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New Zealand

Sucesso absoluto por onde passou a turnê The Elusive Chanteuse Show está no fim. Antes de ontem, quinta-feira (13), Mimi esteve em Auckland, Nova Zelândia pela primeira vez e foi aclamada pelo público que esteve na Vector Arena.

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Os atrasos de Mariah já não são novidade alguma para nós, nem para os lambs de lá, mas quem disse que isso foi ruim? A arena estava preparada para receber a artista feminina mais bem sucedida de todos os tempos naquela noite e os atrasos e até mesmo as más impressões dos shows no início de outubro foram esquecidos ao início do show com as firulas de Mimi no início de “Fantasy (Remix feat. O.D.B.)”.

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Após fazer muito bem feito um show em Sydney, Austrália, as expectativas para o show de Auckland eram altas, pois quem não espera o melhor de Mariah Carey? Ela deu o seu melhor e emocionou o público com seus clássicos whistles e seu beltings estrondosos:

A introdução do show da Nova Zelândia foi mantida com a “Across 110th Street (Intro)” que nós simplesmente amamos, bem como nos demais shows da turnê, pois usar James Bond de 007 como inspiração para as coreografias de abertura enquanto Bobby Woomack interpreta a trilha do filme “Across 110th Street” de 1972 é demais. Melhor ainda a reação de euforia do público como em Auckland! Na sequência Mariah entrou soltando suas firulas em “Fantasy (Remix feat. O.D.B.)” após o rap do O.D.B. usando aquele vestido preto de renda, deixando à mostra um pouco do seu belo corpo, atiçando a nossa mente com pensamentos pra lá de quentes, mas o que gostamos mesmo foi da atitude bem “Mariah” ao centro do palco com aquele sorriso lindo na paradinha no início da música que continua na lista das melhores para ela abrir um show e parece ter dado certo. Dançar não é o forte da nossa Diva, mas os lambs amam dar aquela rebolada com “Touch My Body” e não é que ao vivo ela tem soado tão boa que a vontade de sair dançando grita? Com vocais cada vez melhores, em Auckland Mimi nos presenteou mais uma vez com este hit. Para fechar o primeiro ato, Mariah fez a introdução de “Emotions” como no MTV Unplugged de 1992. Ela mantém àquela mesma habilidade dos seus beltings agressivos, uma voz que soa suavemente forte ainda hoje e que fica cada vez mais bonita com os incríveis whistles. Em seguida foi feita a “Singer Intros”.

Assista ao vídeo de “Across 110th Street (Intro)” e “Fantasy (Remix ft. O.D.B.)”:

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Assista aos vídeos de “Fantasy (Remix ft. O.D.B.)”:

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Assista aos vídeos de “Touch My Body”:

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Assista aos vídeos de “Emotions”:

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Assista aos vídeos de “Fantasy (Remix feat. O.D.B.)”, “Touch My Body” e “Emotions”:

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Mariah abriu o segundo ato cantando “Cry.” Sobre o piano de calda, na companhia incrível de Big Jim Wright e a energia dos movimentos pra lá de quentes de um de seus bailarinos. Ela começou a música completamente sem base pré-gravada e fez o público ficar estático com seus vocais bem crus. Como de costume, Mariah improvisou bonito, mas desta vez com snippets de “Circles” e “I Wish You Knew” dando início à espiritualíssima “Fly Like a Bird” que nos impressiona cada vez mais e mais com a forma performática na qual ela canta uma das mais lindas músicas do álbum “The Emancipation of Mimi” de 2005. Para a nossa alegria, é claro, Mimi cantou a sua balada preferida do álbum “Butterfly” de 1997: “My All”. O que foi o final desta música em Auckland? Indescritível! Ela tem nos deixado sem palavras, pois seus vocais só melhoram, mesmo com uma falha aqui, outra ali, mas ninguém consegue fazer como ela faz. Para nos deixar ainda mais eufóricos, Mimi manteve o “Car River Medley: Heartbreaker (Remix feat. Da Brat & Missy Elliot)/Heartbreaker(feat. Jay-Z)/#Beautiful/Breakdown (feat. Krazie Bone & Wish Bone)/I Know What You Want (feat. Busta Rhymes)/It’s Like That/Crybaby (feat. Snoop Dogg)/The Roof (Back In Time)/Obsessed/Don’t Forget About Us” em Auckland. Os 18 minutos de performance reuniu sucessos que não caberiam em um show normal, mas com carinho Mimi conseguiu nos dar este momento incrível e lá vai o nosso “pitaco”. De forma inteligente ela faz de “Heartbreaker (Remix feat. Da Brat & Missy Elliot)/Heartbreaker (feat. Jay-Z)” a melhor forma de abrir o medley que segue com “#Beautiful” mesmo sem o Miguel, mas ainda poderia ser um pouco mais longa, quem sabe com o Trey Lorenz na próxima leg? Em seguida veio “Breakdown (feat. Krazie Vone & Wish Bone)” com a dancinha fofa na cadeira acompanhada de suas bailarinas que manda muito bem na sensualidade e na coreografia. Depois foi a vez dela continuar balançando os quadris com “I Know What You Want (feat. Busta Rhymes)” que antecede a incrível “It’s Like That”, o que fez a arena sacudir ainda mais. Para acalmar os ânimos, Mimi continuou o medley com “Crybaby (feat. Snoop Dogg)” e logo puxou “The Roof (Back In Time)” que faz fãs dos anos 90 irem à loucura, pois a música sempre soou tão “Mariah” e na turnê não tem sido diferente. Mantendo o bom ritmo entre baladas e mid-tempo song, Mimi cantou a gostosíssima “Obsessed” com seus bailarinos a fazendo mais diva do que antes. Para fechar este momento nostálgico, Mariah cantou seu 17º #1 “Dont Forget About Us” extraído do álbum “The Emancipation of Mimi” de 2005 com vocais ainda mais fortes, uma final de tirar o fôlego e uma prova verdadeira de que ela canta e muito (mas nem precisa provar mais coisa alguma). Sem perder tempo, Mimi foi logo anunciando que ia cantar “I’m That Chick” que se manteve forte na turnê até hoje e sem fazer mais que o normal, o que nem é necessário para nós, a música seguiu no ritmo em sua versão estendida para a “Band Intros” enquanto a Diva Mor Mariah Carey se retirou para mais uma troca de roupa.

Assista aos vídeos de “Fly Like a Bird”:

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Assista ao snippet de “Circles”:

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Assista ao snippet de “I Wish You Knew”:

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Assista Mariah falando com o público de Auckland:

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Assista aos vídeos de “My All”:

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Assista ao vídeo de “Heartbreaker (feat. Jay-Z)” e “#Beautiful”:

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Assista ao vídeo de “Heartbreaker (Remix ft. Da Brat & Missy Elliot)/Heartbreaker (feat. Jay-Z)”, “#Beautiful”, “Breakdown (feat. Krayzie Bone & Wish Bone)”, “I Know What You Want (feat. Busta Rhymes)”, “It’s Like That” e “Crybaby (feat. Snoop Dogg)”:

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Assista ao vídeo de “Obsessed”:

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Assista aos vídeos de “Don’t Forget About Us”:

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Assista ao vídeo de “Breakdown (feat. Krayzie Bone & Wish Bone)”, “I Know What You Want (feat. Busta Rhymes)”, “It’s Like That”, “Crybaby (feat. Snoop Dogg)”, “The Roof (Back In Time)”, “Obsessed” e “Don’t Forget About Us”:

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Para o terceiro ato, Mariah voltou ao palco após a introdução de “Honey” no telão, mas cantou de fato “Honey (So So Def Remix feat. Mase” vestida com seu vestido azul com calda de sereia mesmo com as bases pré-gravadas, mas na vibe da música que até hoje agita a noite nas boates do mundo todo. Depois ela cantou “Thirsty” que mesmo não fazendo Mimi ir para o meio do público como em Melbourne e Sydney, fez com que ela se soltasse mais, e olha que isso não tem sido difícil pra ela. A música continuou com a introdução feita por ela e o público conforme os shows desde Singapura, o que nos anima ainda mais para o lançamento da música como single no mês seguinte. Até então tudo normal, mas Mariah voltou a cantar “Meteorite” que é uma das surpresas do novo álbum lançado neste ano. Na sequência ela saiu do palco para uma troca de roupa e os seus dançarinos voltaram a fazer a “Dances Intros” com a versão estendida da música.

