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Reviews

Todos os anos, um novo lote de filmes de Natal é feito. Alguns deles se tornam clássicos, enquanto outros acabam por cair no esquecimento. Quando eu ouvi falar de All I Want For Christmas Is You, fiquei curioso para assistir. Não li o livro, mas conheço a música. Eu consegui uma cópia que foi enviada para a crítica e isso é o que eu achei sobre o filme.

All I Want For Christmas Is You é um filme muito bom. Foi um pouco previsível as vezes. Eu tinha um pressentimento de como as coisas iriam acontecer. No entanto, ainda era uma alegria ver como as coisas chegaram a sua conclusão previsível. A música é muito boa, e a animação estava fantástica. Este é um filme de Natal diferente, e isso não é ruim. Não posso dizer que será para todos os gostos, mas acho que as crianças realmente vão gostar.

Fonte: The Good Men Project

Mariah Carey já pode ser dona da temporada natalina com a onipresente “All I Want For Christmas Is You”, mas como os seus (muitos) registros na Billboard mostram, Mimi nunca foi de sair do topo enquanto ela está à frente.  É por isso que uma série de shows com temas festivos desde 2014 no Beacon Theatre de Nova York, em homenagem ao sucesso alcançado, está, rapidamente, se transformando em uma tradição, destinada a comemorar 20 anos de seu álbum-mãe, Merry Christmas, a uma instituição da Big Apple – de onde duas das maiores lambs da Billboard, Adelle Platon e Natalie Weiner, tiveram que assitir pessoalmente.

A seguir, as duas editoras discutem o show (eles assistiram ao show do dia 13 de dezembro), das melhores baladas de Natal de Mariah aos seus mais gratificantes momentos de diva.

Natalie Weiner: Então, o que você estava esperando encontrar no show?

Adelle Platon: Basicamente, um “país das maravilhas” festivo de Mariah com geleias e decorações de Natal.

NW: Bem, felizmente, sinto que isso foi exatamente o que nós tivemos – pessoalmente, eu não tinha certeza do grau da qualidade da breguice que ia ser. Estava, ligeiramente, preocupada que seria surreal para os verdadeiros fãs como para nós.

AP: Na verdade, não era tão brega. Ela colocou um monte de elementos tradicionais do natal, como bailarinas em Nutcracker-esque leotards, jubilante e extremamente talentosas crianças, um coral gospel, uma trupe de bailarinos adequados (e, ocasionalmente, sem camisa)… bem, talvez não tão tradicional quanto a esta última parte (Risos). Eu não estava preocupada, porque Mariah sempre faz isso com tudo o que ela faz.

NW: Você é uma fã mais verdadeira que eu – eu estava nervosa. Mas no final, minhas preocupações eram infundadas. De cima para baixo, foi uma explosão.

AP: Ela até jogou presentes na plateia, então, realmente, era tudo sobre #festa.

NW: Uma coisa que, também, me surpreendeu mesmo foi a plateia fora do comum. Era, realmente, diversa: jovens, idosos, homens, mulheres, todas as etnias… e todo mundo estava tão animado! Literalmente, em seus pés a partir do número de abertura até o grande final.

AP: Sim! Eu não esperava que fôssemos ficar de pé o tempo todo.

NW: Eu teria usado sapatos diferentes, para ser, perfeitamente, honesta.

AP: Mas os saltos nos ajudaram a ver acima das pessoas à frente, então acho que valeu a pena.

NW: Verdade – nós nos interagimos muito mais facilmente com MC.

AP: Eu não esperava que ela compartilhasse os holofotes com as crianças (que eram, absolutamente, dançarinas insanas) e Trey Lorenz (que cantou uma música gospel arrebatadora com o apoio do coral Sounds of Victory), mas ela precisa disto para entreter a multidão durante suas trocas de roupa (Risos).

