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The Sydney Morning Herald

O Tablóide The Sydney Morning Herald fez uma matéria falando sobre como Mariah Carey está envelhecendo bem e sobrevivendo no mundo machista que vivemos. Confira abaixo:

Se você tivesse que escolher uma cantora que você gostaria de ser, você poderia fazer muito pior do que Mariah Carey. Não importa como você se sente sobre a diva dos anos 90 de 46 anos, que uma vez exigiu 20 gatinhos brancos em uma aparição pública e cujo Instagram apresenta fotos de sua reclinação em lingerie de diamante em uma banheira e usando salto alto durante um treino, não há nada inventado Sobre sua inabalável autoconfiança.

Afinal, esta é a mulher que deu à luz a seus gêmeos, Monroe e Moroccan, ao ouvir uma versão ao vivo de “Fantasy” e respondeu ao fático episódio durante uma performance de TV ao vivo com o tweet: “Merdas acontecem. Tenham todos um ano novo feliz e saudável! Estou aqui para ter mais manchetes em 2017”.

Na semana passada, Carey lançou “I Don’t”, um single e um videoclipe que, literalmente, é um recado para o seu ex-noivo, James Packer, e se a resposta for qualquer coisa, ela conseguiu o seu desejo. O vídeo, que apresenta versos do rapper YG, mostra a cantora deitada em um conversível branco antes de aparentemente botar fogo no seu vestido de noiva. Do cenário (é filmado em uma mansão) ao figurino, é um delicioso retrocesso para prazeres muito específicos de Mariah Carey.

É um ponto perdido para os haters de plantão, que claramente nunca cresceram assistindo as coreografias super femininas de Heartbreaker (onde ela duela com seu clone, Bianca) e Honey (onde ela luta com bandidos e emerge da piscina com um biquini sexy no melhor estilo Bond Girl de ser). “Deixe de lado outras atividades, garotada e comecem a bancar o detetive no Google, porque achamos que Mariah Carey está tentando nos dizer alguma coisa”, disse Cole Delbyck no The Huffington Post.

Não importa que Carey detenha o recorde de segundo maior número de singles número um, logo após os Beatles, a capacidade de fazer um registo de apito (uma frequência apenas disponível para golfinhos) e popularizou a forma como as colaborações com artistas Hip-Hop iria mudar de vez a música Pop. O fato de que ela pode, realmente, ainda ter a audácia de tentar nos dizer algo e direito de agir como uma diva faz dela o alvo instantâneo de nossas piadas.

Claro, ninguém está fingindo que os últimos lançamentos de Carey são tão épicos ou marcantes como as faixas que ela fez nos anos noventa (embora “I Don’t” tenha o seu valor). O problema é que tanto desdém é dirigido à cantora, ostensivamente sobre sua música, é realmente sobre a forma como ela quebra as regras não escritas sobre como divas que estão envelhecendo devem se comportar.

Óbvio, seus decotes generosos e as roupas maravilhosamente bregas podem atrair atenção nas redes sociais (“Sutil”, escreveu um usuário do Instagram numa publicação de Carey posando sugestivamente com um par de abacaxis). Mas eles também ignoram o fato de que as divas envelhecem graciosamente – um movimento que é especialmente previsível em uma cultura que objetiva as mulheres quando elas são jovens e as considera sexualmente invisíveis quando atingem os 40.

A atmosfera que auxilia Carey para escrever uma canção de vingança é a prova de um mundo em que as mulheres mais velhas não são permitidas de serem a estrela de suas próprias narrativas românticas, embora é aprovado se você for novo e sexy como Taylor Swift ou Rihanna.

Mais irritante são os pedidos constantes para que ela se aposente e a preocupação falsa sobre sua voz. Ninguém pede a Bruce Springsteen ou Bob Dylan para parar de lançar discos, embora todos concordamos que suas melhores músicas ficaram pra trás. Para mim, é a prova de um mundo no qual as conquistas das mulheres são percebidas como presentes da cultura, nunca verdadeiramente consideradas suas.

Felizmente, nada disso faz Carey, que passou o Dia dos Namorados na banheira de hidromassagem com seu novo namorado e tirou uma selfie para provar isso. – Você não viveu direito se não queimou um vestido de noiva! Ela brincou em uma entrevista com a Refinery 29. “Eu acho que antes que você possa realmente seguir em frente você só tem que realmente ser capaz de deixar a raiva passar, e então você se concentrar em si mesmo e segue em frente […]”.

Então, sim, usar salto alto durante um treino e exigir 20 gatinhos brancos pode ser algo exagerado. Mas essa confiança inabalável em si mesma é o verdadeiro negócio – e é algo que poderíamos começar a aprender, sendo fã de Mariah Carey ou não.

Eles não fizeram questão alguma de manter o relacionamento em segredo, e tem sido vistos saindo de braços dados com frequência em eventos VIP nos últimos meses. E, como o relacionamento continua com tudo, parece que James Packer está determinado em manter Mariah Carey feliz. Sua mais recente demonstração de amor foi um colar de diamantes que custou $500 mil.