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De preto, mas deslumbrante, Mariah cantou a música que marcou a sua carreira em todo o mundo: “Hero”. Este foi o ponto mais alto do show em Auckland, pois a arena inteira cantou a música que inspira corações até hoje, mesmo a Mariah não a considerando tanto quanto outras músicas da sua carreira. Continuamos sentindo falta da cascata no último refrão da música, mas Mariah nos deixa ainda mais fissurados por ela com vocais limpos e notas bem sustentadas pelos seus vocais magníficos, pois se ela cantar “Hero” muito bem, ela canta tudo muito bem. Confessamos que sentimos ela um pouco cansada e abatida, mas logo sua alegria veio ao palco após cantar “Supernatural (feat. DemBabies)”, pois ela ama os seus filhos que inclusive foram para o palco e encheram nossos olhos de lágrimas com tamanha “fofura” e carinho para com Mariah. Roe cantou sua parte da música mesmo depois da performance e Roc… ah Roc é um fofo! Juntos os gêmeos são incríveis! Então Mariah cantou “Always Be My Baby” de forma impecável e finalizou a noite com o seu hit inegável: “We Belong Together/We Belong Together (Remix)” sem fazer o encore.

Assista aos vídeos de “Hero”:

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Assista ao vídeo de “Supernatural”:

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DemBabies no palco:

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Assista ao vídeo de “Always Be My Baby”:

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Assista ao vídeo de “Emotions”, “Fly Like a Bird”, “My All”, “Heartbreaker (feat. ft. Da Brat & Missy Elliot)”, “Don’t Forget About Us”, “I’m That Chick”, “Honey (So So Def Remix fear. Mase)”, “Thirsty”, “Hero” e “Always Be My Baby”:

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Assista aos vídeos de “We Belong Together/We Belong Together (Remix)”:
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Assista ao vídeo de “We Belong Together (Remix)”:

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Assista a um resumo do show com “Across 110th Street (Intro)”, “Fantasy (Remix feat. O.D.B.)”, “Fly Like a Bird”, “Crybaby (feat. Snoop Dogg)”, “The Roof (Back In Time)”, “Don’t Forget About Us”, “I’m That Chick”, “Honey (So So Def Remix feat. Mase)”, “Hero”, DemBabies no palco, “Always Be My Baby” e “We Belong Together”:

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Mariah mostrou aos críticos que ela é a dona da voz e que consegue impressionar ao seu público com vocais, não com performances. Seu show em Auckland foi um dos melhores de toda a turnê com seus pontos mais altos em “Hero”, “My All”, “Emotions” e no “Car River Medley”. Amanhã (domingo, dia 16/11) Mariah fará o seu último show desta leg da turnê The Elusive Chanteuse Show em Mount Cotton, de volta à Austrália. O show começará às 07h (Horário de Brasília-DF) na Sirromet Wines com a abertura feita pelo cantor australiano Casey Barnes às 04h20min (Horário de Brasília-DF), depois o também australiano Nathaniel às 05h30min e na sequência a super Mariah Carey. Nós já estamos prontos para o último show e você?

Confira as fotos do show de Auckland clicando aqui!

