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L.A. Rei

Faltando apenas alguns meses de completar 10 anos de seu álbum The Emancipation Of Mimi, Mariah Carey e Antonio “L.A” Reid estão preparando um novo tipo de  retorno. De acordo com várias fontes, a cantora de 45 anos (a Billboard errou a idade de Mariah), está voltando para Sony Music através da Epic Records, onde Reid tem sido o presidente de 2011.

Com o seu novo contrato quase finalizado, veremos o primeiro álbum de Carey lançado pela gravadora desde o Rainbow de 1999. Começando com um Greatest-Hits que coincidirá com sua próxima residência de shows no The Colosseum do Caesars Palace, em Las Vegas. Batizada de “# 1”, a série de concertos agendadas pelas empresa Creative Artists Agency começará no dia 6 de maio e incluirá todos as 18 músicas de Carey que chegaram ao topo do Hot 100 da Billboard, desde “Vision of Love” de 1990 até “Touch My Body” de 2008. (Um representante da Epic se recusou a comentar sobre o assunto.)

Embora Carey tenha deixado a Sony de forma tumultuada – ela assinou um contato para quatro álbuns com a Virgin (EMI) em 2000 por 80 milhões de dólares, desesperada por se distanciar de seu ex-chefe e marido, Tommy
Mottola – há muitas razões pelas quais esta reunião faz todo sentido agora. Doug Morris, atual presidente / CEO da Sony Music, levou Carey para Island Def Jam em 2003, quando ele estava no comando da Universal
Music Group. Reid, então chefe da Island Def Jam, supervisionou seu grande retorno em 2005.

Joey Arbagey, que foi colaborador de Carey durante o processo de criação de seu álbum seis vezes platinado, The Emancipation Of Mimi, agora é executivo de artistas e repertório na Epic. E é claro, maior parte de seu massivo catálogo pertence à Sony: Carey lançou 7 discos de estúdio, um EP ao vivo e quatro coletânea que venderam no total 43,9 milhões nos Estados Unidos, de acordo com a Nielsen Music, incluindo os discos Music Box e Daydream que possuem certificado superiores à sete platinas. Já em sua permanência na UMG, que rendeu 6 álbuns e vendeu apenas 9,7 milhões em solo norte-americano, se formos comparar.

Apesar de legado de Carey ser indiscutível, mas os seus mais recentes tropeços não passaram despercebidos. Para começar, seu álbum que foi adiado três vezes, Me…I Am Mariah…The Elusive Chanteuse lançado pela Def Jam, não conseguiu da um top 10 para cantora (o dueto com Miguel, “#Beautiful”, alcançou a 15° posição em 2013), além de ter sido o disco que menos vendeu em toda sua carreira, 117 mil nos Estados Unidos. Ela passou por uma série de empresários neste meio tempo, incluindo o seu parceiro de longa data, Jermaine Dupri, produtor Randy Jackson e o ex- executivo da Def Jam, Kevin Liles,quem ela tem mantido mais como um consultor musical.

De acordo com uma fonte que teve acesso aos termos do novo contrato de Carey, que uma de  suas mais recentes turbulência inclui um divórcio pendente com Nick Cannon (que foi seu marido por 6 anos), é uma fração bem inferior aos seus contratos anteriores. “A Sony só tinha um contrato na jogada, e ele veio em um valor muito mais baixo que ela esperava.” Como assim, baixo? Carey pediu um adiantamento de ‘3 milhões de dólares, e esta solicitação não foi atendida.” (O representante de Carey, Donald Passaman, não retornou aos contatos da Billboard para comentar sobre o assunto.)

Ainda assim, os críticos admitem que o melhor lugar para diva é estar ao lado de Reid novamente, que não pertence somente a sua geração, apesar de seu ápice ter sido durante os anos 90, ele também conseguiu recentemente
trazer estrelas de sucesso, como nada menos que Meghan Trainor (que teve uma canção número 1 por 8 semanas no Hot 100), Bobby Shmurda e Fifth Harmony. Carey também terminou 2014 de uma forma positiva, a venda para sua residência de seis noites no Beacon Theatre, em Nova York, para uma série de concertos de Natal arrecadou um total de 1,5 milhões de dólares, de acordo com o Boxscore da Billboard. Esta participação deve ajudar a construir o caminho pra sua próxima residência em Las Vegas, onde ela seguirá os passos de Celine Dion, Elton John, Cher, Bette Midler e Shania Twain para também terá a missão de lotar o teatro com capacidade de 4.300 pessoas.

Elvis Duran, apresentador da estação de rádio nova-iorquina Z100, falou: “Ela não teve um grande apoio em seu último álbum, mas sempre há um burburinho sobre as residências em Las Vegas. Mariah e Vegas fazem todo o sentido.”

Este artigo estará na edição de 7 de fevereiro da Billboard.

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