NW: Com certeza – foram quatro, afinal. A segunda música, “Charlie Brown Christmas”, foi intrigante – ela, realmente, tentou reencontrar a cena de Natal de Charlie Brown, onde todos os personagens do Peanuts dançam para “Linus e Lucy”, mas… mais sexy. Foi, também, um momento muito “Mãe”, com Mariah perguntando a todas as crianças no palco o que o Natal significava para eles. Além disso, ela provou sua fluência meme – uma das crianças referenciou a hash tag #UNameItChalleng em sua resposta…

AP: Ela estava, apenas, mostrando que ela estava com a juventude – eu tenho certeza que tinha a intenção de deslumbrar Roc, Roe e seus momentos de brincar. Esse segmento animado durante “When Christmas Comes” também foi um pouco estranho. Era a versão dos desenhos animados de Mariah em “Heartbreaker”, mas em um terno skimpy de Papai Noel… Em que ela vai da neve para a praia com um cara forte animado. Eles também usaram isso na encenação.

NW: Eu senti que o momento em que ela, realmente, se mostrou para as pessoas, vocalmente, no entanto, foi em “Joy to the World” – ela começou com apenas o piano (gritou para Big Jim Wright, que combinou em branco com Mariah), em seguida, foi grandiosa.

AP: Sim! Eles foram um ótimo par.

NW: Ela soa tão bem nessas músicas clássicas de Natal… como elas são, realmente, muito difíceis de cantar, especialmente, de uma maneira interessante, mas ela as torna tão evocativas. E minimiza o fator brega.

AP: Sua voz adiciona um tom abafado aos favoritos sazonais, também. Ela ter seus peitos para fora não é, totalmente, destinado para as crianças, mas ela mantém esse aspecto de sua marca intacta, juntamente com todos os dançarinos de cintas amarradas carregando-a em torno do palco.

NW: Sim, Mariah, definitivamente, ama um pouco de sedução, como evidenciado em todos os movimentos que aconteceram no palco durante sua performance de Natal.

AP: Também: ela ainda segura a orelha e o dedo meneia toda vez que ela emite os whistles.

NW: Eu sei – tão perfeita.

AP: #marcante

NW: Nós conversamos um pouco depois sobre como ela meio que faz um esforço para parecer relacionável de uma forma que estrelas de seu calibre, geralmente, não. Como quando ela estava falando sobre como ela só tem “olhos secos”, e repreendendo a mídia em geral para relatar que ela estava chorando durante um dos shows: “Nós não precisamos de uma festa de piedade, não há nada de errado”. Então ela falou sobre querer comprar lenços da Louis Vuitton, que mata meu argumento de relatabilidade (Risos).

AP: Eu acho que foi, também, para responder à mídia que tem insinuado que ela está em um estado emocional pós-James Packer – ter pedido o lenço da Louis V. foi o melhor.

NW: Voltando à música, seu desempenho em “O Holy Night” também foi caótico – ela trouxe o tradicional calor natalino. As luzes do Norte no cenário estavam no ponto.

AP: Sim, muito estelar – meio que um trocadilho.

NW: Eu não posso superar isso.

NW: Eu não entendo como as pessoas podem brincar que Mariah não é mais a mesma – mesmo que, talvez, 15% menos poderosa do que ela estava em seu auge, ela ainda é cerca de 9 milhões de vezes melhor do que a concorrência. Qual foi sua parte favorita?

AP: Eu sei que isso não está relacionado ao natal, mas o medley de “Emotions”, “We Belong Together” e “Hero” foi, verdadeiramente, um presente. Não me lembro da última vez que a vi cantar “Emotions” e “Hero”.

NW: Foi perfeito – eu, definitivamente, não tinha visto essas músicas. Ela estava em seu elemento: a energia estava certa, ela estava em seus brilhos…

AP: Sim! E ela estava, realmente, cantando. Sem material de sincronização labial.

NW: Desde quando eu a vi, toda vez que ela entra no palco ela se apresenta como se ela ainda tivesse algo para provar, sabe? Ela trabalha mesmo.

AP: Sim, concordo – ela ainda faz um show.

