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A revista LGBT So So Gay, fez um review sobre o novo álbum de Mariah Carey, a coletânea “#1 To Infinity”. Confira abaixo:

As coletâneas dos artistas são sempre questionáveis pelos fãs, já que sempre vai ter gente reclamando coisas do tipo “não acredito que você não incluiu as músicas X,Y ou Z”. Por outro lado, quando já se tem toda a discografia do artista, pode ser que não haja interesse em comprar a coletânea. Certamente para alguém da posição de Mariah – que tem sido fantástica em torno das paradas musicais do mundo desde 1990 – ela tem muito material para escolher – cerca de 62 singles oficiais, na verdade. Pensando nisso, é um pouco decepcionante que Mariah decidiu lançar um álbum de compilação que é efetivamente apenas feito de #1, além de ser uma versão atualizada.

Pode ser uma reformulação intencional, já que vem com o uso de “#1” no título e a arte da capa semelhante, mas isso não o torna menos decepcionante. Pelo menos a primeira coletânea de Mariah veio junto com quatro novas faixas; #1 to Infinity” tem apenas o novo single ‘”nfinity”. Para torná-lo um álbum que valesse mais a pena, ela poderia ter dado uma olhada na carreira da saudosa Whitney Houston, e incluido um segundo disco cheio de remixes de seus maiores sucessos.

Sim, o álbum destaca apenas o quão fenomenalmente talentosa é a artista feminina que mais vendeu discos, mas além de “Infinity”, esta última coletânea é um esforço bastante medíocre e sem sentido – tão grande quanto todas essas músicas são. Centrar-se (novamente) nos maiores sucessos musicais de Mariah Carey pode ter sido a mais sensata das decisões, no entanto, como um esforço criativo chega a ser sem inspiração alguma. A ordenação cronológica trabalha em favor do material, mas é o melhor que pode ser dito sobre esta compilação.

Limitado por seu próprio conceito, o álbum não apresenta nada de novo para quem já está escolado na discografia de Mariah. Com os recentes singles lutando para replicar seus dias de glória da década de 90, e até certo ponto em meados dos anos 2000, isso significa que três álbuns inteiros de Mariah não conseguiram um espaço nessa coletânea: o esquecido “Charmbracelet”, o subestimado “Memoirs Of An Imperfect Angel” e o recém despercebido “Me. I Am Mariah…The Elusive Chanteuse”. Sua música pode não ser o que está bombando atualmente com o público em geral inconstante, mas seu material tem uma infinidade de momentos interessantes que poderiam ser agrupadas em algo mais inventivo do que o álbum apresenta.

De muitas maneiras esse é um álbum frustrante já que um novo álbum de Mariah é sempre uma coisa boa, então “#1 To Infinity” merece uma nota cinco (num total de cinco), mas talvez uma (generosa nota) ‘três’ para o seu conceito, tendo em conta a existência da indiscutivelmente superior coletânea “#1’s”. Nosso conselho controverso seria o de poupar o seu dinheiro nesta compilação e ir comprar uma cópia de seu último álbum de estúdio ao invés disso, que foi um álbum muito mais interessante e merecia maior sucesso comercial do que foi alcançado.

4/5 estrelas

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