Set-list de Auckland:

Across 110th Street (Intro)
1. Fantasy (Remix feat. O.D.B.)
2. Touch My Body
3. Emotions
Singers Intros (Emotions Extended)
4. Cry.
5. Circles (Snippet)
6. I Wish You Knew (Snippet)
7. Fly Like a Bird
8. My All
Car River Medley:
9. Heartbreaker (Remix feat. Missy Elliot & Da Brat)/Heartbreaker (feat. Jay-Z)
10. #Beautiful
11. Breakdown (feat. Krazie Bone & Wish Bone)
12. I Know What You Want (feat. Busta Rhymes)
13. It’s Like That
14. Crybaby (feat. Snoop Dogg)
15. The Roof (Back In Time)
16. Obsessed
17. Don’t Forget About Us
___
18. I’m That Chick
Band Intro (I’m That Chick Extended)
19. Honey (So So Def Remix feat. Mase)
20. Thirsty
21. Meteorite
Dances Intros (Meteorite Extended)
22. Hero
23. Supernatural (feat. DemBabies)
24. Always Be My Baby
25. We Belong Together/We Belong Together (Remix)

O jornal The New Zealand Herald, fez um review sobre a apresentação de Mariah Carey com a “The Elusive Chanteuse Show” na cidade de Auckland, na Nova Zelândia, no dia 13 de novembro. Confira abaixo:

Por Joanna Hunkin

Então, vamos ser honestos: as expectativas não eram exatamente altas.

A “The Elusive Chanteuse Show” de Mariah Carey, desencadeou uma reação negativa nas mídias sociais quando passou por Tóquio no mês passado. Os fãs ficaram chocados e com raiva ao descobrir que a Diva sexy não poderia mais – aparentemente – segurar uma nota.

Os vídeos do YouTube eram uma visão agonizante. Como um gato meio estrangulado pedindo pra morrer. Aqui na Nova Zelândia, a recepção foi silenciosa. Apesar do fato de que seria o seu primeiro e único show no país – depois de uma carreira de 25 anos e 18 singles em primeiro lugar – a diva famosa não conseguiu lotar a Vector Arena.

É justo dizer que, se ela era a Cantora Indescritível, muitos na platéia eram Espectadores Apreensivos. Pessoalmente, eu estava com palpitação com a perspectiva de uma calamidade vocal, o equivalente na música à um medalhista olímpico de ouro caindo fora da barra, enquanto a multidão assiste com horror – e deleite.

Mas quando a batida inconfundível de “Fantasy” ecoou na arena, qualquer conversa sobre morte vocal de Mimi parecia ridícula. De repente, lá estava ela – com um vestido justíssimo, cheio de paetês, cantando um dos maiores sucessos de sua carreira com facilidade. Apenas isso. Sem esforço algum.

Ela seguiu com “Touch My Body” e “Emotions”, acertando as notas altas supersônicas e executando sua marca registrada com relativa facilidade. Isso soa exatamente como o original do CD? Não. Será que precisava? Não. O que a Sra Carey pode fazer com sua voz é extraordinário – e algo que eu, por exemplo, tinha meio que esquecido.

Ela pode lhe dar arrepios com uma única nota. Mas, mais do que isso, ela é divertida. Mariah pode ter desenvolvido uma reputação de ser uma pessoa um pouco difícil de lidar, mas no palco ela é uma delícia. Brincalhona, sedutora e não tem medo de tirar sarro de si mesma – em determinado momento ela até arriscou um sotaque neo-zelandês.

Talvez o melhor momento veio depois de uma troca de roupa (uma das várias, naturalmente), em que ela usava um vestido sexy cor-de-rosa que acentuava seu seios que estavam hipnotizantes (sério, não conseguia parar de olhar para eles). Com ela reclinada sobre um piano de cauda, um dançarino descamisado fazia uma intensa dança interpretativa celebrando seu amor eterno por Mariah. Era completamente ridículo e ainda assim, brilhante.

O que seria de Mariah se não fosse um pouco de exagero? Ela é a rainha das baladas poderosas (das quais “Hero” foi o destaque da noite) e ela sabe disso. Foi simplesmente uma noite de Diva. Simplesmente Mariah.

MC2

O portal de entretenimento Stuff.co.nz, fez um review sobre a apresentação de Mariah Carey com a “The Elusive Chanteuse Show”, que aconteceu hoje, 13/11, na cidade neo-zelandesa de Auckland. Foi a primeira vez que a cantora realizou um show na Nova Zelândia. Confira abaixo:

Por Siena Yates

Existem dois lados da Mariah Carey:  A Mariah Clássica e a Neo Mariah.