NW: As pessoas falam, mas é uma incrível quantidade de trabalho, apenas, para manter sua voz da maneira que ela tem. Ela foi tão, perfeitamente, equilibrada sendo um pouco religiosa, mas não religiosa, um pouco inautêntica, mas não muito inautêntica – apenas diversão, coisas boas e entretenimento. Além disso, acho que é importante notar que o elenco foi quase, inteiramente, negro – e um bom momento de Mariah andando a pé.

AP: Oh sim – definitivamente, um show que agrada os pais com seus filhos, casais, fãs de Mariah, adoradores do natal, etc.

NW: De qualquer forma, Mariah foi, provavelmente, o melhor presente que eu vou conseguir neste Natal. Algum último pensamento?

AP: O mesmo. Eu a amo ainda mais agora (Risos). Mais do que isso… Fico feliz que ela ainda trabalhe com os mesmos backing-vocals, Trey Lorenz e Mary Ann Tatum. Ela manteve sua equipe principal com ela por décadas, parece – até mesmo Bryan Tanaka voltou a dançar com ela no dia. Além disso, fico feliz por ela não ser uma estátua, e ficar escorada através do palco em seus ajustes apertados, glamourosos. Quando podemos ir novamente?

Publicação: Billboard em 15/12/2016.

Greatest Hits é o segundo álbum de compilação de Mariah Carey. Ele foi lançado em dezembro de 2001, no mesmo ano de lançamento do álbum Glitter devido às questões contratuais com a Sony Music Group sob o selo da Columbia Records que deveria lançar mais um álbum em cumprimento às cláusulas do contrato de Mariah. Sendo assim, o selo lançou o álbum duplo contendo os principais lançamentos da carreira de Carey entre 1990 e 2000, sendo o primeiro disco com músicas de 1990 a 1995 e o segundo de 1995 a 2000.

Capa do Greatest Hits

Capa do Greatest Hits

Mariah passou dez anos na Sony Music lançando álbuns, praticamente, todo ano e lançando compactos que chegaram ao topo das paradas em todo o mundo. Por tantos feitos e vendas expressivas, a solução da Columbia Records foi lançar os principais hits em um só álbum, mas, diferentemente do #1’s, o Greatest Hits engloba os singles que não chegaram ao topo. Outro detalhe é que não foi inclusa nenhuma música do álbum anterior pela Virgin Records, apenas um medley de Never Too Far com Hero na versão japonesa da coletânea.

Lançado em 04 de dezembro de 2001, o Greatest Hits conta com músicas produzidas por Mariah Carey, Babyface, Dave Hall, David Cole, DJ Clue, Duro, Jermaine Dupri, Jimmy Jam, Terry Lewis, Manuel Seal, Mike Mason, Narada Michael Walden, Puff Daddy, Q-Tip, Rhett Lawrence, Ric Wake, Robert Clivillés, Stevie J. e Walter Afanasieff. A vendas mundiais estão estimadas em 5.000.000 de cópias, sendo 1.250.000 nos EUA e 175.000 no Brasil (estimativas de janeiro de 2016).

OS SINGLES

O álbum teve seu lead-single promovido pela Virgin Records, gravadora de Carey à época do lançamento da coletânea. Para sua promoção foi escolhido o medley de Never Too Far do álbum Glitter de 2001 com Hero do álbum Music Box de 1993. A escolha da faixa deu-se à mensagem de unidade e amor em homenagem às vítimas dos atentados terroristas em 11 de setembro de 2001 nos Estados Unidos. O single conseguiu chegar ao #81 da Billboard Hot 100 nos EUA devido às apresentações que Carey fez à época de seu lançamento, mesmo sem promover o álbum Glitter que foi lançado no dia dos ataques.

SINGLES LANÇADOS

Lead Single: Never Too Far/Hero (Medley)
Lançamento: 11 de dezembro de 2001 (EUA)

Depois de passar. rapidamente, por uma gravadora onde não foi tão bem em vendas e em visibilidade, Mariah Carey voltou ao mercado ao final de 2002 sob o selo Island Records da Universal Music e seu próprio selo, a MonarC Entertainment que não durou muito tempo.

