Mariah Now é a sua maior fonte brasileira sobre a Mariah Carey. O site é totalmente dedicado para os fãs da Mariah. Acompanhe notícias, vídeos, entrevistas, participe de promoções e eventos. Todo conteúdo divulgado no site é criado ou editado por membros da equipe, qualquer conteúdo retirado daqui, mantenha seus devidos créditos. Somos apoiados pela Universal Music Brasil e pela Sony Music Brasil.

ODB

Observing Mariah Carey’s masterful use of sampling in her music is one of the best ways of understanding her work and enjoying her gift. Here we will have a quick look into one of her biggest – and probably the most revolutionary – classics.

Text in red is clickable


At first, something different may catch your attention in the video for “Here We Go Again” (1997) by Aretha Franklin. Be it the presence of another familiar face, that of Jermaine Dupri (an almost omnipresent musical producer in Mariah’s music) or the beat that reminds you of “Fantasy” (1995). Well, that may be because in order to make Aretha’s track, JD used elements from the Bad Boy remix version of “Fantasy”. That means that Mariah, who openly reveres and has been influenced by  Aretha, has influenced her back. But the story of this sound didn’t start and neither did it end there.

 

FROM ROCK TO CLUB…

In 1981, a few members of the band Talking Heads – “Psycho Killer” (1977) – created another musical group called Tom Tom Club so they could explore the club genre. From that, we have been given “Genius Of Love” (1981) which didn’t only succeed in fulfilling the band’s purpose of birthing dancing club music but also succeeded commercially (#1 Hot Dance Play, #2 Hot Soul Single, #24 Mainstream Rock Chart, #31 Billboard Hot 100). Its cultural impact was such that bits of it have been used (in a process called sampling, just like what JD did in “Here We Go Again”), officially, over 100 times. And because of that Mariah, who was 11 years old at the time, listened to “Genius of Love” on the radio many times over the years.

 

…FROM CLUB TO HIP-HOP…

Fourteen years later – or around 60 samples, including the Brazilian Gabriel o Pensador with “Estudo Errado” (1995) – the Mother Lamb achieved exactly the same thing that Tom Tom Club had, with the same song. The Talking Heads members went from rock to club, but she went from pop to hip hop by using a “Genius of Love” sample in “Fantasy”. Previously having written the lyrics and the melody, Mariah thought the “Genius of Love” beat would fit perfectly in “Fantasy”, and so it did. To the raw sample, Dave Hall – “Dreamlover” (1993) – added a few other layers of percussion and to finish the pop to hip-hop bridge, Old Dirty Bastard added a few bars to the Sean Puffy Combs “Bad Boy Remix” . This transition was so shocking to people that to this day, the remix version is very more often reminded than the original/album version.

Mariah Carey thought of using the “Genius of Love” track while listening to it on the radio when she was at an amusement park. The sound of it reminded her of how it used to be like to listen to the radio when she was younger and something clicked. It surely was a Genius addition to the track. The video clip which was also shot at an amusement park, was yet another step forward in Mariah Carey’s career: dissatisfied with the results of her recent videos, Mariah decided to direct this one herself.

 

…FROM HIP-HOP TO THUG-LOVE.

“Fantasy” had many remixes made for it, such as the aforementioned Bad Boy one and another one used to open “The Sweet Sweet Fantasy Tour”,  named “Def Club Mix” by David Morales. It was the second track in history to debut at #1 on Billboard Hot 100, making it Mariah’s 9th #1 single, besides hitting #1 on Dance Club Songs and Hot R&B/Hip Hop Songs. With it, Mariah simply invented a whole new music genre called Thug-Love Duet, where pop artists feature rappers on their tracks (which all pop stars have done since). After “Fantasy” nothing was the same.

A Revista Spin fez uma lista com as 30 melhores músicas de R&B da década de 90, ‘Fantasy’ entrou na lista.