A Neo Mariah desajeitadamente perambula ao redor do palco com um olhar desconfortável, constantemente ajustando seu cabelo e verificando os ângulos da câmera nos telões, enquanto canta músicas que são apenas…da nova Mariah.

A Mariah Clássica, porém, é facilmente linda e despreocupada, andando no palco, com as mãos no ar, sorrindo largamente.

Ela é a única que une os versos de rap, gasta muito tempo falando sobre Marmite (uma espécie de geléia inglesa, mais grudenta e com o sabor bem acentuado) e revela no palco o seu dia-a-da como mãe.

Sua mera presença trouxe uma multidão em um show em que todos se levantaram, começando com “Fantasy” e logo em seguida, “Emotions”, onde o famoso whistle rolou solto e os gritos em resposta eram ensurdecedores.

As mãos do público permaneciam no alto todas as vezes em que Mariah falava. Parecia até um culto religioso. Logo depois, porém, Mimi reapareceu com seu jeito desajeitado em cima de um piano e começou a cantar, enquanto um vídeo que parecia ter saído dos anos 90 rolava no telão ao fundo.

As músicas tiveram um bom desempenho, os vocais foram bons, mas depois de uma abertura tão forte, parecia que estávamos apenas esperando Mimi se tornar Mariah novamente.

Valeu a pena esperar.

MC

Mariah logo voltou com um medley épico das antigas, com faixas de Hip-Hop e remixes, que transitava entre o clássico “Heartbreaker” e a versão remix de Missy Elliot, antes de entoar sucessos como “I Know What You Want”, “It’s Like That” e “Crybaby”; “The Roof” e o remix de “Honey”.

Isto é o que o público veio ver : A Clássica e Old School, Mariah.

Uma pausa bem-cronometrada trouxe um frescor para a banda, que inclui o compositor, pianista e diretor musical do show, ‘Big Jim’ Wright, que também trabalhou nas campanhas de divulgação do espetáculo, e, claro, o cara que tem acompanhado Mariah nas turnês desde o início de sua carreira, Trey Lorenz.

Os gêmeos de Mariah, Monroe e Moroccan, subiram ao palco para dizer um “oi”, antes de sua mãe terminar o show com “Always Be My Baby” e “We Belong Together”, momento em que muitos derrubaram lágrimas de nostalgia na platéia.

Sobre o show, os comentários ao redor do mundo não foram maravilhosos. A voz de Mariah não é o que as pessoas estão acostumadas porque não está tão perfeita quanto uma gravação – da mesma forma que ela sempre fez seus remixes, as músicas foram re-trabalhadas para o ambiente ao vivo.

Sim, ela deu uma escorregada aqui e ali, principalmente durante a preparação para grandes momentos, notas agudas e whistles, e para esse fim de show, mesmo nos seus piores dias, o concerto foi superior ao de algumas estrelas da música Pop contemporânea nos seus melhores momentos.

A superstar foi carismática, ela ainda tem cartas escondidas nas mangas e ela essencialmente, nos levou à uma viagem do novo ao velho, para os seus maiores sucessos, cantando para uma multidão elétrica em Auckland, que estavam literalmente chorando com a alegria de finalmente ver Mariah ao vivo.

MC3

Há menos de 10 dias para a primeira apresentação da “The Elusive Chanteuse Show” na Austrália, os ingressos estão praticamente esgotados em todos os setores.

Restam pouco mais de 200 ingressos (202 para ser mais exato) nas 7 apresentações que Mariah fará na Oceania. Serão 6 shows na Austrália e 1 na Nova Zelândia, local em que Mariah Carey se apresentará pela primeira vez em 25 anos de carreira.

O primeiro show acontecerá no dia 02 de Novembro, em Swan Valley. Os ingressos disponíveis vão de R$ 426,00 à R$ 837,00.

MC2

A próxima parada da “The Elusive Chanteuse Show” será em Taiwan, no próximo domingo, 26 de outubro e o Mariah Now fará uma cobertura exclusiva do show na fanpage do site no Facebook. Fiquem ligados!

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