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Deborah Cooper disse que está viva hoje por causa de Mariah Carey. A ex-backing vocal da cantora disse que estava às véspera da morte, que só tinha dois meses de vida, quando Mariah pagou o tratamento que finalmente salvou sua vida.
Deborah estava sofrendo com câncer no fígado e tinha emagrecido demais, ela pesava 73 kg, e após a doença, ficou pesando 40. Ela tinha que andar com uma bengala, mas além disto tudo, tinha um tumor que fazia parecer que ela estava grávida de gêmeos.
A cantora de 60 anos, que chegou a cantar na Casa Branca na década de 90 com o grupo C+C Music Factory, havia se isolado de amigos e familiares, uma vez que ela começou a perceber o quão doente ela realmente estava. “Tudo começou quando comecei a sentir que as minhas pernas estavam muito pesadas”, lembra-se Deborah. “No começo eu pensei que só estava ganhando peso, e então eu queria lutar contra isto e emagrecer”.
“Meu estômago sempre vivia inchado. Quando minha mãe me viu ela ficou realmente chocada. Ela insistiu que eu fosse para o Columbia Presbyterian Hospital, em Nova York, imediatamente. Foi quando eu fui diagnosticada com doença hepática. Eles disseram que sem um transplante de fígado eu não sobreviveria. E não havia um fígado disponível. Eu fiquei muito deprimida”.
Não havendo nada para fazer, Deborah voltou para seu apartamento em Nova York e tentou se preparar para o inevitável. Ao mesmo tempo, o publicitário e autor James Hester estava desesperadamente tentando entrar em contato com sua amiga de longa data. “Alguém me disse que Deborah estava morrendo, mas ela nunca respondeia às minhas chamadas”, lembra-se ele.
“Finalmente eu deixei uma mensagem e disse: ‘Se você não atender vou ligar para a polícia’. Foi quando ela finalmente atendeu e me disse o que estava acontecendo”. Hester, sugeriu que Deborah procurasse um tratamento holístico com Roni DeLuz, co-autora do livro de Hester, “21 Pounds in 21 Days”, na clínica dela em Massachusetts.
DeLuz disse que ela poderia ajudar e se ofereceu para assumir o caso por US$ 25.000. Infelizmente, era 25 mil Dólares que Deborah não tinha. “Eu liguei para Michael Richardson, espécie de braço direito de Mariah”, disse Hester. “Expliquei o que estava acontecendo e perguntei se ele achava que Mariah poderia ajudar Deborah”.
“Em 24 horas Michael ligou de volta e disse ‘Mariah quer saber para onde deve enviar o dinheiro’. Simples assim, sem perguntas”. Hester, que conhecia a cantora há muitos anos e tinha conseguido que ela cantasse para Bill Clinton, Gianni Versace e Anna Wintour, não podia acreditar em seus olhos quando ele foi buscar Deborah em seu apartamento.
“Eu nem sabia quem era quando ela chegou perto do meu carro”, diz ele. “Foi impressionante. Ela parecia uma mulher velha e grávida. Seu rosto estava fino e ela mal podia andar”. Deborah não era a mesma pessoa que tinha sido parte do círculo íntimo de Mariah e excursionou por todo o mundo com ela.
“Ficamos muito próximas rapidamente”, explica Deborah. “Ela é uma ótima pessoa. Ela gosta de rir e nós apenas nos conectamos. Nós fizemos harmonias juntas assim que nos conhecemos. Eu comecei a trabalhar com ela em seu segundo álbum e cantei em músicas como “Emotions” e “Make It Happen”. Todos nós ficamos muito apegados, uma família. Quando estávamos em turnê Mariah sempre tinha dificuldade para dormir e suas backing vocals ficavam com ela rindo e brincando até que ela pudesse dormir. Foi uma época boa”.
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Deborah acrescenta que Mariah foi sempre uma amiga generosa no palco. Enquanto ela estava trabalhando com Mariah, Deborah e o C + C Music Factory tiveram um enorme hit – “Pride: A Deeper Love”. Durante seus shows Mariah sempre pedia que Deborah cantasse. “Ela queria que os cantores tivessem um momento para brilhar”, diz Deborah. “Tivemos uma parceria muito leal”.
Mesmo que Deborah estivesse emocionada que Mariah tinha oferecido o dinheiro para seu tratamento ela ainda estava muito cética que isso faria qualquer diferença neste estágio de sua doença. Mas ela decidiu ir se tratar na clínica de Deluz.
“Um dos médicos havia desistido de Déborah, dizendo que já não havia mais nada a ser feito, mas conseguimos estabilizar o tumor e ele foi diminuindo. Depois de 30 dias, Mariah perguntou se Déborah não gostaria de ir assistir a um de seus shows. O encontro das duas nos bastidores foi emocionante”.
“Mariah ficou emocionada quando viu Deborah”, Hester lembra. “Ela começou a chorar, porque Deborah ainda parecia doente. Mas eu disse a ela que Deborah parecia notavelmente melhor do que quando a vi pela primeira vez. A mudança foi dramática”. Deborah continuou a seguir o protocolo da Dra. DeLuz.
“Levou cerca de um ano, mas o tumor acabou desaparecendo”, disse Deborah. Agora aos 60 anos de idade, Deborah está feliz e saudável e viveu nove anos além de seu diagnóstico. Ela até começou a se apresentar novamente. Ela empolgou uma multidão que fez fila para ver a sua performance na semana da Parada do Orgulho Gay de Nova York.
Ela também tem a intenção de ser uma das primeiras a ver o show de Mariah no ano que vem, quando ela retomar sua residência em Las Vegas. “Eu sou muito grata a Deus, Mariah, James e Dr. Roni por me ajudar com isso”, ela diz. “A vida é muito boa”.

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