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O site Philippine Star fez um review sobre o novo álbum de Mariah Carey, “Me. I Am Mariah…The Elusive Chanteuse”, e questionou sobre a possível insegurança que Mariah teve antes de lançar um novo projeto.

Por Baby A. Gil

Admito que um monte de perguntas do tipo “do que mais ela capaz?”, sobre as atitudes de Mariah Carey nos últimos anos, possam surgir. Que diabos ela está fazendo com esse vestido? Que diabos ela está fazendo na TV semi-nua? Algum dia ela irá se levantar de sua cadeira no American Idol? Por que diabos ela está demorando tanto para lançar esse novo álbum? Ele foi lançado? Sim. Não. Sim. Não. Sim. Não há vários meses. E tantas outras perguntas.

Aqueles que estão familiarizados com os altos e baixos da cena atual do entretenimento foram rápidos para encontrar uma razão para seu comportamento. Pode ser que Mariah esteja aflita com o vírus da insegurança comumente encontrados em divas que estão envelhecendo. Foi cruel, mas não sem verdade. Mariah agora está com 44 anos e há limites para o quão longe alguém, mesmo estrelas que já reinam absoluto, possam dar uma segurada no relógio. Além disso, há agora todos os novos jovens à volta, como Lorde, Ariana Grande, Lana del Rey, Iggy Azalea, todos esbeltos e atraentes e que, obviamente, aprenderam alguns de seus truques com Mariah.

Nota-se, também, que exceto pelo álbum de Natal, Mariah ainda não divulgou um novo álbum em anos. Seu último trabalho foi “E=MC²” em 2008 com os hits “Touch My Body” e “Obsessed” (SABEMOS QUE ESSA INFORMAÇÃO ESTÁ ERRADA, NÃO É MESMO, LAMBS?!). Havia também o desempenho lamentável no box-office de “Glitter” que acabou com seus sonhos de estrelato em filmes, isto é, ao menos ela apareceu atuando muito bem, mesmo que irreconhecível, como em “Precious” e “The Butler”, de Lee Daniels. Mariah tinha todo o direito de se sentir insegura com a situação dela.

Mas, por outro lado, ela ainda é a artista feminina que mais vendeu discos, 200 milhões de álbuns vendidos, além de ela ser a cantora com o maior número de #1’s  na história da música Pop. Como “One Sweet Day”, “Someday”, “Love Takes Time”, “I Still Believe”, “Vision Of Love”, “Emotions”, “Dreamlover”, “Hero”, “Fantasy”, “Always Be My Baby”, “Anytime You Need a Friend”, “I’ll Be There”, “When You Believe”, “Sweetheart”, “My All” , “Honey”, “I Don’t Wanna Cry”, “Touch My Body”, “We Belong Together”, entre outros, a maioria dos quais ela mesmo compôs. Então, que direito tem ela tem que se sentir insegura sobre qualquer coisa?

Eu não digo nada. Ainda mais agora que o álbum, “Me. I Am Mariah…The Elusive Chanteuse”, foi lançado. Pelo jeito que isso aconteceu, eu posso dizer que ela não estava tão insegura sobre como o público iria reagir ao álbum. Ela provavelmente estava apenas tomando cuidado de não ser capaz de dar o seu melhor. Levou um tempo para saber que ela estava pronta. Mas quando ela finalmente o fez, nos deu um de seus melhores álbuns. E a voz incrível ainda está lá, cada melisma intacto e ela tem as músicas certas para nos mostrar também.

“Me. I Am Mariah” é uma mistura de duas Mariahs. Existe a cantora de baladas clássicas, com as quais ela começou, com a artista de Hip-Hop de anos mais tarde, com algumas músicas de discoteca e baladas de R&B. Com a proeza de uma produção complicada, ela magistralmente juntou esses dois gêneros e conseguiu um álbum sólido. Não se trata apenas de singles que possam ser baixados separadamente. Mariah está vendendo um pacote completo com seu novo álbum que vale a pena quanto se paga.

Realmente vale. Mariah, a cantora, está em sua melhor fase em todos os sentidos. Também é óbvio quanto esforço foi preciso para chegar a um impressionante line-up de canções e artistas convidados no álbum. Como no caso de Mary J. Blige, no dueto “It’s a Wrap”, resgatado originalmente de seu álbum “Memoirs Of An Imperfect Angel” e R. Kelly, em “Betcha Gon’ Know”, também do mesmo álbum. E para completar, Mariah tem os gêmeos adoráveis (com o marido Nick Cannon) – Monroe e Moroccan Scott (a.k.a Roc N ‘Roe).

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