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A Billboard (que está com implicância com Mariah desde que ela teve problemas com FOX e o American Idol), fez uma matéria sobre as vendas do novo cd dela, Me. I Am Mariah… the Elusive Chanteuse.

Confira abaixo:

O novo disco de Mariah Carey, Me. I Am Mariah… the Elusive Chanteuse, teve a pior estreia de um disco de estúdio na história da cantora, vendendo 58 mil cópias em sua semana de lançamento e debutando em 3° lugar.  O disco Emotions debutou em 4° lugar com 156 mil cópias, no mesmo ano que a SoundScan começou a contabilizar as vendas.

Nem mesmo nos dias mais escuros, quando foi hospitalizada por exaustão emocional e mau comportamento em 2001, depois de assinar um contrato de $100 por cinco álbuns com a gravadora de EMI, Virgin Records, e ter estrelado Glitter, que foi massacrado pela critica a nível mundial, ela teve um disco indo tão mal. Mesmo que a trilha sonora tenha vendido pouco, ela debutou em 7° lugar com 116 mil cópias.

Quando Antonio “L.A.” Reid estava na Island Def Jam, foi responsável por guiar Mariah Carey nas paradas de sucesso, com seu grande retorno, The Emancipation Of Mimi, que a colocou no topo das paradas novamente, mostrando que ela era capaz de recuperar o seu equilíbrio comercial.

Ainda assim, nos dias de hoje, é muito mais difícil se manter no mercado. Então, perguntamos para um trio de veteranos, que já foram executivos de gravadoras, o que eles fariam para impulsionar as vendas da Elusive Chanteuse, e saíram algumas sugestões construtivas.

Ed Eckstine, filho do lendário cantor Billy Eckstine e ex-presidente da Mercury Records, foi responsável por transformar Vanessa Willians em uma cantora de sucesso. Ele atualmente está produzindo um documentário sobre seu pai, batizado de Meu Pai era cantor.

Ele disse:

“Ao entrar nos 40 e tanto, Mariah precisa se ajustar a cada vez menores oportunidades no rádio. Ela tem que diminuir as expectativas comerciais, mas isso poderia possibilitar que ela se arrisque artisticamente.”

Eckstine também diz que Mariah deve se aventurar em Las Vegas como Celine ou Atlantic City, fazendo um grande show com sinos e suas famosas notas agudas, com todas as extravagancias de diva, sem se preocupar em cantar músicas novas, somente focando em seu antigo material.

O veterano também sugere que Carey também possa suavizar a sua imagem gravando um disco de Europop e se juntar ao empresário Clive Davis para lhe fornecer um material de qualidade.

“Ligar para o Pharrel e pedir para ele trazer o Nile Rodgers com ele, também é uma boa,” ele conclui.

Tom Vickers, antigo executivo musical da A&M Capital A&M, Capitol, Mercury e Almo Irving, acha que aos 44 anos, Mariah tem se desconectar do que já foi se público principal: as meninas de 14 e 18 anos. “A grande coisa é mãe de duas crianças e quer continuar relevante para os adolescentes.”

A recomendação dele? É que ela colabore com produtores como Dr. Luke, Max Martin ou alguém da idade dela.

“Ela não deve competir com garotas de 20 anos, mas surgir com versões mais maduras do que elas estão fazendo para atingir pessoas um pouco mais velhas. Infelizmente, Mariah não é mais vista como um modelo para mulheres nem como símbolo sexual pelos homens. Ela está presa no meio, o que diminui sua relevância.”

Ele também aconselha Mariah buscar por parceiros de dueto que possam ampliar a sua audiência, como John Mayer e até mesmo o Pitbull, e também criar um disco baseado em um tema especifico (como um songbook, um disco acústico, músicas de cinema, etc), e também procurar por viagens a territórios internacionais onde a ajudaram no passado. “Não foi um passo inteligente ir para o American Idol e brigar feito gato e rato com Nicki Minaj”, diz Vickers. “Ela estará sempre obrigada a sofrer por comparações desagradáveis.”

O guru da publicidade, Bob Merlis, que passou a maior parte de sua carreira na Warner Bross, responsável por Madonna e Morrissey, brincou: “Ela deve fazer um disco de country e uma entrevista polêmica para o Howard Stern, onde ela tenha oportunidade de não se importar com os tabloides“

O que falhou em não mencionar como o rei de todos meios, que no final dos anos 90 e novamente em 2001, depois do colapso de 2001. Ela fez um discurso contra o Stern durante sua aparição na loja Tower Records, dizendo que o seu humor a deixou muito chateada, durante o seu período conturbado, que inclui uma aparição infame no TRL na MTV, onde ela entregou picolé para a plateia e tentou fazer um strip-tease, deixando Carson Daily constrangido.

Quase 13 anos depois, a vida pessoal de Carey é aparentemente alimentada como mãe de dois filhos e esposa do contente do onipresente, Nick Cannon. Porém a sua felicidade profissional é outra história. Talvez, uma reunião com o seu ex-marido, Tommy Mottola, possa recuperar o sex apeal de sua carreira.

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