Confira abaixo:

13- Fantasy

Mariah Carey caiu de cabeça no hip-hop em 1995 com seu aclamado álbum ‘Daydream’. A música ‘Fantasy’ tinha o sample da música “Genius of Love” do Tom Tom Club. Os sintetizadores da faixa mesclados com a voz extraordinária de Mariah poderiam facilmente em transformar a canção somente um dos maiores clássicos da música pop. Porém, foi um rap cantado por Ol’ Dirty Bastard, um dos integrantes do Wu-Tang Clan, na versão remix da música que transformou ela em um dos maiores clássicos dos últimos anos. A ‘surpreendente fórmula’ da música era = samplear um clássico + a voz extraordinária de Carey = um clássico do pop, porém a versão remix levou a canção a outro nível, Carey introduziria no mainstream a combinação do Pop com o Hip-Hop, definido um padrão que seria copiado nos anos seguintes.

 


 

Confira a lista completa abaixo:

30. Prince and the New Power Generation, “Diamonds & Pearls” (1991)
29. Babyface, “When Can I See You” (1994)
28. Toni Braxton, “You’re Makin’ Me High” (1996)
27. Maxwell, “Luxury:Cococure” (1998)
26. Whitney Houston, “Heartbreak Hotel” (1998)
25. Mark Morrison, “Return of the Mack” (1996)
24. Mint Condition, “Breakin’ My Heart (Pretty Brown Eyes)” (1991)
23. Groove Theory, “Tell Me” (1995)
22. Michael Jackson, “Remember the Time” (1992)
21. Xscape, “Just Kickin’ It” (1993)
20. SWV, “Right Here (Human Nature)” (1992)
19. Brandy, “I Wanna Be Down” (1994)
18. Ghost Town DJ’s, “My Boo” (1996)
17. Boyz II Men, “End of the Road” (1992)
16. R. Kelly, “Bump ‘N Grind” (1994)
15. Sade, “No Ordinary Love” (1992)
14. Brandy & Monica, “The Boy is Mine” (1998)
13. Mariah Carey, “Fantasy” (1995)
12. Blackstreet, “No Diggity” (1996)
11. Ginuwine, “Pony” (1996)
10. Jodeci, “Forever My Lady” (1991)
9. Erykah Badu, “On & On” (1996)
8. Bell Biv DeVoe, “Poison” (1990)
7. Lauryn Hill, “Ex-Factor” (1998)
6. Janet Jackson, “That’s the Way Love Goes” (1993)
5. TLC, “No Scrubs” (1999)
4. En Vogue, “Hold On” (1990)
3. D’Angelo, “Brown Sugar” (1995)
2. Mary J. Blige, “Be Happy” (1994)
1. Aaliyah, “Are You That Somebody?” (1998)

 

Fonte: Revista Spin

MC_Daydream

A Vibe Magazine fez uma matéria para a ‘Geração Internet’, enaltecendo um dos álbuns mais atemporais e essenciais da história. “Daydream” é, sem dúvidas, um marco importantíssimo na indústria da música.

Mariah Carey
Daydream (1995)

Breve introdução: Muitos nascidos nos anos 80 e 90 ficam reclamando que o R&B não é mais o mesmo e eles podem ter razão. O álbum de Mariah Carey, “Daydream”, é o divisor de águas de sua carreira, deixando de ser apenas uma cantora de baladas mela-cuecas para se tornar a rainha da música Pop e do R&B.

Singles que se destacaram de todas as formas: O carro-chefe do álbum, “Fantasy”, a sentimental “One Sweet Day”, a nostálgica “Always be My Baby”,  a brilhante “Underneath The Stars”.

Auge do álbum: A primeira faixa, “Fantasy”, que tem o sample genial do Tom Tom Club, “Genious Of Love”, mudou o cenário da música atual. Apesar das tentativas frustradas de sua gravadora e do ex-marido e empresário, Tommy Motolla, que queria transformar Mariah na “próxima Whitney Houston”, a cantora conseguiu a participação do rapper ODB e de Puff Daddy no remix da faixa, para ajudá-la a ganhar espaço no Hip-Hop.

Na época, Mariah disse que a gravadora ficou espantada: “Tava todo mundo me questionando coisas do tipo, ‘O que? Você está louca?!’. Eles estavam com medo de quebrar a fórmula [do sucesso]. Funcionava muito bem me colocar num vestido longo, com cabelo preso, cantado baladas”.

