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Crítica

#1 To Infinity

De volta à Sony Music, gravadora na qual despontou para fama mundial nos anos 1990, a artista lança coletânea com 18 músicas que chegaram ao topo da parada dos EUA. A inédita ‘Infinity’, sem vocação para hit, é a isca para fisgar fãs para compilação, valorizada pelo fato de o encarte trazer as letras e textos de Mariah sobre cada música. Sim, a cantora fez história.

Apesar de ter lançado um novo álbum com músicas bem produzidas, ter enviado “You Don’t Know What To Do (feat. Wale)” para as rádios americanas, ter gravado comerciais de TV e até lançado uma bebida com o nome “Butterfly” cujo comercial contém a música “Thirsty“, Mariah não tem vivido bons dias nos charts mundiais, principalmente nos EUA. Estaria ela voltada a outros projetos e deixou de vez a promoção do seu novo álbum?

Após quase cinco anos a espera de um novo álbum, “Me. I Am Mariah…The Elusive Chanteuse” teve excelentes críticas e boas recepções, sendo melhor avaliado que os álbuns “The Emancipation of Mimi” e “E=MC²“. Seu novo álbum chegou a ser comparado com “Butterfly“, um dos mais queridos, se não for o mais querido pelos lambs.

Tudo tem ficado muito a entender, pois Mariah não tem dado informações sobre o álbum, sobre o novo single, sobre a sua própria vida a não ser fotos com os #DemBabies nas redes sociais.

De acordo com “Pierrylol” do fórum UKMix, o álbum não terá nenhuma divulgação nem pela Mariah, nem pela Def Jam que é o seu atual selo pela Universal Music Group. Ele deixou claro que Mimi não suportou o fracasso do álbum, que já está focada nos projetos natalinos e que passaremos um bom tempo sem vê-la, mas que em Outubro ela começará a divulgar os tais projetos de Natal. “Pierrylol” ainda disse que as informações que ele tem são de pessoas muito próximas a Mariah e que ela não pensa em lançar outro álbum de estúdio antes de 2016.

Sendo verdade ou não, Mariah realmente está com projetos natalinos conforme noticiamos no site. Temos a certeza que ela é a Rainha do Natal e que é a época do ano em que ela está mais empolgada. Resta-nos aguardar!

“Me. I Am Mariah” resgata antigas sonoridades da música negra num disco nostálgico

 

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Cantora luta no competitivo mercado pop com disco que passa longe dos modismos

Uma das últimas remanescentes da leva de cantoras que ajudaram a fomentar o conceito de diva na música pop, grandes vocalistas com comportamentos tão excêntricos quanto seus talentos e egos, Mariah Carey continua uma incógnita. Na superfície, sua atitude beira a caricatura de si mesma e pode sugerir uma intérprete plana, mais preocupada com acrobacias vocais do que com a própria música. Artisticamente, ela instiga tantas camadas interpretativas que é difícil traduzir sua essência sem soar simplista. E Mariah sabe disso. É justamente esse caráter furtivo, elusivo de sua obra que ela evidencia e explora em seu novo álbum, “Me. I am Mariah… The Elusive Chanteuse”.

Intitular o álbum com o nome de sua intérprete como uma forma de reafirmar o caráter autoral do trabalho é um recurso banalizado no mundo pop. Só para citar álbuns lançados nos últimos meses, Beyoncé, Britney Spears e Shakira foram algumas das que utilizaram a estratégia, mas os resultados apontam para o lado oposto, com músicas genéricas e pouco representativas da essência dessas artistas. Por isso, é normal encarar com certo ceticismo o novo trabalho de Mariah. No entanto, trata-se de uma boa surpresa: poucas vezes Mariah soou tão relaxada.

Segundo a diva, a inspiração para o título do seu 14º disco foi um autorretrato feito aos três anos, nomeado “Eu. Eu sou Mariah”. No vídeo de lançamento do álbum, a cantora afirma que, apesar de simplista, era daquela forma que ela se via com “a pureza do coração de uma criança antes de ele ser quebrado”. Ela afirmou ter mantido o desenho em segredo por muito tempo, mas, que como o álbum representa fragmentos de emoções e situações que a moldaram, decidiu compartilhá-lo com “aqueles que realmente se importam”, ou seja, seus fãs.

De fato, o disco soa como uma celebração da trajetória artística robusta da cantora, que já dura 24 anos. Ao lado de Whitney Houston, ela foi a responsável por popularizar um estilo pitoresco de cantar, com agudos e melismas, tão particulares da música gospel americana, ganhando lugar de destaque na interpretação pop e se tornando a principal referência das intérpretes surgidas nos últimos quinze anos. Ao contrário da maioria de suas discípulas, no entanto, Mariah entende que esse artifício deve ser usado a favor da canção e não apenas como atestado de potência vocal.

“Eu vou apenas sentar aqui e cantar aquela velha e boa canção para você”, afirma a diva em “Dedicated”. O clima nostálgico permeia todo o disco, como nas faixas “Make It Look Good” e na ótima “#Beautiful”, dueto com o cantor Miguel, com reminiscências dos tempos da Motown, ou nas de inspiração disco, como as excelentes, “You Don’t Know What To Do” e “Meteorite”. O trabalho, aliás, brilha justamente por evidenciar as várias facetas da obra de Mariah, entre elas a mais marcante, as baladas, como em “Eternal (You’re Mine)” e “Supernatural”, com a participação dos seus filhos Rocco e Monroe, um dos momentos mais tocantes do álbum.

