Mariah Now é a sua maior fonte brasileira sobre a Mariah Carey. O site é totalmente dedicado para os fãs da Mariah. Acompanhe notícias, vídeos, entrevistas, participe de promoções e eventos. Todo conteúdo divulgado no site é criado ou editado por membros da equipe, qualquer conteúdo retirado daqui, mantenha seus devidos créditos. Somos apoiados pela Universal Music Brasil e pela Sony Music Brasil.

The Metro

Mariah Carey é a rainha indiscutível do Natal graças à genialidade de “All I Want For Christmas Is You” seu amor por todas as coisas chamativas e exageradas. Então, um show de Natal é o veículo perfeito para sua marca única de diva.

A lendária cantora subiu no palco da O2 Arena de Londres na noite de terça-feira com sua turnê All I Want For Christmas Is You, e se os detentores de ingressos não se sentissem festivos de antemão, eles definitivamente estavam quando saíram. Cortinas vermelhas gigantes foram puxadas para trás para revelar Mariah em um gigantesco vestido de baile branco com asas de anjo acesas nas costas – totalmente ridículo, mas inteiramente Mimi.

Ao redor dela havia uma faixa completa, picos de neve, presentes e glitter, mas em meio a todo o barulho, era a voz de Mariah que se destacava quando ela soltou uma versão suave do Hark The Herald Angels Sing antes de seguir para o Charlie Brown Christmas. Colocando um sotaque inglês, Mariah cumprimentou a O2 antes de começar a cantar uma das faixas favoritas dos fãs,  Christmas (Baby Please Come Home), trazendo seu registro alucinante para o clássico festivo.

Coloque essa performance desastrosa da véspera de Ano Novo no fundo de sua mente – essa é uma mulher no topo de seu jogo. Enquanto algumas notas foram alteradas, ficou claro que Mariah estava cantando ao vivo e dando-lhe tudo, e seu lendário whistle foi usado diversas vezes durante a noite e continua tão impressionante como no passado.

Como um show de Natal, a maior parte do repertório era o catálogo de Natal de Mariah e, ​​apesar de ser o ponto principal da noite, isso levou a alguns momentos bastante lentos, enquanto Joy To The World seguia Silent Night. No entanto, havia muito carisma. Mariah trouxe seus gêmeos de sete anos de idade, Moroccan e Monroe, durante todo o show para falar sobre querer um iPad do Papai Noel, e as crianças até forneceram backing vocals para The Star.

Mas uma breve pausa no ritmo, foi  estranhamente, o que fez o show voltar ao ritmo acelerado. Mariah interpretou The Distance de seu novo álbum, Caution, de cantar as suas músicas mais populares, We Belong Together e Hero. Claro, o auge da noite – e o que a maioria das pessoas na O2 tinha comprado os ingressos – foi salvo até o final.

Vestida com um collant de soldado de brinquedo brilhante, Mariah soltou as notas de abertura de All I Want For Christmas Is You, e provocou uma cantoria em toda a arena que nos lembrou como uma música de Natal é atemporal e maravilhosa. A noite teria se beneficiado de algumas músicas de Natal mais reconhecíveis, bem como momentos mais otimistas – mas não há como duvidar que Mariah entregou exatamente o que ela propôs.

Setlist:

Hark! The Herald Angels Sing
Charlie Brown Christmas
Oh Santa!
Christmas (Baby Please Come Home)
Christmas Medley
Jesus Oh What A Wonderful Child
Silent Night
Joy To The World
When Christmas Comes
The Star
Here Comes Santa Claus
Christmas Time Is In The Air Again
O Holy Night
The Distance
We Belong Together
Hero
All I Want For Christmas Is You

Fonte: The Metro

Temos postados diariamente as críticas que o “Me. I Am Mariah…” tem recebido a nível mundial. Podemos dizer que este é um dos discos de Mariah mais elogiado pela crítica especializada.

A imprensa britânica, que geralmente sempre implica com o material de Mariah, por ser americanizado demais, tem elogiado bastante o cd.

