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Com o seu lançamento chegando, o disco Me. I Am Mariah…The Elusive Chanteuse, foi disponibilizado para audição no iTunes na semana passada. Alguns jornais britânicos fizeram diversas análises para o álbum.

Confira as principais abaixo:

Sunday Express – Foi escolhido com o álbum da semana: Mariah Carey construiu sua carreira com grandes baladas que sempre exibiram as surpreendentes cinco oitavas. A força de seu décimo quarto álbum é muito sutil. Cantar alto é uma habilidade, mas quando é executado de forma sutil, se torna uma verdadeira obra de arte, é isto que temos aqui. Um grito na abertura do álbum, com muita classe, mostrando bastante solenidade e poder. Dedicated (em parceria com Nas) é uma impressionante! Com uma bela batida, um toque de nostalgia, a música parece uma regravação do grupo Tony!Toni!Tone. Há também excelentes momentos instrumentais no disco, como a guitarra gostosa na introdução de #Beautiful, e o órgão que toca no fundo da excelente regravação de One More Try de George Michael.É uma vergonha, e até um pouco sem sentido, mas o disco tem duas músicas com a palavra ‘fuck’, sendo desnecessário nesta fase de Carey, onde ela se encontra como a melhor fase de sua carreira inteira como compositora. Classificação: 4/5

Sunday Times: Claramente complexa, mesmo que sua personalidade seja excêntrica, raramente Mariah Carey é tão intrigante em um disco, ela acaba, muitas vezes, mesmo que sem querer, deixando a sua personalidade transparecer nas suas músicas. A rainha da loucura lírica adiou bastante o seu décimo quarto disco de estúdio, especialmente na frente das câmeras, o que foi uma pena. As grandes baladas (Cry, Camouflage) são formulas batidas, coisas que ela já esta acostumada a fazer. Quando ela atenua o seu melisma em canções como faz em canções como Money, Make It Look Good, e #Beautiful, que foi lançada ano passado, ela consegue fazer uma sonoridade fabulosa e única. Carey até parece uma nova artista, fazendo um novo álbum.

Irish Mail: Mariah pode sempre ter parecido um pouco louca, como qualquer diva, mas ela nunca perdeu a posse deste instrumento vocal único, que é a razão deste sucesso todo. O seu estilo exagerando na melisma está sempre dominando, mas em faixas como Make It Lood Good, Meteorite, e #Beautiful, ela aparece como uma artista mais divertida. Nas e Miguel gostaram de terem sido convidados para fazer colaboração com cantora que está sempre colaborando com diversos artistas de hip-hop em seus outros discos. Mesmo até que não é fã, achará este disco agradável. Classificação 3/5

Scotland on Sunday (Álbum da semana): É impossível resistir à cortesia deste titulo brilhante e  maluco, Me. I Am Mariah…The Elusive Chanteuse, mas este é o primeiro álbum da cantora que já vendeu milhões, Mariah Carey, desde que deu a luz aos gêmeos de três anos de idade. Desta vez, ela voltou de forma impressionante, consolidando-se  no mundo ocidental como a rainha das baladas, oferecendo para nós algumas músicas que facilmente estariam em seu primeiro disco de estúdio, com a diferença é que elas possuem o adesivo nos avisando das palavras proibidas. Ela começa o disco com um impressionante desempenho vocal em Cry, uma balada ofegante, que tem um piano ao fundo, sustentando as suas poderosas notas e passando todo dramallhão da canção. A neo-soul, Faded dá espaço para a Dedicated, uma colaboração com o rapper Nas, que começa a música conversando com Mariah, eles citam o verão de 88, como o verão mais nostálgico da história do hip hop. Em seguida, Nas, recria este período em uma canção descontraída, forte candidata para o verão. A colaboração com rappers continua em ritmo acelerado neste álbum, assim como a alma retro em #Beautiful, que trás o Miguel como artista convidado.  Apesar de o disco deixar um pouco a desejar com aquelas baladas açucaradas, coisas que só seus fãs irão adorar, mas a sua falta de audácia é equilibrada em canções como Make It Lood Good, e Meteorite, que lembra aquelas músicas da Madonna para pista de dança, que falam de arrogância, dinheiro, mas com a habilidade vocal poderosa e única de Carey. Classificação: 3/5.

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