Mesmo com os vestidos longos ainda fazendo parte de seu figurino nos shows, Mariah moldou o estilo de mesclar versos de rap em música Pop (Christina Aguilera, Beyoncé e outras) e continuou usando a mesma fórmula nos seus álbuns posteriores.

Veja os melhores trechos de músicas do álbum para atualizar seu Status – quando estiver muito sensível

“Oh when you walk by every night, talking sweet and looking fine, I get kind of hectic inside”.

“Feels like I’m dreaming but I’m not sleeping”.

“Although the sun will never shine the same again, I’ll always look to a brighter day”.

“No way you’re never gonna shake me, ooh darling ‘cause you’ll always be my baby”.

“Only once in a lifetime, love rushes in, changing you with the tide”

“You knew how to get your way, ignorance was bliss in your warm embrace”.

“Thoughts run wild as I sit and rhapsodize, paint pretty pictures of what I’d do if you were mine”.

Faixa mais ignorada: “Melt Away” – produzida por Babyface, essa faixa sensual deveria ter sido remanejada no álbum, como uma das primeiras faixas, ao invés de ter sido “atropelada” pela Gospel “I Am Free” e por “Long Ago”, que tem a vibe voltada para o Hip-Hop.

Aposto que você não sabia: Mariah Carey e Boyz II Men se juntaram para escrever uma das faixas mais profundas do álbum. Os dois lados estavam enfretando uma barra – Mariah havia perdido o amigo e colaborador, David Cole, enquanto o Boyz II Men havia perdido o empresário de suas turnês, Kahlil Roundtree – tanto Mariah, quanto o Boyz II Men, escreveram canções diferentes que viriam a ser muito parecidas. Nathan Morris, um dos integrantes do Boyz II Men, disse:

“Mariah nos mostrou a melodia e o ponto alto da canção, e foi incrível. Era quase a mesma música que eu estava escrevendo. Disse a ela que estava trabalhando em uma canção com a melodia parecida e, embora as letras fossem diferentes, a premissa era a mesma. Elas se complementavam”.

O dueto – que deu à Mariah o  10º número 1 de sua carreira e o 4º do Boyz II Men – foi gravado em poucas horas, uma rápida sessão de estúdio que resultou no clipe abaixo:

Aposto que você também não sabia: Antes dos covers invadirem o Youtube, fazendo a alegria dos olheiros de plantão, Mariah Carey homenageou esses clássicos em seus álbuns. Em “Music Box”, de 1993, ela regravou o clássico do Air Suply, “Without You” e logo depois, repaginou o hino de Lionel Ritchie e Diana Ross, “Endless Love”, com Luther Vandross.

Para o álbum “Daydream”, Mariah regravou com todo o seu fôlego a canção “Open Arms”, da banda Jorney. Abaixando o tom do vocal poderoso do vocalista Steve Perry, a suavidade da voz de Mariah fez justiça ao single originalmente lançado em 1982.

Resumindo: Ouvir o álbum “Me. I Am Mariah…The Elusive Chanteuse” requer muito mais esforço do que ouvir o “Daydream”. Uma colaboração com Boyz II Men é melhor do que uma colaboração com Rich Homie Quan, por exemplo. Mas em uma época em que a relevância é medida pelo nível de vulgaridade de uma música, o padrão de excelência do Pop/R&B que Mariah Carey estabeleceu, meio que se perdeu no caminho.

A Mimi inocente, que cantava “Always Be My Baby” nos anos 90 é bem diferente da Diva de hoje em dia, que atualmente está se esforçando para cantar no exterior. Independente disso, esse álbum foi um grande teste de realidade (vendeu mais de 25 milhões de cópias mundialmente) e eternizou a química musical com Jermaine Dupri e Walter Afanasieff.

Vida amorosa à parte, o álbum “Daydream” de Mariah Carey continuará sendo uma tremenda nota aguda, agora e sempre.

Copy Protected by Chetan's WP-Copyprotect.