Claramente satisfeita com seu presente da Van Cleef and Arpels, a cantora usou o mimo em todas entrevistas que ela concedeu para a tv norte-americana na última semana. É o segundo colar que James deu para loira desde que o namoro começou. Em julho deste ano, ela foi flagrada saindo de um restaurante com um colar que tinha um pingente de coração com 18 quilates de diamante, que também custou certa de $500 mil.

Durante sua entrevista no programa de Steve Harvey no começo da semana passada, ela disse que James lhe presentou com um novo colar para ela usar na abertura de seu novo cassino em Macau. “Esta é uma peça do Van Cleef & Arpels que meu namorado me deu recentemente. Ele tem um valor especial para mim, pois ele me presenteou de surpresa em uma noite muito agradável. Ele estava lançando seu novo cassino.”

A cantora também usou o mesmo colar em uma entrevista para o programa Kelly and Michael e Good Morning America. De acordo com o tablóide australiano The Sydney Morning Herald, o colar de 33,95 quilates de diamante custou cerca de 500 mil dólares.

Fonte: Daily Mail Online

MC2

O portal The Sydney Morning Herald fez um review sobre a apresentação da “The Elusive Chanteuse Show” em Melbourne, na noite da última sexta-feira, 07 de novembro. Confira abaixo:

Por Michael Lallo

Não são apenas as famosas 5 oitavas de Mariah Carey que estão intactas (realmente estão).

É a soma de todas as coisas gloriosas e uma Mariah indescritível que fizeram do show em Melbourne, na noite passada, um deleite multisensorial.

Na verdade, estávamos nervosos. Tínhamos lidos os últimos comentários. Nós vimos os vídeos em que ela se esforça para atingir as notas altas. Teria a cantora que mais vendeu discos mundialmente perdido o seu toque?

Um punhado de canções e uma mudança de figurino – enquanto Mariah acertou em cheio com uma interpretação perfeita de “Cry.” – a resposta estava clara.

Mas não é só de um vasto repertório de hits que um show é feito. E é aí que Mariah realmente se intensificou e se entregou. Apesar de gráficos do telão e do design do palco – e dos backing vocals em um cantinho – a magia encantadoramente excêntrica de Mariah estava em plena exibição.

Que melhor maneira de abrir o show do que com clássicos como “Fantasy” e “Emotions”? Se você é Mariah, você deixa essa experiência ainda melhor com um vestido rosa e sexy de veludo – acompanhado de um ventilador potente e fumaça sintética. Você passaria com frenquência a mão pelo cabelo. Quando uma nota alta fosse alcançada, você se prepararia colocando a mão no ouvido e fazendo uma expressão de dor, provocando a multidão e os fazendo perder a cabeça.

O show começou como de praxe: com meia hora de atraso. E apenas 10 minutos depois, você some e reaparece com algo um pouco mais desconfortável –  e ainda mais fabuloso – um par de pernas com salto alto e um figurino justo brilhante.

Enquanto “Cry.” é executada, um melodrama em preto e branco é mostrado no telão gigante. Mostra você dançando em círculos com um bonito pretendente. Você repousa sua mão, vestida com uma luva de seda, em sua testa, e logo aparece um bonitão descamisado na frente da tela, fazendo algo que se assemelha à alongamento de aula de pilates, e então, desaparece. É um espetáculo magnificamente perfeito.

Você brinca com a multidão, falando que eles não te avisaram que todo mundo estaria usando chapéus extravagantes na terça-feira. Esse fato deixou você despreparado para aparições públicas

“Me digam novamente o nome do feriado?” Você pergunta.

“Melbuhn Caaaaarp!”. A multidão grita em resposta com um sotaque australiano acentuado, lhe deixando meio confusa.

De surpresa, você convida o número de abertura de seu show, Nathaniel Willemse para cantar com você “One Sweet Day”. Fãs choram compulsivamente na primeira fila. É outro ponto alto do show.

“Honey”, “Touch My Body”, “Thirsty”, “Supernatural”, “Fly Like A Bird” e um medley com outros hits são apresentados maravilhosamente. Às vezes acompanhado de dançarinos sem camisa dando piruetas – e por que não?

“Hero”, em que tem todo mundo canta junto, é apoiado por uma foto-montagem que inclui Nelson Mandela, Gandhi, e trabalhadores de ajuda humanitária tirando crianças em dificuldades de zonas de desastre. Por algum motivo, você decidiu emendar com fotos de Marilyn Monroe, Oprah Winfrey e Bruce Lee. Mas você é Mariah, e este o seu show, e tudo parece estranhamente apropriado.

Quase duas horas depois, você se despede com “We Belong Together”. O ‘bis’ não acontece, mas os fãs não parecem estar esperando por isso. Você agarra seu vestido longo, com uma cauda no estilo ‘rabo de sereia’ – o segundo da noite neste modelo – e desaparece elegantemente na escuridão.

Atenção, projeto de divas: é desse jeito que se faz.

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