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Por Caroline Sullivan – The Guardian

“Best thing to happen to your ass was me,” canta Mariah Carey na faixa Thirsty, que está te convidando para aplaudir a sua autoconfiança heroica.  Esta qualidade está presente em seu 13° disco de estúdio, desde o título sofisticado título até seus convidados especiais como o Nas, Miguel e até Stevie Wonder. Claro, Wonder toca somente uma gaita alegre, que o fez muito bem em Make It Look Good – mas será que ele consegue chegar aos pés da elegância de Carey? O fraco desempenho comercial de seu último álbum, Memoirs of an Imperfect Angel, deixou sua graciosidade escondida.  Como sempre, Mariah Carey é muito exagerada (em particular, em Cry), mas há uma magnitude no jeito que sua voz explode nas canções, e no fim ela acaba retornando para o estilo mais sossegado.  Sinceramente, há uma boa dose de confusão: não somente como as baladas de R&B no estilo dos anos 90 em canções como You’re Mine (Eternal), ou uma versão gospel da canção One More Try de George Michael, e também na participação de seus filhos de três anos de idade. E, como de praxe, o seu estilo romântico e melódico, igualmente acompanhado com canções no estilo da era disco dos anos 70 como Meteorite, fazem deste álbum um bom retorno.

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