Capa do Charmbracelet

Capa do Charmbracelet

Charmbracelet é o seu álbum mais intimista, gravado ainda sem uma gravadora, no qual, Mariah colocou seu coração estando no estúdio em sussurros e estalos, criando um dos álbuns mais mornos e particulares de sua carreira. Com letras mais maduras e com uma pegada do clássico R&B, puxado pelo Old School dos anos 90 e suas baladas tradicionais, a sonoridade do projeto não soa nada compatível com o que o mercado já estava acostumado a ouvir na voz de Carey, mesmo com whistles e os tradicionais sussurros, parece que o momento era mais imerso à introspecção para a diva.

Seu nono álbum estreou em #3 na Billboard Hot 200 nos EUA e teve vendas moderadas, mas não agradou a muitos críticos à época por não apresentar nenhuma música de grande impacto como nos álbuns anteriores, mesmo com a promoção de três singles, inicialmente. Through The Rain foi o primeiro dos três, chegando ao #81 na Billboard Hot 100 nos EUA, mas não indo muito longe nas paradas estadunidenses, porém chegando ao top 10 de alguns países como o Canadá e o Reino Unido. Os dois singles seguintes foram Boy (I Need You) e Bringin’ On The Heartbreak que também não foram tão expressivos nos charts. Mariah acabou saindo em turnê mundial por oito meses em 69 cidades para a promoção do álbum.

Lançado nos dias 03 e 04 de dezembro de 2002, Charmbracelet conta com a produção de Mariah Carey, Damizza, Dre & Vidal, Jermaine Dupri, Jimmy Jam, Terry Lewis, Just Blaze, Lyor Cohen e Randy Jackson. Suas vendas mundiais chegam a estimadas 6.000.000 de cópias, sendo 1.200.000 nos EUA e 50.000 no Brasil (estimativas de janeiro de 2016).

OS SINGLES

O álbum Charmbracelet foi promovido com quatro singles. O lead-single escolhido foi a faixa Through The Rain que para a surpresa de quem acompanha a carreira de Mariah, é uma faixa mais introspectiva, diferentemente do primeiro trabalho de cada álbum que sempre promovia batidas mais alegres e animadas como Heartbreaker em Rainbow de 1999 e Honey em Butterfly de 1997. A faixa não teve bons registros nos EUA, chegando a #81 na Billboard Hot 100 mesmo com um clipe bem produzido em exibição no país.

Como segundo single foi escolhido Boy (I Need You) com Cam’Ron após o cancelamento de The One que seria trabalhada à época. O single não foi bem nos charts, nem entrou na Billboard Hot 100, mas pelo menos conseguiu um top 20 no Reino Unido.

O mais bem-sucedido single foi I Know What You Want de Busta Rhymes com a participação de Flipmode Squad e Carey que chegou ao #3 na Billboard Hot 100. A música foi inclusa à track-list do álbum em seu relançamento durante a turnê da Era Charm, fazendo Mariah voltar ao TOP 5 da parada americana.

Último single da Era Charmbracelet foi a faixa Bringin’ on the Heartbreak que é uma versão de Def Leppard, produzida por Randy Jackson, mas que não conseguiu entrar na Hot 100, apenas na parada Dance à época de seu lançamento.

SINGLES LANÇADOS

Lead Single: Through The Rain
Lançamento: 17 de outubro de 2002 (Mundo)

2º Single: Boy (I Need You) (feat. Cam’ron)
Lançamento: 26 de novembro de 2002 (Mundo)

3º Single: I Know What You Want (feat. Busta Rhymes and Flipmode Squad)
Lançamento: 17 de março de 2003 (Mundo)

4º Single: Bringin’ on the Heartbreak
Lançamento: 25 de novembro de 2003 (Mundo)

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