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Whitney Houston

Mariah Carey esteve mais uma vez no programa Watch What Happens Live with Andy Cohen na Bravo TV. Desse vez ela visitou os estúdios para promover o álbum ‘Caution’,que foi lançado na última sexta-feira, dia 16.11.

Durante a entrevista, Mimi revelou que já está cansada de cantar “All I Want For Christmas Is You” e “Hero” em seus shows, porém nunca tirará as faixas de seus concertos, especialmente “Hero”, pois os fãs tem um apego emocional com essa música e também pois esse é o momento mais emocionante de seus concertos.

Também falou sobre a Cardi B, disse que adoraria gravar um remix da faixa “A No No” com a Cardi e Lil’ Kim.

Mariah revelou também que fará um medley com algumas músicas do ‘Glitter’ na ‘Caution World Tour’. #JusticeForGlitter

Ela também falou sobre a melhor memória que ela tem cantando ao lado da Aretha Franklin no VH1 Divas Live de 1998. Mariah revelou que estava muito nevosa, pois elas improvisaram o dueto ao vivo, que não houve um ensaio antes oficial antes da apresentação na TV. As duas tentaram improvisar um ensaio no trailer trocando de roupa.

Mimi também lembrou do momento icônico que ela sem querer roubou o lugar de Meryl Streep no Golden Globes.
https://www.youtube.com/watch?v=OJeq7IVlOnI

Ela foi questionada também sobre o que ela e Britney Spears conversaram em seu último encontro. Mariah disse que não se recorda muito, pois elas estavam em uma festa se divertindo muito. Porém, ressaltou que Britney Spears é uma meninadoce e sempre foi muito gentil, desde a primeira vez que elas se encontraram em 1999.

Além disso, Mariah também lembrou de bons momentos ao lado de Whitney Houston, sobre cantar no intervalo do Super Bowl e muitas outras coisas, assista ao vídeo abaixo:

O site da revista Entertainment Weekly fez uma lista com as melhores e piores colaborações femininas de todos os tempos. Confira a lista abaixo:

MELHORES: 
20. Charli XCX feat. Tove Lo & ALMA – “Out Of My Head” (2017)
19. Janelle Monáe feat. Erykah Badu – “Q.U.E.E.N.” (2013)
18. Christina Aguilera feat. Lil Kim – “Can’t Hold Us Down” (2002)
17. Mariah Carey feat. Da Brat & Missy Elliott – “Heartbreaker Remix” (1999)

16. Reba McEntire & Kelly Clarkson – “Because Of You” (2007)
15. Britney Spears feat. Madonna – “Me Against The Music” (2003)
14. Rihanna feat. SZA – “Consideration” (2016)
13. Dolly Parton, Linda Ronstadt, & Emmylou Harris – “After The Gold Rush” (1999)
12. Keyshia Cole feat. Missy Elliott & Lil’ Kim – “Let It Go” (2007)
11. Nicki Minaj feat. Beyonce – “Feelin’ Myself” (2014)
10. Cardi B feat. SZA – “I Do” (2018)
09. Alicia Keys feat. Beyoncé – “Put It In A Love Song” (2009)
08. Ariana Grande feat. Nicki Minaj – “Side To Side” (2016)
07. Mariah Carey & Whitney Houston – “When You Believe” (1998)

06. Ciara feat. Missy Elliott – “One, Two Step” (2004)
05. Eve feat. Gwen Stefani – “Let Me Blow Ya Mind” (2001)
04. Ariana Grande feat. Iggy Azalea – “Problem” (2014)
03. Lady Gaga feat. Beyoncé, “Telephone” (2009)
02. Brandy & Monica – “The Boy Is Mine” (1998)
01. Christina Aguilera, Mya, Lil’ Kim, & P!nk – “Lady Marmalade” (2002)

PIORES
05. Nicki Minaj feat. Rihanna – “Fly” (2009)
04. Stargate feat. P!nk & Sia – “Waterfall” (2017)
03. TIE: Shakira & Beyoncé – “Beautiful Liar” // Shakira & Rihanna – “Can’t Remember To Forget You”
02. Rita Ora feat. Charli XCX, Bebe Rexha, & Cardi B – “Girls” (2018)
01. Britney Spears feat. Iggy Azalea – “Pretty Girls” (2015)

No aniversário de 20 anos do especial, saiba como grandes estrelas da música se uniram em concerto extravagante, cheio de drama e glória.