Lançar o disco foi quase um teste de resistência para Mariah. Os primeiros singles não emplacaram, fazendo a gravadora adiar o disco por mais de um ano. A pressão de competir com novatas como Rihanna e Katy Perry nunca foi tão alta e parecia sugerir que ela apostaria na rota mais fácil, a de se agarrar à sonoridade da moda. Felizmente, ela optou pelo caminho mais curvilíneo. Foi uma aposta arriscada e, apesar de aclamado pela crítica, o disco tem sido apontado como um fracasso comercial, em especial para uma artista do seu calibre. Ainda bem que, nesse caso, as vendas não refletem a qualidade da obra.

Aos 44 anos, Mariah parece finalmente despreocupada em seguir tendências (coisa que ela tentou nos seus dois últimos lançamentos), entregando um trabalho sonoramente diverso e, ainda assim, coeso. Isso não quer dizer que seja um disco livre das “pirações” da cantora – a capa altamente “photoshopada”, por exemplo, como um indicativo à aceitação de uma imagem que não existe. Mas, mais uma vez, talvez esteja aí o grande trunfo do álbum, que abraça as idiossincrasias de sua criadora. E não se preocupa em solucionar o mistério da esfinge Mariah.

ADIAMENTO – Previsto para ser lançado em agosto de 2013, o disco foi adiado devido ao fraco desempenho do single “#Beautiful” e de um acidente sofrido por Mariah, que deslocou o ombro.

RECORDE – Carey ultrapassou Elvis Presley e é a artista com mais canções a chegarem ao primeiro lugar das paradas de sucesso dos EUA. Na vendagem de álbuns, Mariah é a segunda mulher mais bem sucedida, com 200 milhões de cópias, ficando atrás apenas de Madonna.

SERVIÇO:
“Me. I am Mariah… The Elusive Chanteuse”, de Mariah Carey 
Gravadora: Universal Music
Preço médio: R$ 27,90

SCANS:

Agradecimentos: Gostaria de agradecer ao lamb Aniervson Santos pela reportagem! 😀

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A cantora e compositora, Mariah Carey, famosa por sua voz de cinco oitavas, está aos poucos se tornando alvo de piadas. Carey, 44 anos, e seu marido, o comediante Nick Cannon, podem estar passando por tempos ruins em seu relacionamento. Os rumores sobre divorcio tem circulado um bom tempo por aí, mas não há nenhuma confirmação pelo casal. De acordo com uma entrevista que Cannon deu para a revista Parade, ele negou os rumores que estaria infeliz com Mariah:

“Você tem que ignorar, porque toda semana é algo diferente, se você parar prestar atenção, provavelmente vai começar a te afetar. Não tem mérito nenhum senão for verdade. Chega a ser engraçado, sério. Isto está bem longe da verdade e realmente afeta a credibilidade destes que se auto intitulam jornais”.

De acordo com Celebrity Laundry, em sua entrevista para o Matt Lauer na NBC, Mariah disse: “Bem, eu sempre fui uma pessoa muito vulnerável, mas eu aprendi. Eu aprendi como construir uma barreira, e então quando eu preciso, coloco esta barreira e saio de lá andando em outra direção. É isto que tenho que fazer às vezes quando as pessoas se metem na minha vida, eu simplesmente não entendo, pois sou uma pessoa igual a eles”. No entanto, nem Carey e nem Cannon deram um sinal verde ou vermelho para os rumores.

Esta não seria a primeira vez que Mariah passou por um divorcio, Ela já foi casada com o seu ex-chefe na Sony Music, Tommy Motolla, de 1993 até 1998. Mariah deixou o casamento, pois ela se sentia artisticamente presa e incapaz de explorar diferentes gêneros em sua música. Em 2013, Mottola lançou sua biografia e ele pediu publicamente pela primeira vez desculpas para Mariah Carey por suas tendências obsessivas durante o casamento.

Carey também se meteu em um novo escândalo, o seu novo álbum, o autobiográfico Me. I Am Mariah… The Elusive Chanteuse, se tornou a menor venda de toda a carreira da cantora, apesar de ter sido aclamado pela crítica.  Também, a capa de seu novo single, “You Don’t Know What to Do”, usava a mesma foto da capa do cd com um rosto diferente, uma montagem no photoshop só para dar uma aparência diferente na imagem, e isto não teria agradado em nada a cantora.

Mais recentemente, Katy Perry parece não gostar muito das piadas feitas por Mariah Carey. De acordo com o Gigwise, Katy teria dito que Mariah é “excelente para relembrar o passado”, a cantora pretende tirar sarro da atitude da cantora em seu novo videoclipe. De acordo com uma fonte, Katy teria dito: “Eu nunca fui muito fã de Mariah, ela acha que está acima de tudo e não gosto de sua atitude de vida e também como ela leva as coisas muito sério.”

E até mesmo Wendy Williams tem provocado Mariah Carey nos últimos dias. Em seu programa de TV, a apresentadora concordou com as supostas declarações de que Nick Cannon teria pedido para Mariah começar a se vestir como uma mulher de sua idade e não como uma adolescente. “Mariah já tem 44 anos e está lutando para se manter jovem e relevante, eu acho que é brega mentir sobre a sua idade nos dias de hoje. Não se trata de tentar ter 25 anos, é sobre como se portar melhor. Mariah, a música nos dias de hoje está sendo comprada por pessoas mais jovens, então acho que as mulheres mais velhas como você precisam parar de fazer música ou fazer uma residência em Vegas.”

Enquanto alguns diriam Williams está pegando muito pesado, outros podem concordar. Nós gostaríamos de saber o que Mariah Carey pensa sobre isto e sobre a sua presença atual que está sob a lupa da mídia.

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