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Depois de todo o brilho e glamour que governou a música pop dos anos 80, esta mulher maior do que qualquer outro artista na próxima década, pronta para aproveitar todos os holofotes, ela surgiu em 1990. Mariah Carey, a jovem 20 anos de idade de Long Island, um pouco tímida e com certo medo do palco, chegou discretamente com seu álbum de estreia lançado em junho do mesmo ano. Mas o que pode ter faltado de confiança em Carey, compensou em seu poder de marketing.

Com todos os recursos da Columbia Records ao seu favor – o presidente do selo, Tommy Mottola, supervisionou de perto tudo relacionado ao disco de estreia de Carey, que era a prioridade do selo em seu mês de lançamento – o mundo jamais vai esquecer aquela jovem cantora com uma gama vocal de cinco oitavas.

Apesar da imagem do pop feminino estar particulamente saturado em 1990 – lembrando, nesta época nós vimos Whitney, Janet e Madonna vivendo o auge de seus carreiras – Carey acabou esculpido um lugar entre elas de uma forma surpreendente. Depois de chegar um pouco atrasada para festa, Carey conseguiria ultrapassar todas elas até o final da década, colecionando mais canções em 1° lugar do que qualquer outra artista feminina (recorde que ainda pertence à ela!).

Sim, todos os hits do álbum ‘Mariah Carey’ foram responsáveis para introduzir no mercado aquela mulher por trás das famosas escalas das cinco oitavas vocais e das notas agudas. Muito maior que o sucesso do álbum, é a forma que ele ganhou popularidade, foi de forma gradual. Apesar de ter debutado em uma posição modesta, 80°, o álbum passou 11 semanas em no Top 200 da Billboard, gerou quatro singles em 1° no Hot da Billboard, além de ter dado o prêmio de ‘Artista Revelação’ no Grammy de 1991.

Como Mariah está comemorando o seu aniversário de bronze, então a Billboard decidiu revisitar as onze faixas de uma das estreias mais bem sucedidas da história da música pop.

“Vision of Love”: Você pode chamar isto de sorte, destino ou um marketing incrível, mas esta é umas criações mais fortes de todo o catálogo de Carey, e foi a primeira canção em seu álbum de estréia. Com uma introdução que lembra uma som de uma ficção cientifica, e então a música se transforma em uma balada pop/R&B, com Carey abrindo a música sussurrando o verso: “treated me kind.” Em seguida, a futura cantora suprema sobe as escalas e intensidades até aos 02:45, onde ela executa o que se tornaria a sua marca registrada, o registro de apito. Mas isto não é tudo – algumas notas depois, Carey exibe a técnica de melisma, que de uma forma boa ou ruim, foi a espinha dorsal para os participantes do American Idol. Com “Vision”, Mariah deu o pontapé inicial em sua carreira da melhor forma possível. A faixa voou para o 1° do Hot 100 da Billboard, e permaneceu lá por um mês, e ainda deu para ela o prêmio de ‘Melhor Perfomance Vocal Feminina’ no Grammy.

“There’s Got to Be A Way”: A segunda faixa do álbum mantém a mesma linha da anterior, mesclando o R&B com Pop (além de uma pitada gospel), o discernimento caracteriza “Vision, embora haja uma mudança entre o foco principal, um fala sobre o amor e a outra sobre o ativismo social, como Carey declara, ““there’s got to be a way / to connect this world today.” A faixa denuncia a pobreza e o racismo, e ela usa a ponte da canção para transformar a música em algo inspirador, mas este objetivo vem ao decorrer da faixa, que possui uma letra memorável. E ainda assim, a voz de Carey está em sua melhor forma, embora boa parte das notas agudas sejam semelhantes, Carey executou as suas melhores aqui neste faixas.

“I Don’t Wanna Cry”: O pop dos anos 90 tinha uma marca registrada, então, todo cantor – solo ou um grupo vocal, mulher ou homem, tinham ao menos uma balada destruidora, de romper o chão do estúdio. Mariah se juntou a este clube, cantando sobre fins de relacionamentos dolorosos. “Though I’ve given you my heart and soul, I must find a way of letting go, ‘cause baby, I don’t wanna cry.” – Todos sabem que Carey não é muito fã desta música, mas isto não impediu que ela se tornasse seu quarto single em 1° do álbum. Em outras palavras, nesta época, Mariah só tinha lançado músicas que atingiram ao topo das paradas.