O ar de Nova York estava calmo e refrescante na noite de 14 de abril de 1998. Mas um fogo ardia forte dentro do Beacon Theater, no Upper West Side de Manhattan. Os fiéis estavam reunidos. Uma cerimônia religiosa estava prestes a começar. Seis deusas aguardavam nos bastidores, mas depois de subirem ao palco não precisaram pregar para fazer novos convertidos. Todos as pessoas em sã consciência já tinham se ajoelhado diante de seu altar e continuariam a fazê-lo por vários anos ainda.

O evento em questão foi, é claro, o concerto Divas Live, da rede VH1. As deusas eram prima-donas da música pop: Aretha FranklinMariah Carey, Céline DionGloria EstefanShania Twain e Carole King que cantaram canções de seus respectivos repertórios, juntas e individualmente. A “cerimônia religiosa” foi sucesso enorme de audiência, então no ano seguinte a VH1 ampliou as razões para os fãs entoarem hosanas. Whitney Houston, Tina Turner, Cher e Brandy foram as atrações principais de Divas Live ’99, e juntaram-se a elas Mary J. Blige, Chaka Khan, LeAnn Rimes, Faith Hill e um “convidado muito especial”, Elton John. O concerto virou o programa de maior audiência na história da emissora, um santo graal para a VH1 e para o mundo.

Como pode atestar praticamente qualquer produção em grande escala, colocar pelo menos uma dúzia de grandes estrelas juntas em um mesmo evento é algo que não se faz sem alguns tropeços e polêmicas. Por isso, antes de festejar o vigésimo aniversário do evento, falei com cinco produtores responsáveis pelos três primeiros shows Divas (o de 2000 foi uma homenagem a Diana Ross, com participações de Mariah Carey, Faith Hill, Donna Summer e RuPaul) para ver quantas fofocas eu conseguiria reunir sobre esses eventos cheios de brilho.

Vá buscar um balde de pipoca. Ou um pouco de água benta.

1. As origens, ou: no primeiro dia, Deus criou Céline

No início de 1998 um executivo da VH1 chamado Wayne Isaak, que passara mais de uma década como guru de publicidade da gravadora A&M Records, estava tentando convencer Céline Dion a cantar num “grande concerto” que seria voltado ao público fundamental da emissora: adultos na faixa dos 24 aos 35 anos, especialmente mulheres, que se reuniam para ouvir canções como Behind the MusicStorytellers Crossroads.

Ao mesmo tempo, Isaak e o resto da equipe de pré-programação da emissora precisavam de uma grande atração para substituir o especial Honors, uma cerimônia sem brilho promovida entre 1994 e 1997 para homenagear o trabalho filantrópico de músicos. Convenientemente, a rede acabara de criar a Save the Music Foundation, organização sem fins lucrativos que doava instrumentos musicais a escolas públicas. A direção da empresa aproveitou a oportunidade para levantar fundos para a ONG e promover um concerto com grandes nomes.

Isaak sabia que conseguir convencer Dion a participar, mas Lauren Zalaznick, uma ex-publicitária rematada que acabaria por dirigir a Bravo, defendeu a criação de uma franquia que virasse uma marca própria. Então Isaak propôs The Three Divas, aproveitando a fama do popular grupo de cantores líricos conhecido como Os Três Tenores. A equipe pensou em capitalizar em cima do grande momento que as mulheres estavam tendo na música. Sarah McLachlan havia inaugurado o festival Lilith Fair pouco antes. Missy Elliott e Lil’ Kim estavam arrasando no cenário hip-hop. O ápice do mundo das cantoras-compositoras era ocupado por figuras como Alanis Morrissette e Tori Amos. Madonna e Lauryn Hill estavam prestes a lançar álbuns que definiriam suas carreiras. O Grammy de 1999 teria uma raridade: uma categoria Melhor Álbum do Ano em que todas as candidatas eram mulheres.