Confira algumas novas críticas abaixo:

Daily Star: Começa nos assassinando com uma balada no melhor estilo Stevie Wonder, Cry, este aguardado retorno de Mariah é ajudado por amigos de peso como Mary J Blige em It’s A Wrap e R. Kelly com Betcha Gon’ Know. Porém, nada supera as batidas incríveis de Faded. Classificação: 3/4

Metro: Meia década desde que lançou seu último disco de estúdio, Memoirs of An Imperfect Angel – a diva número 1 está de volta com um novo disco, que tem um título tão ridículo quanto ao anterior. Mariah nunca seguiu modismos, aqui ela apresenta os seus pontos fortes, misturando as baladas com músicas old-school e incursões mais aventureiras ao hip hop e pop dance. Porém, aqui tudo é bem distribuído, especialmente quando ela retorna à moda antiga, principalmente quando ela é acompanhada pelo coral gospel em Heavenly, aqui está o momento clássico de Mariah que você estava esperando ouvir.

Outro ponto alto incomparável do álbum é o dueto que foi lançado ano passado, com a nova estrela do r&B, Miguel, a canção que irritantemente  possui uma hashtag, #Beautiful, mas a colaboração nostálgica com Nas, Dedicated, a dançante e fabulosa You Don’t What To Do com participação de Wale e a  irresistível e grudente Meteorite mostra quantas cartas Mariah tem em sua manga.

E quanto algumas pessoas podem argumentar sobre a sua voz não ser mais a mesma,  ela ainda continua incomparável, podemos ouvir um pouco de suas notas roucas e o suas famosas notas agudas sob controle. Nós podemos pedir vários tapetes bancos e borboletas para todos os lugares que nós formos.

Mas nem todas as músicas aqui são um hit, há um bando e algodão doce espalhado na baladinha Supernatural, que mostra os gêmeos de Mariah sendo extremamente fofos, que é a proposta da canção. Embora, os atrasos tenham levado a rumores de que este é disco seria ruim, pelo contrário, é um disco muito confiante e divertido. Classificação: 3/5

Daily Mail: Claro que o título é ridículo, e isto é correspondido pela capa do álbum. Enquanto o décimo quarto disco de Mariah Carey a mostra retocada na capa, na capa traseira mostra um auto-retrato desenhada pela cantora quando ela tinha apenas três anos. O desenho foi classificado como “a visualização de como eu me sentia aos 3 anos de idade, com o coração de criança que ainda não havia sido quebrado.” Bom, de qualquer forma, a super estrela norte-americana,  nunca foi burra. E para todos aqueles que têm auto-respeito, isto é realmente muito bom. O disco é uma pequena mistura do pop dançante com o R&B do momento.

Depois que desviou seus olhares para o hip-hop em 1997 com o Butterfly, Carey agora está voltando a o estilo mais sentimental.  Enquanto existem no momento uma série cantoras cantando com rappers por aí, aqui temos a sua deslumbrante voz, que rouba a cena com as suas cinco oitavas.

A música de abertura, Cry, tem um tom sonhador, elegante, o sabor da old-school vemos em Dedicated ( que tem participação do rapper de Nova York, Nas) e Make It Look Good (com o solo da gaita de Stevie Wonder).

Há também muita coisa para encher linguiça. You’re Mine (Eternal) nunca deveria ter sido single, enquanto Supernatural apresenta barulhos bonitinhos, mas um pouco brega, dos gêmeos de Mariah, Moroccan e Monroe. Mas há muito também de seu humor: em Thirsty ela se gaba: “The best thing that happened to your ass was me”.

E ela constrói um final com uma gama de oportunidades: You Don’t Know What To Do lhe dá o título de diva da discoteca, assim como Meteorite. Além da incrível regravação de One More Try de George Michael, e em seguida, com o toque gospel de Heavenly. A cantora indescritível? Acho que ela está mais para a diva incansável. Classificação: 3/5

Scans:

IMG_6957.jpeg
IMG_6958.jpeg
IMG_6959.jpeg
IMG_6963.jpeg
IMG_6997.jpeg
IMG_6962.jpeg
mc_281029~23.jpg
mc_28829~29.jpg
mc_28929~24.jpg
mc_28729~35.jpg
mc_28529~41.jpg
mc_28629~36.jpg
mc_28429~42.jpg
mc_28129~45.jpg
mc_28329~41.jpg
mc_28229~44.jpg