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Para celebrar o lançamento do novo álbum de Mariah Carey, “#1 To Infinity”, o site Idolator fez uma lista com os 18 singles da cantora que deveriam ter chegado na 1ª posição do Hot 100 da Billboard. Confira abaixo:

“Vanishing” – Mariah Carey (1990)

O álbum de estreia de Mariah é tão impecavelmente uniforme (e sua popularidade era tão grande na época) que ela poderia ter lançado qualquer coisa e liderado as paradas. “Vanishing” merecia alguma atenção extra, no entanto, ao menos para o whistle de arrepiar no minuto 2:40. Um clássico adormecido.

“Make It Happen” – Emotions (1991)

De inspiração Gospel, essa faixa dançante é uma das maiores canções da década de 90. Isso nos faz perguntar o por quê ela parou no número 5 da Billboard Hot 100, enquanto faixas que ninguém lembra, como “Thank God I Found You”, foi mais longe.

“Anytime You Need A Friend” – Music Box (1993)

O fato de que este foi o primeiro single de Mariah a perder o top 10 – que chegou ao número 12 em 1994 – é infinitamente irritante. Por outro lado, “Music Box” foi certificado com disco de diamante – sendo assim as posições nos charts dos singles individuais são irrelevantes.

“All I Want For Christmas Is You” – Merry Christmas (1994)

O Natal não tem sido a mesma coisa desde a chegada deste hit. Foi uma faixa que não pode chartear na época, mas alcançou o top 30 em 2013 (quase duas décadas após seu lançamento). “All I Want For Christmas Is You” tem tido mais impacto sobre a cultura Pop do que uma década de hits atuais que alcançaram o 1º lugar.

“Underneath The Stars” – Daydream (1995)

A canção foi uma espécie de homenagem à Minnie Riperton, grande inspiração de Mariah Carey. Não é difícil imaginar que uma balada alegre como essa, teria ido muito mais longe se tivesse uma promoção ou lançamento melhores.

“Butterfly” – Butterfly (1997)

Desde as franjas elegantes de Mimi na capa do single ao vídeo que foi muito copiado, “Butterfly” foi destinado para dominar os charts – até que a política das gravadoras e regras arcaicas dos charts estragou a festa. Esta é uma balada Pop perfeita, e exatamente o tipo de música que os fãs queriam e esperavam da lendária diva no momento.

“The Roof” – Butterfly (1997)

Outro clássico moderno que sofria com a briga de Mariah com a Sony Music no final dos anos 90. Enquanto Mariah mudava seu estilo para um som voltado para um R&B mais ousado, momentaneamente confundido sua fan base, “The Roof” foi boa o suficiente para transcender as barreiras de gênero.

“When You Believe” – #1’s (1998)

Indiscutivelmente as duas maiores vozes de todos os tempos em um duelo poderoso. E o single empacou no 15º lugar do Billboard Hot 100. Eu ainda estou com raiva.

“Can’t Take That Away (Mariah’s Theme)” – Rainbow (1999)

Um duplo A-Side com a irritante “Crybaby”, “Can’t Take That Away (Mariah’s Theme)” teve a infelicidade de sair durante a calmaria em sua popularidade no início dos anos 2000. Em qualquer outro momento em sua carreira, Mimi teria tido um enorme hit em suas mãos com esta balada. Em vez disso, ela teve de se contentar com um então embaraçoso número 28.

“Didn’t Mean To Turn You On” – Glitter (2001)

Um dia eu vou escrever uma tese sobre o porquê Glitter é o álbum mais subestimado de Mariah, mas enquanto isso você precisa saber que é uma compilação extremamente divertida e aventureira, inspirada nos anos 80 com canções originais e covers. Uma interpretação do hit de 1984: “Didn’t Mean To Turn You On” soava como um sucesso infalível – isso antes do filme ter sido bombardeado e do público em geral perder o interesse em sua trilha sonora.

“Bringin’ On The Heartbreak” – Charmbracelet (2002)

Eu queria gostar mais do “Charmbracelet”. Eu nunca vou entender por que a cantora da voz de ouro passou o álbum todo sussurrando, mas “Bringin’ On The Heartbreak” é uma das melhores faixas. A canção particularmente ganha vida no final e ainda tem um solo de guitarra aleatório. As Rádio poderiam ter tocado se ele tivesse sido lançado como o primeiro single do álbum em vez de “Through The Rain”.

“I Know What You Want” –  Busta Rhyme’s It Ain’t Safe No More (2003)

A transição de Mimi de Diva das baladas para impecável diva urbana foi completa quando ela se agarrou em “I Know What You Want” de Busta Rhyme e conseguiu um hit transitório massivo. O single subiu para número 3 da Billboard Hot 100, mas merecia ir ainda mais alto.

“It’s Like That” – The Emancipation Of Mimi (2005)

Os Lambs ficaram muito felizes quando “It’s Like That” alcançou a 16ª posição. Mariah estava passando por maus bocados na época e um hit no top 20 foi um avanço. Mal sabíamos que os anos de glória voltariam logo menos com o sucesso “We Belong Together”.

“Migrate” – E=MC² (2008)

Os haters amam falar que o “E=MC²” foi uma cópia barata de “The Emancipation Of Mimi”, mas eu ainda acho que é um dos melhores álbuns de Mimi. Ela e/ou sua gravadora acabaram escolhendo os singles errados. Após “Touch My Body”, ninguém queria uma balada genérica como “Bye Bye”. Se tivessem optado por “Migrate” – com suas batidas e letras – Mariah Carey já poderia ter 19º número 1 de sua carreira.

“Thanx 4 Nothin'” – E=MC² (2008)

Ninguém faz hinos sobre fim de relacionamento melhor que Mariah. Eu queria incluir “Standing O”, do “Memoirs Of An Imperfect Angel” nesta lista, mas “Thanx 4 Nothin'” abrange o mesmo território e foi lançado primeiro. É uma canção Pop impecável. Eu gostaria de pensar que poderia ter encontrado um público maior se tivesse sido oficialmente lançado.

“HATEU” – Memoirs of an Imperfect Angel (2009)

Falando de Mariah e escolhas ruins de singles, a pessoa que deixou que “I Want To Know What Love Is” – um cover datado – fosse o segundo single de “Memoirs of an Imperfect Angel”, precisa se demitir. “HATEU” foi uma escolha mais ousada que gerou imensa atenção quando o álbum saiu. Mas quando foi lançada como single, no entanto, toda a euforia já tinha passado.

“Oh Santa!” – Merry Christmas II You (2010)

A rainha do Natal estava esperando que um raio caísse duas vezes no mesmo lugar com esta jóia otimista. Não aconteceu, mas ainda assim coloca um sorriso no meu rosto – independentemente da época.

“Almost Home” (2013)

A contribuição de Mariah para “Oz: Mágico e Poderoso” soou como um sucesso infalível. A voz da diva estava melhor do que nunca, o refrão é um presente dos deuses Pop e vem com uma calorosa nostalgia. Eu não vejo uma razão ou desculpa pelo qual o single fracassou – além de Mimi não ter ativamente o promovido – mas não posso deixar de pensar que foi uma oportunidade perdida.

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