Isaak propôs a Céline Dion formar as Três Divas juntamente com Aretha Franklin e Mariah Carey, e ela teria dado sua aprovação entusiasmada. Com isso, é claro, o conceito ganhou ímpeto rapidamente, virando uma bola de neve. “E se incluirmos Gloria Stefan?” Isaak aventou. “É claro”, responderam todas as outras. “E Shania Twain?” Isso já era um pouco mais complicado.

Twain já tinha dois sucessos modestos no gênero pop, mas ainda era sobretudo uma atração country. Com seu terceiro álbum, Come On Over, tendo sido lançado em novembro de 1997 e altamente elogiado, sua gravadora queria convertê-la em grande virtuose “crossover“, uma perspectiva auxiliada pela VH1, que colocava seus vídeos em rotação frequente. Mas ela ainda não tinha chegado totalmente ao nível das outras divas quando Isaak tentou convencer seus colegas a incluí-la no mesmo show que Aretha Franklin, Mariah Carey, Céline Dion e Gloria Estefan.

“Eu não queria Shania Twain no show”, Zalaznick recordou. “Não achava que ela se encaixava ali com as divas. Mas Isaak me convenceu que ela seria a maior artista daquele ano, e acho que ele teve razão.”

Quando Divas Live foi transmitido, em abril, a premonição de Wayne Isaak se realizou. You’re Still the One foi um megasucesso, convertendo Shania Twain em nome conhecido por todos e sua canção na terceira mais popular do ano, segundo a lista Billboard dos sucessos do final do ano. Na realidade, segundo Isaak, o segmento de Shania Twain foi o quarto de hora que teve a maior audiência do show Divas.

Uma vez definidas as participantes – o produtor veterano Ken Ehrlich recrutou Carole King como acréscimo de último minuto –, Three Divas mudou de nome para Divas Live. Conforme o material de divulgação, as mulheres estavam todas em pé de igualdade: o cartaz foi projetado de modo que a cabeça de cada cantora tinha o mesmo tamanho que as outras, segundo Zalaznick. Isso ajudou a acalmar as hesitações dos produtores em relação ao uso do termo “diva”, que eles diziam ter a intenção de ser empoderador. “Garantimos que seríamos gentis com elas, que não as trataríamos com ironia”, disse Isaak.

E assim nasceu um grande espetáculo de muitos gêneros. “De uma maneira estranha, parece que nos antecipamos ao casting do programa ‘The Voice’, no sentido em que tentamos incluir cada um dos maiores gêneros. Isso era arriscado por que, como o Grammy, em um show que é feito para todos, você às vezes corre o risco de criar um show que não agrada a ninguém”, disse Zalaznick. “Decidimos que aquela era nossa melhor chance de fazer algo deslumbrante e ter duetos maravilhosos.”

Mariah Carey foi eleita a maior hitmaker de toda a história da música, desde 1960, pela revista TIME, no que eles chamam de “a lista definitiva dos reis e rainhas do pop”, que ranqueia os 48 mais bem sucedidos da história da música.

Confira o Top 10:

#1. Mariah Carey
#2. Rihanna
#3. Usher
#4. The Beatles
#5. Madonna
#6. Janet Jackson
#7. Whitney Houston
#8. Michael Jackson
#9. Katy Perry
#10. Boyz II Men

Como a lista foi feita:

Os dados provêm dos arquivos da Billboard. Os pontos são premiados por colocação no Top 10, de 10 pontos para um hit #1 para um 1 para uma canção #10. Todos os artistas listados por featuring em uma faixa recebem pontos completos para o desempenho do gráfico, mas os grupos com membros que mais tarde seguiram carreiras solo são contados como entidades separadas. (Beyoncé, por exemplo, obtém pontos para “Telefone”, uma música de Lady Gaga em que ela aparece, mas não recebe pontos para músicas atribuídas a Destiny’s Child, o trio que lançou sua carreira.) Pontos para músicas são atribuídos ao ano em que a música estreou no top 10, mesmo que ela tenha sido popular no ano seguinte.

 

Fonte: Parada Pop

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