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Confira o relato de Jean P. Voshell, do site BlogHer, sobre a experiência dela encarando uma música de Mariah Carey no karaokê.

Assim como acontece com todas as coisas boas e sagradas, isso começou com Madonna. A primeira vez que fui num karaokê eu cantei “Papa Don’t Preach” com uma estudante alemã de intercâmbio chamada Cláudia, que eu conheci na faculdade. Cláudia era muito alta. Parecia Uma Thurman e usava uma calça laranja. Fiquei impressionada com sua altura, sua boa aparência e, acima de todas aquelas calças. Se Cláudia me pedisse para dançar, eu dançava. E se ela me dissese para cantar Madonna, eu cantava Madonna. É possível que eu tenha feito essas coisas porque ela me mandou fazê-las com um forte sotaque alemão, autoritária, mas eu confiava nela. Ela teve a coragem de usar calças cor de laranja. Como ela poderia me enganar?

Nós não cantamos a música muito bem, mas fizemos o melhor. No jeito alemão de ser. E o povo parecia estar gostando.  Isso foi há quase 15 anos. Desde então, tenho dedicado muitos finais de semana para praticar a antiga arte de karaokê. É um equilíbrio delicado entre talento e carisma. E cometi muitos erros ao longo do caminho.

Para ajudar a me guiar na busca de trazer entretenimento de qualidade para as cerca de 20 pessoas que se reuniam em um determinado bar em uma noite em particular, eu desenvolvi uma lista de regras. E se tudo der certo você pode se tornar uma estrela de karaokê. A primeira regra é “Não tente enfeitar o pavão”. Esta regra também é conhecida como “Nunca, jamais, em circunstância alguma tente cantar Mariah Carey, a menos que você seja Mariah Carey. Não importa quantas bebidas você tenha ingerido ou quanto você ame a canção. Apenas não. Sério mesmo. Não faça isso”.

Um monte de cantores que gostam de karaokê estão lá para mostrar as suas acrobacias vocais. Eles tiveram anos de aulas de canto, ou talvez eles gastaram anos cantando na frente de seus espelhos com uma escova de cabelo no lugar do microfone. Seja qual for sua origem, eles escolhem canções que destacam seus talentos. Eu não tenho nenhum talento vocal.

No entanto, por alguma razão incompreensível, uma vez eu pensei que seria uma boa ideia cantar “Always Be My Baby”, de Mariah Carey. Você leu certo. Eu tentei encarar a borboleta-mor e me dei mal. Péssima escolha. Porque eu não sou a Mariah Carey. Eu não tinha nada que estar lá em cima tentando cantar essa música.

Apesar do alcance vocal incrível da música, eu nunca ouvi ninguém tentar essa música no karaokê. Porque ninguém consegue imitar Mariah Carey. Não dá pra fazer isso. Algumas meninas de uma fraternidade da faculdade tiveram a amabilidade de me animar, mas elas sabiam que eu tinha percebido que já não dava mais. Eu apenas parei de cantar, entreguei o microfone para o DJ e saí do palco.

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