Someday”: Como a primeira música dançante do álbum, “Someday” dá uma nova vida para Mariah Carey. A faixa pop-dançante tem novo balanço, que foi dominante na época, na letra, Carey alegremente espera decretar a vingança para aquele cara que terminou com ela,“cause I know you’ll soon discover / you’re needing me in spite of all the others.” , embora tem um solo de guitarra na ponte – evitando que a faixa seja atemporal. “Someday” fez um bom trabalho, completando a lista de singles consecutivos em 1° para Mariah Carey até o inicio de 1991.

“Vanishing”: Depois de uma séria de canções super produzidas, Carey vai para o caminho ao contrário e retira todos aqueles instrumentos, e usa somente um piano para “Vanishing”. No caso, os ouvintes precisam lembrar que Mariah possui uma das melhores vozes que já existiu, ela desliza através de notas extensas e – como já
esperávamos, ela executa aquela nota aguda bem no meio da música.

“All in Your Mind”: Carey tranquiliza um namorado fervoroso de que ela não tem planos algum de abandoná-lo, pois isto ‘é apenas coisa da cabeça dele’, nesta vibe despojada, com uma pitada de reggae.”Mind” serve como uma pausa muito bem vida das baladas pesadas que têm dominado o disco até agora, e ela estabelece um padrão que ela seguirá ao longo da década: uma acrobacia vocal com várias camadas vocais cantados ao fundo. Vale a pena reparar na nota aguda de destaque que Mariah faz no meio da canção, mostrando a grande habilidade que só ela tinha ao executar as notas vocais.

 

“You Need Me”: Inicialmente,”You Need Me” soa como prima de “Someday”, ambas canções são agitadas, e seguem a mesma temática, falam sobre romances fracassados, (“When there’s nobody to hold your hand, suddenly you’re gonna understand.”) – onde mariah alerta seu namorado de que ele precisa dela. Mas agora, temos alguns riffs de guitarra ao lado da voz de cristal de Mariah, com com alguns growls, uma música eu lembra o material de Janet Jackson do fim dos anos 80. Juntamente com seu título, “Need” revela um lado lado não explorado de Mariah Carey nas faixas anteriores.

“Sent From Up Above”: Enquanto boa parte do disco é focado somente em baladas, as últimas faixas do disco continuam crescer de forma gradual em números dançantes. “Sent From up Above” resume a era do ‘Pop/R&B dos anos 90’, como era doce. Polida com a série de melismas e vocais de fundo bem afiados, o sotaque dela sobressaia quando ela exibia sua incrível extensão vocal. Com tiradas sarcásticas, confissões tranquila, ela atesta um “amor eterno sem fim”.

“Prisoner”: Um fato pouco conhecido – muito antes de nascer o remix de “Fantasy” com o ODB ou o Butterly, Carey se envolveu com o hip-hop… e os resultados foram mistos. Carey ganhou o status como a maior estrela feminina da época com este crossover – com o rap falado (na verdade, nesta canção contém dois). Felizmente, Carey também canta nesta faixa, e ela prova que pode andar de patins com maestria misturando os estilos.

“Love Takes Time”: “Esta canção foi boa o suficiente para parar a prensagem do disco”, lembrou o co-autor, Ben Marguilies. O álbum já estava concluído antes da inclusão desta faixa, então Mariah estava se preparando para remasterizar o material quando “Loves Takes Time” foi feita, a Columbia Records sentiu que a música seria um grande sucesso, então decidiu incluir a música no álbum. Apesar da letra melancólica, Carey consegue passar toda emoção da canção. Lidando com um fora de um ex-namorado, Carey canta “I had it all, but I let it slip away,” fazendo uma retrospectiva em seu romance fracassado. A música foi gravada e rematerializada em apenas três dias, e então foi finalizada. Talvez ela tenha perdido a batalha amorosa da canção, mas o resultado nas paradas foi muito satisfatório, a música tornou-se o seu segundo single a ser número 1° no Hot 100 da Billboard.

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