.

Rio – Desde que engravidou dos gêmeos Monroe e Moroccan, que completaram 3 anos, a cantora Mariah Carey viveu um turbilhão de emoções e, por conta disso, ganhou peso durante a gestação. De lá para cá, ela travou uma longa luta contra a balança. Mas, ao que tudo indica, esta árdua batalha parece ter chegado ao fim. Mariah declarou, recentemente, estar satisfeita com seu peso depois de ter aderido à dieta roxa. “Entrei de cabeça. Por três dias na semana, eu como apenas ameixas, uvas, berinjela. Alimentos roxos, em geral”, disse a cantora norte-americana.

A técnica tem como grande benefício o alto poder antioxidante e a prevenção do câncer, mas deve ser adotada com cuidado. “Uma alimentação comum é pobre em antioxidantes. Mas este regime, por ser muito radical, deixa o organismo carente, principalmente, de proteínas. E elas são importantíssimas para produção de enzimas, hormônios e anticorpos”, explica a nutricionista Camila Nunes.

Já a nutricionista Mila Moraes aconselha: “Assim como o detox, recomendo que se adote esta alimentação por pouco tempo, três semanas no máximo. Do contrário, a saúde pode ficar comprometida. É importante também ressaltar que mulheres grávidas, crianças e mães que estão amamentando não devem fazê-la. Já os diabéticos precisam ter cuidado, pois beterraba, uva e ameixa aumentam a glicose.”

CARDÁPIO

CAFÉ DA MANHÃ
Um copo de suco de beterraba com água de coco, hortelã e amora / Uma fatia de pão sem glúten/ Uma colher de sobremesa de queijo cottage

LANCHE DA MANHÃ
Uma porção de uvas roxas

ALMOÇO
Um prato de salada de repolho refogado com alface roxo, frango grelhado e berinjela recheada

LANCHE DA TARDE
Um punhado de nozes ou poupa de açaí batida com banana e mel

JANTAR
Um prato de sopa de raízes com batata roxa, frango desfiado e cebola roxa

Fonte: O Dia

Copy Protected by Chetan's WP-Copyprotect.