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Demorou cinco anos, mas Mariah aprendeu com o erro de seu disco  ‘Memoir of an Imperfect Angel’ de 2009.

Mariah fez o seu trabalho de casa

Para seu primeiro álbum pop em cinco anos – alojado com um título de diva, “Me. I Am Mariah….The Elusive Chanteuse” – a estrela teve que tomar uma grande advertência de seu último trabalho, e ela o fez.

Seu disco de 2009, “Memoir of an Imperfect Angel,” se tornou o menos vendido de sua carreira e também o mais pobre em processo criativo, numa época em que Carey estava prestes a completar 20 anos de carreira. Ela também ficou o seu maior período sem atingir um grande sucesso no topo das paradas, desde “Touch My Body” em 2008.

A nova música de Carey foi muito adiada. Neste meio tempo, ela lançou um álbum natalino e também algumas novas faixas, mas as abandonou, sem promovê-las. A estrela também deve diversos desafios pessoais, como uma gravidez (de gêmeos), que ela descreveu como  “muito difícil”.  Porém, o pior deles foi ser jurada do “American Idol “, com Nicki Minaj.

Enquanto o novo cd, “Chanteuse”, terá lançamento formal na próxima terça-feira (27 de maio), o iTunes disponibilizou o disco para audição no inicio desta manhã.

As músicas retratam em todos os sentidos o tempo em que Mariah ficou de repouso. Ela retorna as grandes baladas, melodias formais, estilo que a fez famosa no inicio de sua carreira. Este é o seu trabalho mais sentimental, sendo o álbum seu álbum que menos seguiu as tendências atuais – ambos os movimento a favoreceram.

Embora este disco possua muitas participações especiais de rappers como Nas e Wale, ele possui bem menos interversões do hip-hop do que seu disco anterior. No lugar disto, ele flerta com canções de letras inspiradoras, como  “Cry “,  que é uma volta aos clássicos que a fizeram famosa, como “Vision of Love “. Acompanhada de um piano, Carey mostra a potencia de sua voz com o instrumento, algo que ela fez com muita frequência, que é encorpar a canção na melodia. O resultado é que a deixa envolvida no drama da canção, o qual ela está conectada. Mas isto não quer dizer que Carey abandonou o estilo dançante.  “Meteorite,” que começa citando os versos de “15 minutes of fame” de Andy Warhol, nos leva de volta aos dias de glória da Studio 54, com uma batida bem disco. O pré-single “#Beautiful,” com a participação da estrela Miguel, tem uma melodia do R&B clássico, impulsionado com uma batida antiga.

Sejam com as baladas mais elegantes ou com as canções mais assertivas de R&B, as novas músicas de Mariah Carey têm mais a oferecer para ela do que costume. É como se ela tivesse ouvido os álbuns da Beyonce, pegado umas dicas e usando de ponte para preencher a música moderna com tipos clássicos. Mesmo com uma canção como “Thirsty” que é muito influenciada pelo hip-hop, mas possui uma melodia ampla.

Com muitos discos lançados, Mariah é famosa por suas regravações. Muitas vezes são de canções bregas (como da última vez com “I Wanna Know what Love Is”). Mas desta vez, ela vez uma escolha inteligente –   “One More Try” do George Michael. Acompanhada por um piano e um coro gospel, Mariah Carey dança com as notas musicais em cada trecho da canção. Mesmo que seja usando aquelas notas chatas de costume – com aqueles melismas intermináveis – ela conseguiu usá-los com emoção e realmente deixando a impressionar.

Contrariando o titulo, o novo álbum de Mariah Carey pode ser o seu trabalho menos descritivo, raramente ela deixa seu talento mais transparente.

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